quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Governo lança novo documento de identidade
Lula - Presidente ou Molusco ou Campo petrolífero?
Juntamente com a declaração de comercialidade, foram submetidos à agência reguladora o relatório final do plano de avaliação e o plano de desenvolvimento dos dois campos. Além da Petrobras, que é operadora e conta com 65% da área, o bloco BM-S-11 tem como sócios o britânico BGGroup (25%) e a portuguesa Galp Energia (10%).segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Motel e o político
Com menos de 1,60 metro de altura, o deputado federal pelo PMDB Pedro Novais, de 80 anos, é o tipo de político que o Congresso Nacional produz de pior. Nos cinco mandatos que já exerceu (foi eleito para o sexto neste ano), apresentou em media um projeto irrelevante por ano, faltou a cerca de 20% das sessões, praticamente não discursou e gastou sua cota de passagens com viagens para o Rio de Janeiro, onde mora ha mais de trinta anos, apesar de ter sido sempre eleito pelo Maranhão. domingo, 26 de dezembro de 2010
Criador do WikiLeaks afirma que ganhará R$ 2,5 milhões para escreverlivro
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Um Feliz Natal !!!!!!
Boas Festas-Autor Assis Valente Anoiteceu, o sino gemeu E a gente ficou feliz a rezar Papai Noel, vê se você tem A felicidade pra você me dar Eu pensei que todo mundo Fosse filho de Papai Noel E assim felicidade Eu pensei que fosse uma Brincadeira de papel Já faz tempo que eu pedi Mas o meu Papai Noel não vem Com certeza já morreu Ou então felicidade É brinquedo que não tem
| Então É Natal Simone Composição: Versão: Cláudio Rabello Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez. Então é Natal, a festa Cristã. Do velho e do novo, do amor como um todo. Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem. Então é Natal, pro enfermo e pro são. Pro rico e pro pobre, num só coração. Então bom Natal, pro branco e pro negro. Amarelo e vermelho, pra paz afinal. Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem. Então é Natal, o que a gente fez? O ano termina, e começa outra vez. E Então é Natal, a festa Cristã. Do velho e do novo, o amor como um todo. Então bom Natal, e um ano novo também. Que seja feliz quem, souber o que é o bem. Harehama, Há quem ama. Harehama, ha... Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez. É Natal, É Natal, É Natal. |
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Tragédia silenciosa
Estima-se que o número de tentativas de suicídio supere o de mortes em pelo menos dez vezes; é possível evitar uma parcela desses óbitos
Diariamente, 25 pessoas põem fim a suas vidas no Brasil. Foram 9.090 suicídios oficialmente registrados em 2008. Para cada óbito, no mínimo cinco ou seis pessoas próximas ao falecido foram profundamente afetadas. O impacto do suicídio na vida das pessoas e da nação é silenciado pela sociedade.
Nos meios de comunicação há orientação, discutível quando adotada em termos absolutos, de não se noticiar suicídio. Silencioso, ele resta à margem das tragédias nacionais. Mas é possível evitar uma parcela dessas mortes.
Numa escala mundial, nosso coeficiente de mortalidade por suicídio é relativamente baixo: 5,4 mortes em cada 100 mil habitantes, ao longo de um ano. Esse índice cresceu 30% nos últimos 25 anos.
O coeficiente é uma média nacional e esconde importantes contrastes. Em algumas cidades, os índices equiparam-se aos de países do Leste Europeu. Ademais, como somos um país populoso, atingimos o décimo lugar mundial em número total de suicídios, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No espectro do comportamento autoagressivo, o suicídio é a ponta de um iceberg. Estima-se que o número de tentativas supere o de mortes em pelo menos dez vezes. Um inquérito populacional elaborado pela OMS e levado a cabo por pesquisadores da Unicamp apurou que, em cada cem habitantes da cidade de Campinas, 17 já haviam pensado seriamente em pôr fim à vida e três efetivamente tentaram o suicídio.
A causa de um suicídio é invariavelmente mais complexa do que um acontecimento recente que salta à vista e que é tomado como explicação rápida para o ocorrido.
A perda do emprego ou o rompimento de um relacionamento amoroso geralmente são os fatores precipitantes. Na maioria das vezes, pessoas que põem fim à vida sofrem de um transtorno mental subjacente (fator predisponente) que aumenta a vulnerabilidade para o suicídio. Depressão e dependência de álcool são os mais frequentes.
Recentemente, nossa sociedade vem-se abrindo para discutir o tema-tabu. O suicídio passou a ser enfrentado na arena da saúde pública. Um exemplo disso é a parceria firmada entre a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e a Rede Globo, a partir da qual inserções de 30 segundos entram na programação da televisão.
Há, hoje, considerável informação a respeito do que, em vários países, deu certo em prevenção.
Exemplo recente foi um estudo realizado em serviços médicos de vários países, entre os quais o Hospital de Clínicas da Unicamp, que acompanhou, desde o atendimento em um pronto-socorro, 1.867 pessoas que tentaram o suicídio.
