quarta-feira, 29 de junho de 2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 28 de junho de 2022

 





































Comentário: 
ESTADOS 
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.736), Rio de Janeiro (74.092), Minas Gerais (62.064), Paraná (43.707) e Rio Grande do Sul (39.974). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.153), Tocantins (4.162) e Sergipe (6.357). 

VACINAÇÃO 
Até o momento, já foram aplicadas 450.433.361 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178 milhões como primeira dose; 160,7 milhões, como segunda; e 4,9 milhões como dose única. Já receberam a dose de reforço vacinal 93,3 milhões de pessoas. A segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, foi aplicada em 9,1 milhões de pessoas. Fonte: Agência Brasil –Publicado em 28/06/2022

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 28 de junho de 2022

 

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Varíola dos macacos: Brasil já registra ao menos 16 casos

A prefeitura do Rio de Janeiro, através de sua secretaria de saúde, confirmou na noite de quinta-feira (23) mais dois casos de varíola dos macacos envolvendo residentes do município. As ocorrências se somam a outras 14 já registradas no país, conforme informou mais cedo o Ministério de Saúde. Dessa forma, já são 16 casos reconhecidos por autoridades sanitárias. Eles estão distribuídos por três estados: são dez ocorrências em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro e duas no Rio Grande do Sul.

Segundo a prefeitura, os dois novos casos confirmados envolvem homens, de 25 e 30 anos. Nenhum deles tem histórico de viagem internacional recente ou contato com viajante. Portanto, são possivelmente dois casos autóctones, isto é, a infecção ocorreu dentro do estado.

Considerando as novas ocorrências, a capital fluminense registra agora três casos confirmados. Todos os pacientes estão em isolamento domiciliar e sendo monitorados diariamente. Segundo a secretaria de saúde do município, eles apresentam boa evolução clínica. O órgão também informa que está monitorando pessoas que tiveram contato com os infectados. A cidade de Maricá responde pela outra ocorrência já confirmada no estado do Rio.

O levantamento divulgado mais cedo pelo Ministério da Saúde, embora ainda não contabilizasse os dois novos casos do Rio de Janeiro, incluía três ocorrências do estado de São Paulo que também foram confirmadas hoje. Todos os pacientes são do sexo masculino e residentes na capital paulista. Segundo o Ministério de Saúde, dos 14 casos até então relatados, três eram considerados autóctones. Outros 11 foram classificados como importados, uma vez que os pacientes possuem histórico de viagem para a Europa.

QUADROS ESTÁVEIS

Até o momento, não há no país registro de casos que evoluíram para uma situação grave. Tanto o Ministério da Saúde como as autoridades sanitárias estaduais e municipais têm relatado quadros clínicos leves e estáveis. Na Europa, onde estão concentrados mais de 80% das ocorrências do surto atual, também não há notificação de óbitos.

Há duas cepas conhecidas da varíola dos macacos. Uma delas, considerada mais perigosa por ter uma taxa de letalidade de até 10%, é endêmica na região da Bacia do Congo. A outra, que tem uma taxa de letalidade de 1% a 3%, é endêmica na África Ocidental e é a que tem sido detectada em outros países nesse surto atual. Ela produz geralmente quadros clínicos leves.

Conhecida internacionalmente como monkeypox, a varíola dos macacos é endêmica em regiões da África. Em maio, começaram a ser detectados novos casos na Europa e nos Estados Unidos, gerando uma preocupação sanitária internacional. Desde então, segundo Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 2 mil casos já foram notificados em mais de 40 países.

A doença é causaada por um vírus da família dos poxvírus, a mesma da varíola humana, erradicada em 1980. Ela tem esse nome por ter sido detectada inicialmente em colônias de macacos, embora possa ser encontrado principalmente em roedores. Entre pessoas, a transmissão ocorre por contato direto, como beijo ou abraço, ou por feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais, além de secreções respiratórias.

A infecção costuma resultar em um curto período de febre, seguido da formação de lesões e nódulos na pele ou erupção cutânea generalizada. Após a contaminação, os primeiros sintomas aparecem entre seis e 16 dias. As lesões progridem para o estágio de crosta, secando e caindo após um período que varia entre duas e quatro semanas. O maior risco de agravamento envolve pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes, crianças com menos de 8 anos de idade e pacientes com leucemia, linfoma ou metástase.

