domingo, 17 de julho de 2022

Coronavírus: Situação do Brasil até 16 de julho de 2022

 VACINAÇÃO

O painel do vacinômetro do Ministério da Saúde aponta que um total de 457.767.790 doses de vacinas contra covid-19 foram aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização. Destas, 177,7 milhões como primeira dose, 158,4 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em 98 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em 13,6 milhões. Fonte: Agência Brasil – 16/07/2022  

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 16 de julho de 2022

 

As 10 melhores cidades do mundo onde estudar, segundo consultoria britânica QS

 

Londres volta a liderar a lista das melhores cidades para estudantes internacionais, segundo a edição 2023 do ranking QS Best Student Cities, elaborado pela consultoria britânica QS.

São Paulo fica em 83º lugar na lista e o Rio de Janeiro apareceu pela primeira vez na publicação, em 121º.

A cidade mais favorável para os estudantes na América Latina é Buenos Aires (Argentina), que ocupa a 23ª posição.

Para ser considerada, cada cidade deve ter uma população superior a 250 mil habitantes e abrigar pelo menos duas universidades que já constam no ranking de universidades feito pela mesma consultoria.

Outros critérios levados em consideração são quantos alunos existem naquela cidade, quantos deles são internacionais e quão inclusiva é a cidade.

Também é avaliado se a cidade é segura, se o custo de vida e moradia é adequado para um estudante, assim como as oportunidades de emprego.

Apesar do alto custo de vida e moradia, a capital do Reino Unido está no topo da lista, diz a consultoria, por ser uma "cidade diversificada e culturalmente rica que oferece aos seus alunos desde museus de renome mundial a deliciosos restaurantes multiculturais".

A cidade abriga algumas das mais prestigiadas instituições acadêmicas do mundo, como o King's College London e a UCL (University College London).

Em segundo lugar fica Munique (Alemanha) e em terceiro, Seul (Coreia do Sul). As três cidades no pódio mantêm a mesma posição da última edição.

As 10 melhores cidades para estudantes, segundo a QS

- Londres, Reino Unido

- Munique, Alemanha

- Seul, Coreia do Sul

- Zurique, Suíça

- Melbourne, Austrália

- Berlim, Alemanha

- Tóquio, Japão

- Paris, França

- Sydney, Austrália

- Edimburgo, Reino Unido

NO BRASIL

As duas cidades brasileiras que se classificaram ocupam posições na segunda metade do ranking, que tem ao todo 140 cidades.

São Paulo, no 83º lugar, tem seis universidades no ranking de melhores instituições da QS, com a USP (Universidade de São Paulo) sendo a mais bem colocada, em 115º lugar.

Além da USP, também estão no ranking da QS a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e outras três universidades com campi que tecnicamente ficam em outras cidades, mas com distâncias que são consideradas acessíveis pela publicação: Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e Unesp (Universidade Estadual Paulista).

A consultoria aponta que apenas 3% dos estudantes universitários em São Paulo são internacionais, mas que a metrópole é a capital "financeira e cultural do Brasil" e tem uma "oferta generosa" de universidades de qualidade internacional.

Entre os outros critérios que colocam São Paulo na 83ª posição estão:

- custo de vida e de estudo na capital paulista, baixo em comparação com as outras cidades globais citadas;

- culinária na cidade, rica tanto em comida de rua como em restaurantes de diversos lugares do mundo;

- cultura paulistana - a consultoria afirma que não falta joie de vivre (alegria de viver, em francês) na metrópole -, que inclui o Carnaval de rua, a vida noturna, os mais de 100 museus e 300 cinemas e a diversidade etnorracial da população;

as oportunidades de emprego, com destaque para o número de vagas para pessoas com formação universitária em áreas como TI, comércio, setor financeiro e indústrias automotiva e farmacêutica - a instituição aponta, no entanto, que os estudantes internacionais precisam pelo menos de um pouco do conhecimento de português para a maioria das vagas.

