Afegãos sentados no teto de um
ônibus tradicionalmente decorado atravessam a fronteira com o Paquistão, em
Chaman – Reuters– 2001
sábado, 12 de maio de 2018
sábado, 5 de maio de 2018
Ministério de Agricultura reprova quase 60% das amostras de azeite de oliva
A
Operação Isis, realizada pelo Ministério da Agricultura, reprovou 59,7% das
amostras de azeite de oliva comercializadas no País. Assim, 300 mil litros de
produtos irregulares foram retirados do mercado, informou o ministério, em
nota. Além disso, mais 400 mil litros de outros produtos classificados como
temperos, mas com rótulos de azeite de oliva também foram recolhidos.
A
fiscalização analisou 107 marcas de 65 empresas, divididas em dois grupos. No
primeiro, 39 empresas tiveram 108 lotes de amostras aprovados. Já no segundo
grupo, 26 empresas tiveram 160 lotes reprovados.
Para
a análise, foram solicitadas a comprovação de compra da matéria-prima e a nota
fiscal de saída do produto. O ministério constatou que muitas empresas não
apresentaram fundamentos para vender azeite de boa qualidade. A fraude mais
recorrente é a mistura do azeite de oliva com outros tipos de óleos. As
empresas com lotes reprovados por fraude foram punidas com autuação e multa com
valor mínimo de R$ 5 mil, acrescido de 400% sobre o valor da mercadoria.
A
ação teve início em janeiro e terminará em dezembro, com previsão de avaliar
mais 470 amostras do produto em todo o Brasil. Os que foram apreendidos ficam
proibidos para consumo humano, mas estão liberados para reciclagem industrial,
principalmente a fabricação de sabão. O Brasil é o segundo maior importador
mundial do azeite de oliva, atrás apenas dos Estados Unidos. Em 2017, o País
importou 60 mil toneladas do óleo.
Conforme
a coordenadora-geral de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Fátima
Parizzi, as duas principais irregularidades na comercialização do produto são a
mistura do azeite de oliva com outros óleos e a tentativa de iludir o
consumidor pelo rótulo. "O consumidor precisa estar atento e não se deixar
enganar pelas embalagens bonitas com ilustrações de azeitona ou com referências
a Portugal e Espanha", explicou. "Outro ponto muito importante é o
preço. O consumidor deve desconfiar da unidade de 500 mililitros vendida por
menos de R$ 10."
No
rótulo, para que o produto seja considerado "azeite de oliva virgem",
ou "extravirgem", não é permitida a presença de óleos vegetais
refinados, de outros ingredientes e aromas ou sabores de qualquer natureza. No
caso de azeite de oliva refinado, o rótulo mencionará obrigatoriamente que é do
"tipo único", informa Fátima Parizzi. Fonte: Bol Noticias -
01/05/2018
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Sombra na cortina
Uma
projeção na cortina dá a impressão de que há sempre alguém em casa. A ideia é
de uma gestora imobiliária em Tóquio para dar mais segurança a mulheres que
moram sozinhas.
As
japonesas apostam numa alternativa pouco convencional para a segurança. É o “Homem na Cortina”. Trata-se de uma
projeção que serve para dar a impressão de que há sempre alguém em casa. E não
somente isso: o companheiro da moradora
é um lutador de box aparentemente bem ativo, num treinamento contínuo. Um celular conectado a um projetor lança a sombra na cortina. O “sombra” pode
fazer exercícios de karatê, balança um bastão de baseball, se vestir, toca
violão ou usa um aspirador de pó na casa.