Não existe um tratamento específico. Como prevenção, a pessoa doente deve ficar isolada até que todas as feridas tenham cicatrizado. Também é recomendado evitar contato com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Outra medida indicada pelas autoridades sanitárias é a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel. Fonte: Agência Brasil - Rio de Janeiro-23/06/2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 22 de junho de 2022

 

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 22 de junho de 2022

 

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Coronavírus: Situação do Japão até 22 de junho de 2022

 

População do Japão – 125.507.472 (CIA)

Fonte: The Japan Times -  August  13 , 2021

Varíola dos macacos: Ministério da Saúde confirma mais dois casos

O Ministério da Saúde notificou mais dois novos casos de varíola dos macacos no país, totalizando 11 confirmações da doença. As novas detecções de contaminados pelo vírus monkeypox foram feitas pelo Laboratório Adolf Lutz em São Paulo por meio do método de isolamento viral.

Os dois pacientes são brasileiros, do sexo masculino, têm entre 36 e 38 anos, são residentes no estado de São Paulo e com histórico de viagem para a Europa. Os dois apresentam quadro clínico estável, não tem complicações e estão sendo monitorados pelas Secretarias de Saúde do estado e do município.

Segundo o ministério, todas as medidas de contenção e controle da doença foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de varíola dos macacos, com o isolamento dos pacientes e rastreamento dos seus contatos.

O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e do Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional, segue em articulação direta com o estado de São Paulo para o monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos.

No momento, o Brasil registra 11 casos confirmados, sendo sete em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois no Rio de Janeiro. Mais dez casos suspeitos permanecem em investigação. Dois dos casos confirmados receberam alta e os outros seguem isolados e em monitoramento. Fonte: Agência Brasil - Brasília - Publicado em 21/06/2022

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Varíola dos macacos: Ministério da Saúde confirma 8º caso no país

O Ministério da Saúde foi notificado sobre o oitavo caso registrado no Brasil do vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos O paciente é um homem de 25 anos, morador de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ele não viajou para o exterior, mas teve contato com estrangeiros.

O caso foi confirmado pelo Laboratório de Enterovirus do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio, que utilizou o método de Isolamento Viral para fazer o diagnóstico.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, o paciente está com quadro clínico estável, sem complicações e é monitorado pelo Instituto Nacional de Infectologia e pelas secretarias de Saúde do estado e do município.

“Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos”, informou o Ministério da Saúde, que notificou a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o caso.

CASOS INVESTIGADOS

Dois oito casos confirmados no país até o momento, quatro foram em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois no Rio de Janeiro. Há, ainda, seis casos em investigação.

O sétimo caso foi confirmado na sexta-feira (17), no Rio de Grande do Sul. As cinco pessoas que tiveram contato com o homem diagnosticado com varíola dos macacos no Rio de Janeiro não apresentaram sintomas até sábado. Fonte: Agência Brasil - Rio de Janeiro - Publicado em 20/06/2022

Varíola dos macacos: OMS anuncia resposta unificada contra doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) comunicou no sábado  (18) que vai suprimir de suas estatísticas a distinção entre países endêmicos e não endêmicos quanto ao vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos. Segundo a organização, a medida pretende facilitar uma resposta unificada ao vírus.

“Estamos eliminando a distinção entre países endêmicos e não endêmicos, informando sobre os países juntos sempre que for possível, para refletir a resposta unificada necessária”, diz o comunicado divulgado neste sábado no site da OMS.

Antes de a doença se espalhar por diversos países, a varíola dos macacos era considerada endêmica (que circula o ano todo em um país, com volume esperado de casos e óbitos) em países da África Central e da África Ocidental. Mas nos últimos meses houve relatos da doença em diversos outros países não endêmicos, especialmente na Europa, que já responde por 84% dos casos notificados, segundo a OMS.