Metade delas, após sorteio, foi acompanhada por meio de telefonemas periódicos. Após 18 meses, o número de suicídios nesse grupo foi, comparativamente, dez vezes menor. Com os telefonemas, a tentativa de suicídio deixou, assim, de ser um pedaço de história a ser esquecido ou silenciado.
Em agosto de 2006, o Ministério da Saúde publicou as diretrizes que orientariam um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. O plano ainda não saiu. É preciso transformar as diretrizes em ações assistenciais baseadas em evidências científicas, as quais, por sua vez, poderão orientar novas políticas de prevenção e estratégias de atendimento.
Na área da saúde, isso constitui um desejado círculo virtuoso entre política, assistência e pesquisa, que não é simples de ser alcançado.
Fonte: Folha de São Paulo -São Paulo, 06 de dezembro de 2010 - NEURY JOSÉ BOTEGA é professor titular do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), representante nacional na Associação Internacional de Prevenção do Suicídio e coordenador da Comissão de Prevenção de Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Brasil fica entre piores em ranking de ensino da OCDE

Exame avalia conhecimentos de leitura, matemática e ciências. Piores resultados são de alunos de escolas públicas estaduais e municipais
Apesar de registrar melhora na educação, o Brasil segue entre os piores colocados em ranking internacional de ensino. O país ficou com a 53ª colocação entre 65 países no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Feito com estudantes nascidos em 1993 matriculados em qualquer série a partir da 7ª série (8º ano) do ensino fundamental, o ranking é divulgado a cada três anos. Em 2009, avaliou 470 mil estudantes. Desse total, 20 mil eram brasileiros.
É avaliado o conhecimento de leitura, matemática e ciências dos adolescentes. O Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), é quem aplica a prova do Pisa no país.
Com a média geral de 401 pontos, o Brasil ficou atrás de países como
■ Bulgária, Romênia e
■ os latino-americanos México, Chile e Uruguai.
Fica à frente apenas da Colômbia, Kazaquistão, Argentina, Tunísia, Azerbaijão, Indonésia, Albânia, Catar, Panamá, Peru e Quirguistão.
O país ficou bem abaixo da média da OCDE, de 496 pontos.
Os cinco melhores colocados são;
■ China (Xangai), com 577 pontos,
■ Hong Kong, com 546,
■ Finlândia e Cingapura, com 543, e
■ Coréia do Sul, com 541.
Em relação às provas anteriores, o Brasil melhorou. O país teve média geral de 368 pontos em 2000, 383 em 2003 e 384 em 2006 e está entre os três que mais evoluíram desde 2000, atrás apenas de Luxemburgo e Chile. A melhora ocorreu também nas áreas de conhecimento avaliadas.
A melhor pontuação em 2009 foi de leitura, com 412 pontos, seguida por ciências, com 405 e matemática, com 386. Na área de leitura, que teve ênfase em 2009 na avaliação, o Brasil mostrou melhora de 19 pontos de 2006 para 2009, após cair dez pontos de 2003 para 2006.
De forma geral, segundo o ranking, as meninas tiveram desempenho melhor do que os meninos, com 403 pontos, contra 399. E o forte das alunas é a leitura.
AMÉRICA LATINA
Os países da América Latina estão todos entre os últimos 20 colocados. A 54ª posição põe o Brasil a frente de Colômbia (55º), Argentina (57º), Panamá (63º) e Peru (64º). O melhor classificado é o Chile em 45º, seguido pelo México em 50º.
Ultimo Segundo - Cinthia Rodrigues e Priscilla Borges, iG São Paulo e Brasília | 07/12/2010 08:00
O QUE É O PROGRAMA INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS (PISA)
O Pisa avalia conhecimentos e habilidades que capacitam os alunos para uma participação efetiva na sociedade. A avaliação em leitura busca saber qual é a compreensão, o uso e a reflexão dos estudantes sobre textos escritos para alcançar objetivos. Já na matemática a intenção é medir a capacidade de atender suas necessidades no mundo para, por exemplo, expressar ideias bem fundamentadas.
Pontuação
No nível abaixo de 1 ficam aqueles que chegam a 358 pontos;
no 1, de 358 a 420;
no 2, de 421 a 482;
no 3, de 483 a 544;
no 4, de 545 a 606;
no 5, de 607 a 668; e
no nível 6, de 669 para cima.
Para a OCDE, encontram-se;
No Nível 1 os estudantes que conseguem responder questões envolvendo contextos familiares, onde toda a informação está presente e as questões estão claramente definidas. Esses alunos são capazes de identificar informações e realizar procedimentos rotineiros, de acordo com instruções diretas em situações explícitas. Podem desempenhar ações óbvias e seguir as informações presentes nos estímulos dos itens.
NO NÍVEL 2, os estudantes conseguem interpretar e reconhecer situações em contextos que requerem nada além do que uma inferência direta. Eles podem extrair informações relevantes de uma única fonte de informação e utilizar um método de representação. Alunos neste nível podem empregar algoritmos, fórmulas e procedimentos básicos e são capazes de raciocinar de forma direta e realizar interpretações literais de resultados.