Quem ousaria invadir a casa e interromper o “companheiro” da moradora? A
ideia dedicada a mulheres é de uma
empresa gestora de apartamentos
em Tóquio. A capital japonesa tem 1,4
milhão de mulheres que moram sozinhas. Fonte: Deutsche
Welle – 02.05.2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
Adam Alter: “O vício nas telas avança silencioso”
A
tecnologia digital é uma necessidade moderna. Os videogames, a televisão, o
rádio e o telégrafo, e até a letra impressa revolucionaram a sociedade por
causa de seus efeitos sobre a cultura, o conhecimento, a criatividade e as
emoções. Mas com os aplicativos é diferente, porque se apoiam em algoritmos
sedutores. O problema com esse vício, além do mais, é que não se pode remover a
substância que vicia porque todo mundo está usando essa tecnologia.
Professor
de marketing na faculdade de Administração da Universidade de Nova York, ele
explora no livro Irresistible como a tecnologia consegue roubar o tempo e a
atenção dos usuários para que eles não se afastem da tela. Defende que sejam
estabelecidos padrões para o design de aplicativos. Mas adverte que o
consumidor é que deve avaliar seriamente como gerencia seu tempo.
PERGUNTA.
PSICÓLOGOS E SOCIÓLOGOS VÊM DEBATENDO OS EFEITOS DAS TELAS HÁ ANOS. AGORA O
PROBLEMA DOMINA AS MANCHETES.
Resposta.
O movimento tomou forma em novembro, quando Sean Parker [um dos primeiros
investidores no Facebook] disse que a rede social não se preocupa com o
bem-estar dos seus usuários e que tudo o que importa é que as pessoas mantenham
os olhos colados na tela e passem o máximo de tempo possível usando o
dispositivo. Foi um grande momento, levou outras figuras do mundo tecnológico a
revelar que algo semelhante acontecia em suas empresas.
“Os
executivos do Vale do Silício mandam seus filhos para escolas sem tecnologia.
Eles sabem de tudo isso e são os mais cautelosos”
P.
MAS ESSAS EMPRESAS SÃO INDIFERENTES OU SIMPLESMENTE QUEREM TER O MELHOR
PRODUTO?
R.
Pode-se dizer que o melhor produto é aquele que você não consegue parar de
usar. Se você usa o iPhone quatro horas por dia, é porque ele é bem projetado.
Mas é muito difícil saber quais motivações estão por trás. Por isso é tão
importante que quem conhece o processo o revele, para que essas empresas levem
em consideração o consumidor.
P. A
CULPA É DO FABRICANTE OU DO DESENVOLVEDOR DO APLICATIVO?
R. A
Apple não me parece ser o problema. É verdade que permite criar aplicativos que
não conseguimos parar de usar. Mas depois que te vende o telefone, a Apple não
se importa tanto com o tempo que você passa na tela. Já Facebook, SnapChat e
Twitter se preocupam com isso a cada minuto porque é uma métrica fundamental
para seus negócios. Poderíamos pedir à Apple para regular a forma como
apresenta as informações, o que também é importante, mas os ganchos estão no
conteúdo.
P. A
PESSOA É A ÚLTIMA RESPONSÁVEL PELO USO.
R.
Existem pessoas capazes de ver que 20 minutos já bastam e então passam para
outra coisa. Mas se em 2015 se ficava uma média de três horas na frente das
telas, no ano passado já eram quatro. Portanto, houve uma mudança no conteúdo
que escapa do controle do usuário. Nem todo mundo é capaz de fazer uma análise
do que é bom ou ruim para sua vida. É nisso que as empresas focam, nos milhões
de olhos que não se importam com o uso da tecnologia.
P.
COMO SE DETECTA ESSE TIPO DE DEPENDÊNCIA?
R. O
primeiro sinal é social, quando compromete os relacionamentos. O segundo é
financeiro, se essa interação acaba custando mais dinheiro do que se pensava. A
terceira é física, porque a perda de atenção pode causar um acidente ou porque
o usuário não se exercita. E o quarto é psicológico, porque muda a maneira como
você lida com o tédio. O último parece uma bobagem, mas o telefone está
ocupando cada segundo que se tem livre. Não há problema em não se entediar, mas
do tédio surgem ideias.