Somente neste ano, entre os dias 1º de janeiro e 15 de junho, disse o órgão, 2.103 casos confirmados da varíola do macaco foram relatados em 42 países, assim como um caso provável e uma morte. A OMS, no entanto, considera que o número de casos seja ainda maior. “É provável que o número real de casos permaneça subestimado. Isso pode ocorrer em parte devido à falta de reconhecimento clínico precoce de uma doença infecciosa que se pensava ocorrer principalmente na África Ocidental e Central, uma apresentação clínica não grave para a maioria dos casos, vigilância limitada e falta de diagnósticos amplamente disponíveis”, disse a organização.

A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) causa uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 80. Há duas cepas endêmicas da monkeypox em circulação no planeta atualmente. A cepa endêmica na África Ocidental, que tem uma taxa de letalidade de 1% a 3%, é a que tem sido responsável pelo surto atual em outros países. A outra cepa de monkeypox também endêmica em alguns países africanos, originária do Congo, é considerada mais perigosa com taxa de letalidade de até 10%, de acordo com a OMS.

Por enquanto, a OMS avalia a doença como de risco moderado, por ser a primeira vez que se dão focos de contágio em países não endêmicos, e muito distantes entre si. No dia 23 de junho, a organização deve se reunir para avaliar se o surto atual representa uma “emergência de saúde pública de importância internacional”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em sua rede social. A pandemia do novo coronavírus, por exemplo, foi declarada emergência de saúde pública de importância internacional pela OMS em janeiro de 2020.

TRANSMISSÃO

A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel. Fonte: Agência Brasil - São Paulo - Publicado em 18/06/2022

Colômbia elege Gustavo Petro, primeiro presidente de esquerda do país

Gustavo Petro, ex-membro do movimento guerrilheiro M-19 que prometeu mudanças sociais e econômicas profundas, conquistou a Presidência da Colômbia no domingo (19), tornando-se o primeiro candidato de esquerda na história do país.

Petro venceu o magnata da construção Rodolfo Hernández com uma margem inesperadamente ampla, de mais de 700 mil votos, no que analistas disseram ser uma demonstração da ânsia dos colombianos por esforços para combater a profunda desigualdade.

Petro, ex-prefeito da capital Bogotá e atual senador, prometeu combater a desigualdade com educação universitária gratuita, reforma previdenciária e altos impostos sobre terras improdutivas. Ele obteve 50,5% dos votos contra 47,3% de Hernández. Fonte: Agência Brasil - Publicado em 20/06/2022

sábado, 18 de junho de 2022

Varíola dos macacos: Ministério da Saúde confirma sétimo caso

 O Ministério da Saúde informou que o sétimo caso de varíola dos macacos (monkeypox) foi notificado no país. De acordo com a pasta, o mais recente foi confirmado nesta sexta-feira (17) no Rio Grande do Sul.

O paciente é um homem de 34 anos, com histórico de viagem para a Europa. Segundo a pasta, o paciente está em isolamento domiciliar e apresenta estado clínico estável, sem complicações. Ele é monitorado pelas secretarias de Saúde municipal e estadual.

Dos sete casos confirmados, quatro estão em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Nove casos suspeitos são investigados.

A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo ou íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade. Fonte: Agência Brasil – Brasília - 17/06/2022

Varíola dos macacos: Mapa global do surto

 

A varíola dos macacos pode ser transmitida por gotas de saliva e por contato com fluidos corporais e lesões cutâneas. Já os sintomas são semelhantes aos da varíola humana - que está erradicada no mundo desde 1980 -, como febre, dores musculares e o surgimento de bolhas na pele, embora de forma mais leve.

O nome "varíola de macacos" se deve ao fato de o vírus ter sido descoberto em colônias de símios, em 1958. Atualmente, acredita-se que os roedores sejam os principais hospedeiros do patógeno. Fonte:ANSA


quinta-feira, 16 de junho de 2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 16 de junho de 2022

 

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 16 de junho de 2022

 

Varíola dos macacos: Rio tem primeiro caso

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) confirmou na quarta-feira (15) o primeiro caso da varíola dos macacos (monkeypox) na cidade. A vítima é um brasileiro, de 38 anos, mas que mora em Londres, na Inglaterra. Ele chegou ao Brasil no sábado (11) e, no dia seguinte, procurou atendimento médico no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz).

