sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sábio aimará que abençoou Morales antes da posse é preso com cocaína naBolívia

bligo-Xama.jpgO xamã aimará que há quatro anos abençoou o presidente da Bolívia, Evo Morales, e lhe entregou um bastão indígena pouco antes sua posse como governante foi detido portando 240 quilos de cocaína. Conhecido como um "amauta" - sábio indígena -, Valentín Mejillones foi preso na terça-feira junto com seu filho e um casal de colombianos, segundo o diretor da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico, coronel Félix Molina.

O vice-presidente boliviano, Álvaro García, se apressou em declarar que Mejillones não foi escolhido por Morales para a celebração antes de sua posse nem para a cerimônia que antecedeu o ato em que assumiu seu segundo mandato, da qual o xamã também participou. De acordo com García, Mejillones foi indicado por grupos religiosos para abençoar o presidente.

O diretor da força especial contra o tráfico da Bolívia disse que a cocaína encontrada com o religioso estava em estado líquido, na casa dele, na cidade de El Alto. A droga foi avaliada em US$ 240 mil. No local, também foram encontradas instalações para o refino de cocaína, "com tecnologia colombiana". Mejillones disse ter sido enganado pelos colombianos.  

- Não tenho nada a ver com isso. Eu lhes fiz um favor, humanamente. Eles me disseram que iam fazer pastilhas de erva e pomadas - afirmou o sábio. Ele e os colombianos serão levados à Justiça esta semana e enfrentarão julgamento por tráfico de drogas. O grupo pode ser condenado a 20 anos de prisão. Descartando uma relação próxima entre Mejillones e Morales, o vice-presidente boliviano afirmou que "seja quem for" o sábio deverá ser submetido às medidas judiciais adequadas.

Em janeiro de 2006, Morales assumiu um simbólico mando indígena antes de tomar posse como presidente. Segundo o governo, Mejillones foi escolhido pelo povo aimará para liderar a cerimônia. O presidente boliviano é de origem aimará, nação indígena mais numerosa do país.Fonte: Globo Online - Publicada em 29/07/2010 

Comentário: Como se diz; Diga com quem andas, que direi quem és.  A cerimônia  deve ser do tipo festa Rave, no canto xamã e  no embalo da coca. Faz parte da Nação Bolivariana. Muito provável durante a cerimônia o pózinho pirim-pim-pim  estava presente para viajar e encontrar os ancestrais.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Simón Bolívar: verdadeiro e o genérico

1280446419046-bligo-SimonBolivar.jpgSeu nome completo era Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palacios y Blanco

Se estivesse vivo, o que ele pensaria do culto à sua imagem e da "revolução" pregada em seu nome? "Ele acharia isso muito engraçado", acredita o autor de uma biografia do herói sul-americano publicada em 2009.

Na Venezuela, tudo o que se relaciona às conquistas independentistas latino-americanas precisa ser descrito em tom solene, principalmente os episódios dos quais o líder caraquenho Simón Bolívar (1783-1830) fez parte. Por causa de seu papel predominante nos processos de emancipação da Bolívia, Colômbia, Equador, Panamá, Peru e seu país natal, o venezuelano recebeu o apelido de "Libertador".

Os acontecimentos que levaram às independências passaram para a História como episódios cheios de atos heróicos. As batalhas foram narradas em linguagem grandiloquente, venerando os protagonistas. Esses foram um instrumento útil nas mãos da elite política crioula quando a Capitania Geral da Venezuela se tornou independente do império espanhol para converter-se em república autônoma, dotada de certa coesão territorial e identidade própria. A exaltação de heróis nacionais contribuiu para criar essa identidade.

A personificação da política

"Tradicionalmente, a dimensão dos componentes pessoais da política na América Latina é muito grande e a tendência a interpretações pessoais dos acontecimentos políticos foi crescendo com o passar do tempo. Isso tem como efeito negativo a diminuição da confiança nas instituições e, em consequência, a longevidade e o rendimento das democracias se veem severamente limitados", observa Günther Maihold, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP, da sigla do alemão) de Berlim.