“Essas empresas não estão muito preocupadas
com a inovação, exceto a própria, seu foco é tentar impedir que o usuário saia”
P.
AS TELAS SÃO UMA AMEAÇA PARA UMA SOCIEDADE ABERTA?
R.
Sim, porque reforçam o efeito de caixa de ressonância. As pessoas ficam em
plataformas onde veem suas próprias ideias e pontos de vista refletidos. Isso
te torna mais intransigente, dogmático e teimoso. O Facebook sabe que as
pessoas gostam de ver os outros compartilhando suas mesmas ideias. As
plataformas são projetadas para tentar mantê-lo conectado ao dispositivo, para
reforçar essa ressonância; não querem alterar a mensagem apresentando opiniões
diferentes.
P.
SUPÕE-SE QUE, QUANTO MAIS ABERTA, MAIS INOVADORA É UMA SOCIEDADE.
R.
Não dá para ser criativo sem ter um espaço aberto para pensar e debater. Mas
acho que essas empresas não se importam muito com inovação, exceto a sua
própria, que é focada em tentar evitar a saída do usuário e a perda de receita
com publicidade. É uma nova forma de monopólio.
P.
ESTAMOS INFELIZES COM TANTA TECNOLOGIA?
R.
Acho que estamos menos felizes como comunidade, como sociedade. Se dedicamos
menos tempo a tudo aquilo que nos torna humanos, e passamos as quatro horas que
temos livres no telefone fazendo a mesma coisa, nos tornamos homogêneos.
Precisamos dedicar esse tempo livre aos nossos hobbies, praticar esportes,
fazer caminhadas na natureza, conversar frente a frente. É vital para o
desenvolvimento das pessoas.
P.
MARC BENIOFF, CEO DA SALESFORCE, COMPARA O USO DE REDES SOCIAIS COM O USO DO
TABACO. DEVERIA SER REGULADO EM VISTA DA MANEIRA COMO VICIA?
R.
Poderiam ser criadas normas, por exemplo, para proteger os funcionários com
políticas que limitem o envio de mensagens fora do horário de trabalho. Mas é
algo que os consumidores precisam exigir, como aconteceu com a política
ambiental. Ninguém dava atenção ao descarte de lixo até que se tornou um grande
problema e os consumidores forçaram a mudança.
P.
COMO SE INTERROMPE O FLUXO DE INFORMAÇÕES QUE AS PESSOAS USAM PARA TRABALHAR OU
INTERAGIR?
R.
Não é uma batalha equilibrada. Há centenas de pessoas dedicadas ao design de
cada detalhe, de cada truque, como o botão “curtir”, que faz você se viciar nas
plataformas. Eles têm bilhões de dados que lhes permitem saber o que funciona.
É por isso que, como consumidores, devemos ser mais inteligentes e tentar mudar
nossos hábitos de uso. É difícil.
P.
ESSE VÍCIO, NO ENTANTO, NÃO MATA COMO AS DROGAS.
R.
Sim, mas a dependência química afeta uma parte muito pequena da população,
enquanto o vício nas telas é muito mais difundido e avança de maneira
silenciosa. Ser viciado em heroína não é socialmente aceito, mas em tecnologia,
sim. As pessoas esperam que você responda às mensagens imediatamente, do
elevador ou durante o jantar. As consequências disso terão maior alcance.
P.
ENTÃO É MAIS DIFÍCIL DE COMBATER?
R. A
dependência de álcool ou drogas pode ser reduzida mudando-se de ambiente. Não é
fácil, mas é uma opção. Mas se você depende da tecnologia em sua rotina diária,
não há alternativa porque nossas vidas estão cheias de telas e é muito difícil
se comunicar sem elas. Para a maioria dos adultos, as telas se tornaram um
elemento de definição da própria identidade.
P.
PARECE MAIS COM A CRISE DA OBESIDADE DO QUE COM A DO TABACO. NÃO SERIA MAIS
PRÁTICO ENSINAR COMO USAR A TECNOLOGIA?