As amostras clínicas foram encaminhadas ao Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que é referência nacional. O resultado positivo para a doença foi liberado ontem (14).

ISOLAMENTO

“Ele está com sintomas leves, em isolamento domiciliar e sob o monitoramento da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS-Rio). Todos os seus cinco contactantes estão em investigação para orientações e monitoramento”, informou a secretaria.

Acrescentou, ainda, que a SVS-Rio mantém vigilância ativa para detecção oportuna de casos da doença no Rio. A Superintendência de Vigilância “também está monitorando o cenário epidemiológico nacional e internacional mantendo as unidades de saúde informadas e orientadas para vigilância, alerta e resposta a eventos de saúde pública”, finalizou.

BRASIL

De acordo com o Ministério da Saúde, além do caso do Rio, houve a notificação de outro registro de monkeypox no estado de São Paulo. É um homem de 31 anos, que mora na capital. Segundo o ministério, o paciente tem histórico de viagem para a Europa, com retorno ao Brasil na segunda-feira (6). “O caso também foi confirmado laboratorialmente com exame RT-PCR, seguido de sequenciamento pelo Instituto Adolfo Lutz”, informou a pasta.

Ainda conforme o ministério, as medidas de controle foram adotadas de forma imediata, como isolamento e rastreamento de contatos em voo internacional com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde se mantém em articulação direta com os estados, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos.

Também na quarta-feira (15), foi descartada, pela Fundação Ezequiel Dias, a possibilidade da morte de um homem, de 41 anos, em Minas Gerais, ter sido causada por varíola dos macacos. “Trata-se de um homem de 41 anos, sem histórico de viagem e sem contato com caso suspeito ou confirmado para a doença. As causas do óbito ainda estão em investigação”, concluiu o ministério.

No momento, segundo a pasta, o Brasil registra cinco casos confirmados, sendo três em São Paulo, um no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Oito casos seguem em investigação. Fonte: Agência Brasil* - Rio de Janeiro - 15/06/2022

Varíola dos macacos: Brasil registra terceiro caso de varíola dos macacos

 O Brasil tem mais um caso de varíola dos macacos diagnosticada. Na noite de domingo (12), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul notificou uma ocorrência de “caso importado” da doença.

O diagnóstico foi confirmado laboratorialmente, no domingo, pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo. Trata-se de um paciente residente em Porto Alegre, do sexo masculino, 51 anos, que viajou para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês.

“O paciente está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas secretarias de Saúde do estado e do município”, diz nota divulgada pelo Ministério da Saúde.

O ministério acrescenta que “todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox [varíola dos macacos, em inglês], com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

CASOS NO PAÍS

De acordo com o ministério, no momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem isolados e em monitoramento. Fonte: Agência Brasil - Brasília - Publicado em 13/06/2022

terça-feira, 14 de junho de 2022

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 12 de junho de 2022

 

Coronavírus: Situação do Brasil até 12 de junho de 2022

 

VACINAÇÃO Segundo o Ministério da Saúde, foram aplicadas 441.542.921 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,3 milhões como primeira dose, 159,8 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Mais 89,3 milhões de pessoas receberam a dose de reforço, 6,2 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina e 4 milhões receberam a dose adicional. Fonte- Agência Brasil – Brasília - Publicado em 13/06/2022

domingo, 12 de junho de 2022

Varíola dos macacos: Brasil confirma 2º caso de varíola dos macacos; o que se sabe até o momento

O segundo caso de varíola dos macacos no Brasil foi confirmado neste sábado (11/6) pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Trata-se de um homem de 29 anos que, segundo a entidade, está em isolamento na cidade de Vinhedo, no interior do Estado.

Segundo a entidade, o caso é considerado "importado", ou seja, considera-se que a doença foi adquirida no exterior. O homem tem histórico de passaram por Portugal e Espanha teve as primeiras lesões de pele na Europa.

O primeiro caso havia sido confirmado na quinta (9/6) - um homem de 41 anos que, segundo informações iniciais, passou por Portugal e Espanha no mês passado. Ele está internado no Hospital Emílio Ribas, em São Paulo (SP), desde a última segunda-feira (6/6). De acordo com a pasta, o paciente está em bom estado clínico.