É preciso levar tudo isso em conta para compreender a função que teve o culto à vida e obra de Bolívar no século 19. Isso também ajuda a explicar a crescente glorificação do pensamento bolivariano por parte do presidente venezuelano, Hugo Chávez. Ele tem investido parte do seu capital político e econômico na promoção de sua própria versão do bolivarismo – tanto no seu país quanto nas demais nações latino-americanas que lhe dão ouvidos.

De herói a traidor a herói...

"No final de sua vida, Bolívar foi considerado traidor da pátria. Expulso da Venezuela, morreu na Colômbia. Apenas 12 anos depois, quando seu corpo foi levado de volta ao seu país, começou o culto à sua efígie. Devido à lucidez de suas reflexões, ele parecia ser a única pessoa capaz de dar sustento político e ideológico à Venezuela", explica Norbert Rehrmann, professor da Universidade Técnica de Dresden e autor de uma bibliografia sobre Simón Bolívar publicada em abril de 2009.

"No século 19, a Venezuela precisava de algo ou alguém que personificasse a ideologia nacionalista e esse alguém era Bolívar, que havia propagado a noção de um Estado venezuelano quando a nação ainda não existia dessa forma", complementa Rehrmann. Portanto, tanto o legado intelectual deixado pelo Libertador – cartas, discursos e manifestos políticos – quanto seu poder iconográfico são as chaves para compreender o fascínio por Bolívar.

Gênio e figura

Simón Bolívar é um personagem complexo. Para o professor Norbert Rehrmann, tal complexidade tem ocasionado, há dois séculos, contradições nas descrições do herói venezuelano. Ora ele é tido como um convencido liberal, ora como precursor do socialismo contemporâneo – essas são apenas duas das várias leituras que se fazem dos documentos deixados pelo ilustre militar. Por outro lado, as imagens que oscilam entre guerreiro invencível, gênio incompreendido e mártir que morreu vestindo uma camisa emprestada, vítima de ingratidões e intrigas palacianas, servem como temas para extensas monografias.

Para Rehrmann, a imagem do Libertador de que Hugo Chávez se vale atualmente não representa a realidade. "Apresentar Bolívar como um anti-imperialista ou pioneiro do socialismo é um discurso que só pode causar riso. Bolívar era um aristocrata, um oligarca cuja aversão a escravos e mestiços vinha desde criança. De qualquer forma, não era um político interessado na justiça social ou na participação política do povo. Essa imagem de Bolívar é absurda, ainda que não seja invento de Chávez. Essa imagem do Libertador tem precedentes".

Uma imagem impalpável

Segundo Rehrmann, até 1816 Bolívar era conhecido na Alemanha como um liberal, conquistando admiração dos grandes liberais alemães por causa de sua liderança em um movimento de resistência. "O maior historiador liberal alemão do século 19, Georg Gottfried Gervinus, descobriu Bolívar em 1815 e ficou admirado", diz Rehrmann.

"Gervinus se distanciou radicalmente de Bolívar em 1820, concordando com muitos críticos latino-americanos ao percebê-lo como um perigo por propiciar a instauração de um Estado centralista e autoritário. Os líderes liberais da época tinham ideias muito diferentes das que Bolívar pregava."

Segundo Rehrmann, Bolívar era criticado na América Latina por sua insistência em instaurar um senado hereditário e uma presidência vitalícia. "Na realidade, eram características de uma monarquia disfarçada", comenta. "Hoje, muitos alemães de esquerda tendem a aplaudir os ideais bolivarianos assumidos por Hugo Chávez com o argumento de que o século 19 era uma época diferente e que não se pode julgar um homem daquele tempo com base em critérios contemporâneos. Mas isso é absolutamente errado."