Já o Rio de Janeiro entrou pela primeira vez na lista neste ano, na 121ª posição.

A consultoria aponta que há 4 universidades do seu ranking na cidade, com destaque para a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), na 333ª posição.

Como pontos positivos de estudar na metrópole, diz a consultoria, estão as "praias ensolaradas", a "simpatia dos cariocas" e o clima quente.

NA AMÉRICA LATINA

O ranking inclui 10 cidades latino-americanas, embora com desempenho desigual.

Buenos Aires lidera a lista da América Latina pelo quarto ano consecutivo, embora tenha caído um lugar em relação à edição anterior e ido para a 23ª posição.

A publicação afirma que a capital argentina é uma "cidade dinâmica, com oportunidades de crescimento e a melhor cidade para estudantes de língua espanhola".

Buenos Aires abriga 10 universidades classificadas no ranking das melhores universidades do mundo, segundo a mesma consultoria. Outro ponto é que os alunos formados nestas instituições têm boa reputação entre os empregadores.

Em contrapartida, o ranking aponta que a metrópole "ainda possui áreas muito pobres", o que torna sua nota menor no quesito qualidade de vida - mas a capital também acaba tendo um custo de vida menor.

É preciso descer ao 60º para encontrar a próxima cidade latino-americana no ranking, Santiago (Chile). Isso porque tem uma comunidade de estudantes internacionais relativamente pequena, mas ao mesmo tempo tem muitas oportunidades de pós-graduação.

A próxima da América Latina na lista é a Cidade do México, em 68º lugar. A consultoria afirma que, embora a cidade seja "conhecida e amada" por sua comida de rua, locais históricos e vida noturna diversificada, os alunos que optam por estudar lá devem estar atentos aos altos índices de poluição e criminalidade e se preparar para lidar com essas questões.

Outras cidades latino-americanas que aparecem, além das já citadas São Paulo e Rio, são Monterrey (México) na 96ª posição; Bogotá (Colômbia), na 99ª; e Lima, na 112ª.

Também entraram pela primeira vez no ranking Quito (Equador), em 130º lugar, e Montevidéu (Uruguai), em 135º. Fonte: BBC Brasil - 2 julho 2022

sábado, 16 de julho de 2022

Inflação nos EUA tem a maior alta em 40 anos

Taxa anual registrada em junho é a maior desde 1981. Gasolina e alimentos são principais causas do aumento dos preços. Dados fortalecem expectativa de que Fed eleve os juros em 0,75 ponto neste mês.

A inflação nos EUA atingiu a maior alta em quatro décadas em junho, com os preços ao consumidor subindo 9,1% em relação ao ano anterior, informou o governo americano nesta quarta-feira (13/07).

Essa é a maior taxa anual desde 1981, superando os 8,6% registrados em maio.

De um mês a outro, os preços subiram 1,3% entre maio e junho, enquanto de abril a maio apresentaram alta de 1%.

Os números ainda não mostram os efeitos da política monetária agressiva do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, que vem elevando as taxas desde março passado e pretende continuar fazendo isso até que a inflação seja contida.

GASOLINA E ALIMENTOS SÃO MAIORES VILÕES: A subida dos preços da energia, sobretudo da gasolina, assim como dos alimentos foram os fatores que, novamente, mais influenciaram a nova alta da inflação.

O aumento do preço da energia foi de 7,5% em um mês e contribuiu para quase metade do aumento mensal, e no caso específico da gasolina, subiu 11,2% no mês passado  – e 59,9% nos últimos 12 meses. A alta do custo dos alimentos em junho foi de 1%.

Nos últimos 12 meses, os preços da energia subiram 41,6%, o maior crescimento desde abril de 1980. Quanto aos alimentos, a alta foi de 10,4% em um ano, a maior desde fevereiro de 1981. Fonte: Deutsche Welle – 13.07.2022