NO NÍVEL 3, os estudantes conseguem executar procedimentos claramente descritos, selecionar e pôr em prática estratégias de resolução de problemas simples. Conseguem interpretar e utilizar representações baseadas em diferentes fontes de informação, além de refletir diretamente sobre elas. Podem desenvolver comunicações curtas para relatar suas interpretações, resultados e raciocínios. Os estudantes do nível 4 podem trabalhar efetivamente com modelos explícitos sobre situações complexas concretas, que podem envolver situações difíceis ou necessitar tomadas de decisões. Podem selecionar e integrar diferentes representações, incluindo simbólicas, ligando-as diretamente a aspectos da vida real. Utilizam habilidades bem desenvolvidas e conseguem refletir de forma flexível.
NO NÍVEL 5, os alunos são capazes de desenvolver trabalhos com modelos sobre situações complexas, identificando constrangimentos e especificando suposições. Podem selecionar, comparar e avaliar estratégias apropriadas de resolução de problemas para lidar com problemas complexos relativos a esses modelos. Alunos nesse nível podem trabalhar estrategicamente utilizando habilidades de raciocínio desenvolvidas e abrangentes, representantes apropriadas, caracterizações simbólicas e formais. Eles podem refletir sobre suas ações formulando e comunicando suas interpretações e raciocínios.
NO NÍVEL 6, estudantes conseguem conceitualizar, generalizar e utilizar informações baseadas em suas próprias investigações e modelagem de situações-problema complexas. Eles podem concatenar diferentes fontes e representações de informação e traduzi-las flexivelmente. Estudantes neste nível são capazes de pensar e raciocinar matematicamente de forma avançada. Esses alunos podem aplicar seus conhecimentos para desenvolver abordagens e estratégias para lidar com novas situações através do domínio de operações matemáticas simbólicas e formais. Estudantes neste nível conseguem formular e comunicar precisamente suas ações e reflexões sobre achados, interpretações, argumentos e suas pertinências.
Fontes: Estadão - 08 de dezembro de 2010 e Gazeta do Povo – 07 de dezembro de 2010
Comentário: Como diz a estudante Maria Gabriela, "deveria haver mais organização e deveriam exigir mais da gente, como acontece nas escolas particulares, com mais conteúdo, porque às vezes a gente fica com muita folga". É uma coisa tão simples, porém tão difícil colocar em prática devido a ideologia educacional existe no país. Estão mais preocupados com o formato educacional do que com o conteúdo.
Segundo a análise da revista Economist, o progresso recente meramente elevou o nível das escolas de desastroso para muito ruim;
■ a revista diz que dois terços dos jovens de 15 anos são incapazes de fazer qualquer coisa além de aritmética básica.
■ mesmo escolas privadas e pagas são medíocres. Seus alunos vêm das casas mais ricas, mas eles se tornam jovens de 15 anos que não se saem melhor que um adolescente médio da OCDE
■ uma das razões para a má qualidade do ensino é o desperdício de dinheiro. Como os professores se aposentam com salários integrais após 25 anos para mulheres e 30 para homens, até a metade dos orçamentos da escola vai para as aposentadorias
■ exceto em poucos locais, professores podem faltar em 40 dos 200 dias escolares sem ter o salário descontado.
SÓ DINHEIRO NÃO DEFINE RANKING
A primeira classificada no ranking é a região de Shangai, na China – o país pode escolher se submete toda a população à prova ou só um distrito – que estreou no ranking no topo das três áreas. “Ainda existe correlação entre a riqueza de um país e o nível de conhecimento de sua população. No entanto, o fato da China ser o 1º mostra que o PIB (Produto Interno Bruto) per capita não é o fato mais importante. Nações pobres não são incompatíveis com sistemas educacionais de alta performance”, diz o relatório da organização.
Segundo estudo, a riqueza é um fator que só influencia 6% na pontuação dos países. Mesmo entre os membros da OCDE, o primeiro colocado é a Coréia do Sul, que não está entre os mais ricos. Os Estados Unidos ficam em 26º.
Na década de 70 o desenvolvimento industrial do Brasil era bem superior da Coréia do Sul, mas enquanto a Coréia investia no sistema educacional com qualidade, o Brasil estava apenas preocupado com a proletarização do ensino com fins estatísticos.
A melhora do Brasil lembra o copo de água mais ou menos cheio ou vazio. Depende do observador. Parece quer o Brasil está formando os tiriricas transgênicos.
Pra quê o pobre estudar? Se o governo oferece tudo para ele, sem avaliar o retorno, Bolsa Família, universalização do celular, SUS, passar de ano sem estudar, o aluno finge que estuda e o professor finge que está dando aula, etc.
E a America Latina, coitada, vive do passado ideológico, nostálgico, em que a esquerda não modernizou , passando um filme de acetato num mundo digital.