A confirmação do segundo caso, segundo a secretaria de Saúde, foi feita por um laboratório espanhol que colheu amostras do paciente ainda na Europa. Já a confirmação do primeiro foi feita após resultado de exame feito pelo Instituto Adolfo Lutz por RT-PCR do vírus Varicela Zoster (com resultado negativo) e análise metagenômica do material genético, quando então foi identificado o genoma vírus da varíola dos macacos.

Todos aqueles que tiveram contato com ambos os homens têm sido monitorados pelas equipes de vigilância.

SETE CASOS SUSPEITOS

Além dos casos confirmado há, ao menos, outras sete suspeitas de varíola dos macacos no Brasil, sendo quatro homens e três mulheres. De acordo com o governo federal, são dois em Santa Catarina, dois em Rondônia, um em Pacatuba (CE), um em Porto Alegre e um em Corumbá (MS).

"Essa doença é um evento incomum e inesperado em áreas não endêmicas. Trata-se de um agente com alto potencial de transmissão por contato através de gotículas, principalmente por fluidos corporais, e existe a necessidade de assegurar a assistência - o que inclui tratamento, capacidade laboratorial, equipamentos de proteção, e descontaminação", disse Janaína Sallas, representante da Secretaria de Vigilância de Saúde, durante evento do Ministério da Saúde na manhã de quarta-feira (8/6), segundo informações da Agência Brasil.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que já foram confirmados 780 casos de varíola dos macacos em todo mundo entre 13 de maio e 2 de junho.

Os sintomas geralmente são leves e desaparecem por conta própria em cerca de três semanas.  Fonte: BBC Brasil - 9 junho 2022

Inflação dispara nos EUA e atinge maior patamar em 40 anos

Preços ao consumidor aumentam 8,6% em maio, puxados pelos custos de energia e alimentação. Índice aprofunda crise no governo Biden e gera pressão por novos aumentos nas taxas de juros.

A taxa de inflação nos Estados Unidos aumentou em 8,6% no mês de maio, atingindo o maior patamar em quatro décadas, segundo os dados divulgados na sexta-feira (10/06) pelo Departamento do Trabalho dos EUA.

Os novos números aprofundam a crise no governo do presidente americano, Joe Biden, e frustram as esperanças de que o aumento dos preços ao consumidor pudessem ter atingido o ápice, enquanto a população sofre para cobrir os gastos essenciais, como alimentação, moradia e combustíveis.

SETOR DE ENERGIA

A alta da inflação em maio foi impulsionada pelos preços do setor de energia – petróleo bruto, gás e eletricidade – que aumentaram 34,6% nos últimos 12 meses, puxados pela alta de 106,7% do petróleo, sendo este o maior aumento desde o início dos registros dos dados de inflação.

Na comparação com abril, os preços da energia aumentaram 3,9%, após uma queda de 2,7% no mês anterior. Os alimentos registaram alta de 10,1% em um ano, com alta de 11,9% nos os produtos relacionados às compras em supermercado – a maior alta desde 1979 – e de 7,4% nos restaurantes.

A gasolina aumentou 4% em maio, sendo que em um ano a alta foi de quase 50%. As passagens aéreas subiram quase 38% no ano passado, o maior aumento desde 1980. Excluídos os preços dos alimentos e da energia, o aumento da inflação em maio foi de 6%.

NOVOS AUMENTOS NA TAXA DE JUROS

A alta da inflação, que resultou nos números mais altos registrados desde 1981, devem aumentar a pressão para que o Fed – Federal Reserve, instituição que atua como uma espécie de Banco Central americano – continue a aumentar agressivamente a taxa de juros.

Isso, porém, implicaria em custos mais altos nos empréstimos para os consumidores e empresas, exacerbando o risco de uma recessão.

Os dados revelados n sexta-feira reforçam os temores de que a inflação americana esteja se espalhando além dos setores de energia e alimentação, impulsionados pelos gargalos na cadeia global de abastecimento e pela invasão russa à Ucrânia.