Bolívar e os bolivarianos


 

Seu nome completo Hugo Rafael Chávez Frías

Em homenagem ao Libertador, sua terra natal foi rebatizada de República Bolivariana da Venezuela. Além disso, o adjetivo "bolivariano" foi acrescentado aos nomes de quase todas as instituições estatais, buscando alinhar a imagem nacional ao projeto ideológico que Hugo Chávez tem planejado para o país: a "revolução bolivariana". Mas como podemos entender o que essa terra tem de bolivariana se, aparentemente, não existe acordo sobre o que isso significa?

"São feitas tantas interpretações do pensamento de Bolívar e, mesmo no discurso de Chávez existem tantas variantes, que é impossível encontrar um núcleo do pensamento bolivariano ou um fragmento que possa ser considerado comum a todos os venezuelanos. O pensamento bolivariano é uma fonte de onde cada um toma o que precisa", observa Maihold.

O prócer maquiado

Rehrmann concorda com Maihold, acrescentando que a doutrina bolivariana de Chávez disfarça qualidades que o próprio herói nunca escondeu, atribuindo-lhe outras que o prócer nunca teve, além de ignorar uma que tanto Bolívar quanto Chávez têm em comum: "ambos são defensores de um Estado centralista e autoritário".

"Mas Chávez faz uma interpretação grotesca do líder ao retratá-lo com uma boina vermelha. Se estivesse vivo, Bolívar ficaria enfurecido ou riria muito porque, afinal de contas, ele não tinha nada a ver com as premissas políticas defendidas por Chávez – pelo menos retoricamente", ressalta professor da Universidade Técnica de Dresden. Fonte: Deutsche Welle - 15.03.2010 

Uribe deplora comentários de Lula sobre crise entre Colômbia e Venezuela

O Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse hoje que "deplora" o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter se referido à crise com a Venezuela como "um caso de assuntos pessoais" e ter ignorado a "ameaça" que representa a presença de guerrilheiros no país.

Uribe "deplora" que Lula, "com quem cultivamos as melhores relações, tenha se referido a nossa situação com a República Bolivariana da Venezuela como se fosse um caso de assuntos pessoais", afirma um breve comunicado da Presidência. UOL Noticias - 29/07/2010 - 13h11

Comentário: O público do Lula é a massa popular e a esquerda romântica latina bolivariana, com chavões ideológicos  e  frases bombásticas. E os companheiros da cruzada da esquerda, Cristina Kirchner, Morales, Chávez e Corre. São os mosqueteiros da  esquerda. Todos por um e um por todos. Alguns países da América Latina querem ressuscitar a Múmia Latina, Bolívar. Bolívar queria o poder vitalício, adapta-se muito  bem ao socialismo andino. No mundo civilizado ele  é retratado como  presidente que alegra a corte internacional. Ele quer apresentar o Brasil como uma grande nação, potência emergente,  nas questões de segurança, sem poder de fogo É o leão de circo, cansado, só alegre a platéia.

Uribe rechaza declaración de Lula frente a crisis con Venezuela

La Casa de Nariño expidió una declaración en la que el presidente Álvaro Uribe le reclama a su homólogo de Brasil, Luis Inacio Lula, por sus comentarios sobre la crisis diplomática con Venezuela y le pidió plantear alternativas reales de solución.

El pronunciamiento fue hecho por el secretario de prensa de la Presidencia, César Mauricio Velásquez, quien aseguró que "el Presidente de la República deplora que el Presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, con quien hemos cultivado las mejores relaciones, se refiera a nuestra situación con la República Bolivariana de Venezuela como si fuese un caso de asuntos personales, ignorando la amenaza que para Colombia y el continente representa la presencia de los terroristas de las Farc en ese país".

Más adelante señaló que: "Desconoce el Presidente Lula nuestro esfuerzo para buscar soluciones a través del diálogo".