R. A
abstinência não é realista, mas deveriam existir cursos sobre como interagir com
a tecnologia. E não só para mostrar seus riscos, mas também seus benefícios. Há
escolas sem tecnologia no Vale do Silício, onde estudam precisamente os filhos
de executivos de tecnologia. Eles sabem muito bem de tudo isso e são os mais
cautelosos. Fonte: El
País -25 ABR 2018
Comentário:
Três
bilhões de pessoas, cerca de 40% da população mundial, usam redes sociais - e
gastam em média duas horas diárias compartilhando, curtindo, tuitando e
atualizando status nessas plataformas, segundo algumas pesquisas recentes. Isso
gera cerca de meio milhão de tuítes e fotos no Snapchat compartilhados a cada
minuto. Fonte: BBC Future
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Shoyu brasileiro é feito de milho
Pesquisadores
do Centro de Energia Nuclear na Agricultura e da Escola Superior de Agricultura
Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, descobriram que o molho shoyu
comercializado no Brasil não é feito de soja, mas sim de milho.
“O
que a indústria brasileira oferece ao consumidor não é shoyu propriamente dito,
é um molho escuro e salgado elaborado a partir de milho, que deveria ter outro
nome”, explica a bióloga Maristela Morais, uma das coordenadoras do grupo.
Em
outros países, como Japão, China e Coreia do Sul, o molho é feito com soja e
pequenas porções de outros cereais, como trigo ou cevada.
No
estudo, os pesquisadores mediram a proporção de duas variantes de carbono nas
amostras de shoyu de 70 marcas vendidas no país. No estudo, eles descobriram
que o milho é o principal componente do molho. Os produtos analisados tinham,
em media, menos de 20% de soja em sua composição.
De
acordo com os pesquisadores, a utilização do milho na produção do molho de soja
está relacionada ao barateamento na produção, já que o grão tem um preço menor
do que a soja. “O uso de milho na produção de shoyu não é ilegal, já que a
legislação brasileira não especifica qual deve ser a proporção de cereais
usados na sua fabricação”, afirma a bióloga. Fonte: Yahoo
Finanças – quarta-feira, 25 de abril de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
La Bamba
Trini Lopez (Dallas, Texas, 15 Maio de
1937)é um cantor, guitarrista de ascendência mexicana. Lopez
ganhou diversos prêmios dentre eles o "Lenda Viva" do ano de 2007.
Até hoje Trini Lopez canta e recentemente lançou um novo álbum, chamado Ramblin
Man.
Esteban Valenzuela Reyes, mais conhecido
como Ritchie Valens (13 de maio de 1941) foi um músico americano descendente
de mexicanos, nascido em Pacoima (Vale de São Fernando), no subúrbio de Los
Angeles, Califórnia, Estados Unidos. Em 3 de fevereiro de 1959, Buddy Holly,
Big Bopper e Valens morreram em um acidente de avião.
Prini Lorez (São Paulo, 8 de maio de 1942) é um cantor e compositor de música popular brasileira. Prini participou do programa "Jovem guarda", na TV Record. Fonte: Wikipédia
Prini Lorez (São Paulo, 8 de maio de 1942) é um cantor e compositor de música popular brasileira. Prini participou do programa "Jovem guarda", na TV Record. Fonte: Wikipédia
Trini Lopez
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Ritchie Valens
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Prini Lorez (brasileiro)
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Elecciones en Paraguay
Mario Abdo Benítez, candidato del gobernante Partido Colorado,
ganó este domingo las elecciones presidenciales de Paraguay, según confirmó el
Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE).
Con un 99% de las mesas escrutadas, el conservador Abdo
obtuvo 46,46% de los votos, frente al 42,73% que obtuvo su más cercano
contendor, el liberal Efraín Alegre, que lidera la coalición opositora Alianza
Ganar. Fuente: BBC Mundo-23 abril 2018
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