Pesquisas de opinião revelam que os americanos veem a alta da inflação como o maior problema no país nos dias atuais. A maioria reprova o gerenciamento econômico do governo Biden. Fonte: Deutsche Welle – 10.06.2022

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 8 de junho de 2022

 

Coronavírus: Situação do Brasil até 8 de junho de 2022

UE aprova modelo único de carregador de celular


Aparelhos como smartphones e tablets terão que adotar conector USB-C a partir de 2024. Decisão, que visa diminuir o lixo eletrônico no continente, gera forte revés para a Apple, que era contra a proposta

Os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) concordaram nesta terça-feira (07/06) com a aprovação de uma lei que impõe uma padronização para os carregadores de telefones celulares e tablets em todos os países do bloco.

A decisão, que gera um forte revés para a gigante da tecnologia Apple, estabelece que a maioria dos equipamentos portáteis devem ser recarregados através de entradas USB-C a partir do final de 2024, informou um comunicado do Parlamento Europeu.

Bruxelas acredita que um modelo de cabo padronizado para todos os aparelhos poderá reduzir o lixo eletrônico no continente. A Apple, desenvolvedora do iPhone, afirma que o carregador de tamanho único poderá desacelerar a inovação e criar ainda mais poluição. Além disso, a imposição da padronização tem potencial para afetar todo o mercado global de smartphones.

A UE tem uma população de cerca de 450 milhões de pessoas, entre as quais, alguns dos consumidores de maior poder aquisitivo do planeta.

"A nova lei facilitará a vida dos consumidores e será melhor para o meio ambiente", observou o europarlamentar Andrey Kovatchev, um dos negociadores da proposta. "Chegou a hora de pôr fim às pilhas de cabos que todos nós temos em nossas gavetas e economizarmos em torno de 11 mil toneladas de lixo eletrônico por ano."

Atualmente, os consumidores têm de escolher entre três tipos de carregadores.: o chamado "Lightning" para os aparelhos da Apple; o micro-USB, utilizado na grande maioria dos demais smartphones, e o novo USB-C, que tem sido cada vez mais usado pelos europeus.

Isso é resultado de uma simplificação adotada em 2009. Até então, dezenas de tipos diferentes de carregadores eram vendidos juntamente com os aparelhos, o que resultava no acúmulo de lixo eletrônico quando os consumidores trocavam de smartphones.

APPLE ERA CONTRA A PROPOSTA

Ao apresentarem a proposta de padronização no ano passado, as autoridades europeias avaliaram que o desperdício ainda existia, uma vez que os consumidores europeus gastavam aproximadamente 2,4 bilhões de euros por ano em carregadores avulsos comprados separadamente.

A Apple, que já utiliza os conectores USB-C em alguns de seus aparelhos, como iPads e laptops, se recusava a aceitar a proposta europeia. A empresa insistia que forçar a imposição de um carregador universal para todos os aparelhos na UE seria algo despropositado.

Mas, segundo analistas, a mudança poderá impulsionar as vendas dos produtos da Apple na Europa a partir de 2024. Os consumidores europeus poderão se sentir motivados para adquirir os produtos da empresa, após estarem adaptados para os padrões do bloco. Fonte: Deutsche Welle – 07.06.2022

Entenda as vantagens de ter um cabo USB tipo C

Os modelos de cabos e portas USB tipo C estão presentes em diversos computadores e dispositivos móveis modernos. Essa é uma tecnologia que oferece diversas vantagens para o dia a dia dos usuários.

A seguir, conheça mais sobre o formato e as possibilidades que proporciona. Tal como, entenda os motivos pelos quais ele se tornará um conector cada vez mais comum nos produtos.

O QUE É USB-C?

O USB-C é um padrão de conector para transmissão de dados e energia em um único cabo. O modelo foi desenvolvido pelo USB Implement Forum, grupo formado por mais de 400 empresas que aperfeiçoou, certificou e guiou a tecnologia ao longo dos anos.

Isso possibilitou que o formato fosse adotado por importantes marcas de computadores, dispositivos móveis e outros gadgets. Ele já é o padrão de conexão de smartphones e outros acessórios modernos.

Embora tenha um visual semelhante ao antigo micro USB, o USB-C tem várias aplicações importantes para a rotina dos usuários. Conheça algumas:

1-CONECTOR SIMÉTRICO E SIMPLIFICADO

O design oval e achatado é uma das vantagens do USB tipo C. O cabo não tem uma orientação para cima ou para baixo, possibilitando que ele esteja sempre em uma posição correta para a conexão.