Finalmente el pronunciamiento dice: "Repetimos con todo respeto al Presidente Lula y al Gobierno de Brasil, que la única solución que Colombia acepta es que no se permita la presencia de los terroristas de las Farc y del Eln en territorio venezolano". La Republica - Publicado: 29.07.2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Presidente da Colômbia rejeita mediação internacional com as Farc

■ Solução é 'armadilha', disse Uribe, que deixa cargo em 7 de agosto.

■ Guerrilha é pivô de conflito diplomático entre Colômbia e Venezuela.

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, rejeitou nesta terça-feira (27) a possibilidade de trazer atores internacionais para o processo de paz com a guerrilha Farc, pois isso daria "oxigênio" aos rebeldes.

Para Uribe, que deixa o cargo em 7 de agosto, após oito anos como presidente, a guerrilha ainda pode voltar a ameaçar, apesar das derrotas que seu governo impôs aos rebeldes.

"Cuidado ao afrouxar a nuca da cobra, porque ela está meio adormecida, mas se lhe afrouxamos o pescoço ela volta a tomar oxigênio", disse num ato de despedida no Ministério da Defesa, usando sua habitual linguagem metafórica. Fonte: G1-27/07/2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Baleia colide e destrói iate na África do Sul

Era para ser apenas um passeio em dia ensolarado. Mas Ralph Mothes, de 59 anos, e Paloma Werner, de 50, tiveram sorte de escapar com vida. O casal estava navegando tranquilamente pela costa da Cidade do Cabo (África do Sul) quando, de repente, uma baleia de 40 toneladas saltou da água e atingiu em cheio o iate de dez metros. Como o motor foi poupado, Ralph e Paloma conseguiram atracar. Aí se refizeram do grande susto. De acordo com o "Guardian", o casal será investigado, pois não deveria estar navegando naquele local, entre Robben Island e Blouberg, que é bastante frequentado por baleias.

Fonte: Globo Online - 21.07.2010

Comentário: Pelo vídeo observa-se  que o iate estava cruzando na direção em que a baleia estava nadando  e houve o salto da baleia. Impressionante 40 toneladas fora d´água.

Vídeo:



domingo, 25 de julho de 2010

Chávez, Uribe y Maradona?

A nadie sorprendió que Hugo Chávez haya roto relaciones con Colombia. Hace tiempo que lo venía anunciando. En un acto de victimización perfecta, adornado con la omnipresencia del popular Diego Maradona, el Presidente venezolano despotricó contra las evidencias presentadas por el gobierno de Colombia, las más contundentes que jamás le hayan presentado sobre su apoyo a la guerrilla de las FARC.

Álvaro Uribe acertó en poner a Chávez en el terreno que menos le gusta, a la defensiva. Es que no lo enfrentó con las armas de la denuncia dialéctica ni con la diplomacia cansina de micrófonos, donde el presidente venezolano intimida con verborragia insultante hasta al más avezado interlocutor, sino que lo confrontó con pruebas en mano: fotos, videos, mapas y declaraciones sobre los "campamentos de verano" que 1.500 guerrilleros tendrían en suelo venezolano para descansar y entrenar a su gente. Y eligió el camino de la diplomacia directa, el escarnio público, en sesión abierta de la OEA a la que reclamó conformar una comisión de verificación.

Si bien Chávez está exultante de romper relaciones, lo que le permite atraer al contrincante a su juego de oratoria polémica, esta vez deberá lidiar con unas evidencias que, veraces o no, lo ponen al descubierto. La carga de la prueba recae sobre él, ya no importa lo que diga, insulte o atropelle, ahora lo que está en juego es la credibilidad de su gobierno. Para zafar del embrollo, tendrá que demostrar que las fuentes colombianas, guerrilleros desmovilizados, no son de fiar o que son mentiras; y eso es muy difícil para un gobierno que perdió credibilidad por expulsar y no permitir en los últimos años que organizaciones de derechos humanos visiten el país, como esta semana denegó el permiso a veedores del gobierno de Chile para que supervisen las elecciones de septiembre próximo.