Além disso, ele é um modelo reversível. Se o cabo tiver o mesmo formato de conector em ambas as extremidades, o usuário não precisa pensar muito para descobrir qual é a ponta que se conecta com determinada porta.

2-GRANDE DURABILIDADE

Estudos revelaram que os cabos USB-C têm uma grande durabilidade. Esses modelos foram desenvolvidos para suportar até 10 mil ciclos de conexão, o que é seis vezes mais durável do que qualquer USB tipo A.

O formato simétrico também reduz os danos causados pelo uso constante dos conectores. Esse é mais um segredo para o modelo ser um acessório com extensa vida útil.

3-ALTA TAXA DE TRANSFERÊNCIA DE DADOS

O USB-C tem a maior velocidade de transferência de dados em comparação aos antecessores. Entretanto, isso pode variar conforme a tecnologia padrão USB suportada pelo cabo.

Por exemplo, os modelos USB 3.0 registram taxas de transferência de até 5 Gbps. Enquanto isso, o USB 3.2 de 2ª geração suporta até 20 Gbps de transferência e o padrão USB 4 atinge até 40 Gbps.

Esses detalhes são extremamente importantes na hora de adquirir um cabo USB tipo C. Também é recomendado observar se os dispositivos são compatíveis com os padrões encontrados nos acessórios.

4-SUPORTE A CARREGAMENTO RÁPIDO

Outro recurso dos cabos USB-C é o suporte a tecnologia Power Delivery Charging (PD Charging). Essa é uma tecnologia que oferece carregamento rápido para alguns dispositivos com sistema operacional Android ou iOS.

O poder pode ser medido em uma breve comparação. Os antigos modelos USB 2.0 podem carregar um celular com 2,5 watts de potência, enquanto o USB-C pode fornecer até 100 watts de potência.

Assim, o PD Charging promove energia suficiente para alimentar um notebook. Para mais, os cabos que têm o mesmo conector nas duas pontas são bidirecionais, o que permite que o dispositivo envie e receba energia conforme a preferência do usuário.

5-FACILIDADE DE CONEXÕES

Além da transmissão de dados e energia, o USB tipo C facilita a conexão entre dispositivos. Por exemplo, esse formato pode conectar um desktop a um monitor externo — dispensando o uso do cabo HDMI.

O modelo também transfere dados entre um notebook e um HD externo que estejam conectados a um mesmo monitor. Mais um exemplo de como um único cabo possibilita realizar várias tarefas e otimizar o tempo.

Há testes em andamento para fornecer um novo padrão de áudio usando o USB-C. Assim, o formato é um potencial substituto do tradicional conector P2.

6-FUTURO CONECTOR UNIVERSAL

Com essa quantidade de vantagens, o USB-C deve se tornar um conector universal muito em breve. Várias companhias de tecnologia já estudam adotar esse modelo de conector como padrão para os futuros lançamentos.

Fabricantes de computadores e dispositivos móveis continuam incorporando portas USB-C na maioria dos principais produtos. Fato que mostra a grande força que o modelo de conexão tem na indústria. Fonte:Tecmundo - 25/07/2021

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Refugiados ucranianos da guerra

Desde o início da invasão russa, cerca de 6,8 milhões de ucranianos fugiram de seu país. Além disso, a guerra deixou mais de 7,7 milhões de deslocados internos.

Mapa mostra para onde foram refugiados da Ucrânia.

Após fugir inicialmente para os países vizinhos, pelo menos 3 milhões de pessoas continuaram sua jornada para outras nações, segundo a Agência da ONU para os Refugiados (Acnur). Além da Polônia, a Alemanha e a República Tcheca abrigam atualmente o maior número de refugiados ucranianos: respectivamente, cerca de 727 mil e 348 mil.

Cerca de 2 milhões de ucranianos retornaram ao seu país desde que inicialmente fugiram da guerra , mas a Acnur esclarece que, em muitos casos, trata-se de viagens de ida e volta – como pessoas que vão visitar familiares ou verificar a situação de suas propriedades – e não indica um fluxo estável de retornos para a Ucrânia.

Os ucranianos que se dirigem para países da União Europeia têm recebido apoio, mas também têm que passar por sistemas de admissão complicados. Refugiados que se estabelecem em um novo país dependem normalmente da rede de segurança social, pelo menos por algum tempo. Fonte: Deutsche Welle – 03.06.2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 4 de junho de 2022

 


Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 4 de junho de 2022

 

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Coronavírus: Depois de dois meses, lockdown em Xangai é encerrado

Após dois meses de frustrações, desespero e perdas econômicas, o regime de lockdown contra a covid-19 em Xangai foi encerrado à meia-noite de quarta-feira (horário local), levando a comemorações temperadas com medo de que um novo surto da doença possa acontecer.

A maioria dos 25 milhões de moradores de Xangai agora podem sair livremente de casa, voltar ao trabalho, utilizar o sistema de transporte público e dirigir seus carros--um momento que, para muitos, na maior e mais cosmopolita cidade da China, parecia que nunca ia chegar.

À meia-noite, pequenos grupos se reuniram no bairro da antiga Concessão Francesa, assobiaram, gritaram "proibição suspensa!" e brindaram com taças de champanhe.

Mais cedo, as ruas estavam animadas, com moradores fazendo piqueniques nos gramados e crianças passando com suas bicicletas nas avenidas sem carros. Aposentados dançando, uma visão noturna comum nas cidades chinesas, apareceram novamente pela primeira vez após meses em praças e espaços abertos ao longo do rio Huangpu.

A Disneylândia de Xangai, que ainda não anunciou sua data de reabertura, transmitiu um show de luzes para celebrar "a suspensão do lockdown em Xangai". Foi utilizada uma expressão chinesa que também significa "proibição", e que era evitada pelas autoridades municipais.

A experiência de Xangai se tornou um símbolo do que alguns criticam como a insustentabilidade da política de tolerância zero da China contra a covid-19, que busca interromper toda cadeia de transmissão do vírus a qualquer custo, mesmo enquanto a maior parte do mundo tenta voltar ao normal apesar da continuidade das infecções. Fonte: Agência Brasil - 31/05/2022 - 15:57

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 2 de junho de 2022

 

Coronavírus: Situação do Brasil até 2 de junho de 2022

 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Inflação da zona do euro bate recorde e chega a 8,1% em maio

Disparada de preços nos últimos 12 meses na região é atribuída ao impacto da guerra na Ucrânia nos custos de energia e alimentos, após altas provocadas por problemas nas cadeias de fornecimento devido à pandemia.

A inflação nos 19 países da zona do euro nos últimos 12 meses subiu para 8,1% em maio, ante 7,4% em abril, segundo números divulgados nesta terça-feira (31/05) pelo Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat).

Os preços vêm subindo acentuadamente desde o ano passado, inicialmente devido a problemas na cadeia de suprimentos após a pandemia de covid-19 e posteriormente devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os custos de energia saltaram 39,2% como resultado da crise global energética causada pela guerra. Já os alimentos ficaram 7,5% mais caros, enquanto os preços de outros bens – como roupas, eletrodomésticos, carros, computadores e livros – subiram 4,2%, e o custo dos serviços aumentou 3,5%.

A taxa de inflação da Alemanha atingiu 7,9% em maio, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Departamento Alemão de Estatísticas (Destatis).

Inflação na zona do euro – com população de cerca de 343 milhões de pessoas. – está agora em seu nível mais alto desde que os registros para a moeda começaram, em 1997.

Aumento dos juros

Para domar os aumentos de preços, o Banco Central Europeu já cogita um aumento de 0,25 ponto percentual em sua taxa de depósitos negativa de -0,5% em julho e setembro.

No início de maio, o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) elevou as taxas de juros em 0,5 ponto percentual pela primeira vez desde 2000, em uma tentativa de combater a inflação crescente.

Os países da zona euro são a Áustria, Bélgica, Chipre, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda,  Portugal, Eslováquia, Eslovênia e Espanha. Fonte: Deutsche Welle – 31.05.2022

 

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 31 maio de 2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 31 de maio de 2022