Así como que no es sorpresa que haya roto relaciones con Colombia por cuarta vez desde el 2005 y que fabrique titulares como hace días, calificando de "trogloditas" a los obispos católicos o anunciado que se adueñará de Globovisión, la única televisora privada que queda con algo de independencia y crítica informativa, lo que fue desconcertante de su anuncio es que lo hizo junto a un jubiloso y cínico Maradona; una escena tan descabellada como si Barack Obama decretara la invasión de Irán acompañado de Tiger Woods.

Que Maradona es amigo de Chávez no es novedad, y que hayan hecho yunta en actos políticos previos en sus respectivos países, tampoco. Pero lo que sí es nuevo es que esta vez Maradona esté mezclando la política con la actividad futbolística; que se haya burlado públicamente del presidente electo de Colombia, Juan Manuel Santos; que se preste al circo de la propaganda política o que pida "consejo a mi amigo Chávez", todo ello a días de aceptar el contrato que ya le ofreció la AFA como técnico nacional de la selección argentina.

Maradona, en esta capacidad, ya no tiene toda la libertad para decir lo que quiere y sobre a quién quiere, ni tampoco para estar jugando a la política partidaria o dejarse tentar por una diputación por parte del matrimonio Kirchner. Debe elegir: una cosa o la otra. Ambas, gobierno o fútbol, son incompatibles. Esa dualidad, entre deporte y política, debería estar proscrita legal y éticamente para aquel que tiene que comandar a un seleccionado que debe representar a un país, no sólo a un sector.

Se puede discutir si Maradona fue o no un buen técnico hasta que terminó su primer ciclo frente a Alemania; se le puede seguir condenando por su vieja adicción a las drogas y a los anabólicos; y hasta por ese estilo de personalidad chavista, chúcara, irreverente y socarrona. Pero lo que no puede estar sujeto a debate es que un seleccionado nacional, a diferencia de la política, tiene que permanecer libre de polarizaciones, divisiones o partidismos.

Si Maradona insiste en abrazar la política, sería irresponsable -por más virtudes que pudiera aportar al fútbol- que siquiera se le ofreciera el cargo o que él lo aceptara. Por lo visto, para deleite de los Kirchner y sufrimiento de los argentinos, este no fue el consejo que le dio Chávez. El Universal - CARACAS, domingo 25 de julio, 2010

Chávez rompe relações com Colombia

Na OEA, a Colômbia apresentou provas contundentes da presença das FARC na Venezuela. Chávez respondeu rompendo relações com a Colômbia.

A internet está fazendo mais estragos do que as bombas para os simpatizantes das FARC´s. Imagino que o computador do Raul Teyes, um dos lideres das guerrilhas tem milhares e milhares informações que a Colômbia está  guardando como informações  estratégicas para divulgar conforme seu interesse. A internet cria facilidades, mas registra tudo, e aí que mora o perigo.

Segundo o jornal Universal venezuelano, apareceram 1145 documentos com referências à Venezuela e outro número importante relacionado com pessoas de nacionalidade venezuelana, incluindo antigos funcionários do Governo de Caracas. As evidências foram extraídas do computador de Raul Reyes e de outros guerrilheiros detidos e mortos nos últimos meses, existindo textos e imagens que denunciam a presença de familiares do porta-voz das FARC, Marco León Carlarcá, na Comissão Internacional das FARC e na Coordenadora Continental Bolivariana.

Num amplo trabalho, o jornal divulga ainda informações sobre a presença de guerrilheiros em território venezuelano, revelando coordenadas dos sítios onde se reuniam.

 Veja  o debate no programa “Maria Elvira Live” .

Chavez rompe relaciones con Colombia. (I parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010



Chavez rompe relaciones con Colombia. (II parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010



Chavez rompe relaciones con Colombia. (III parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010