sexta-feira, 29 de julho de 2016

Verizon adquire Yahoo por 4,83 bilhões de dólares

A Verizon anunciou na segunda-feira (25/07) a aquisição da pioneira da internet Yahoo, selando o fim de uma era para uma das empresas que mais marcaram o setor online. O acordo, ainda pendente da aprovação dos órgãos reguladores, deve ser fechado no primeiro trimestre do próximo ano, afirmaram as empresas em comunicado conjunto.

A aquisição, no valor de 4,83 bilhões de dólares, inclui o popular portal de notícias Yahoo News e os sites de finanças e esportes, além dos serviços de e-mails, de publicidade online e outros, utilizados por bilhões de pessoas em todo o mundo.

Esta é a segunda vez que a gigante da telefonia adquire o que sobrou de uma das empresas que marcaram época na rede mundial. Em 2015, a Verizon pagou 4,4 bilhões de dólares pela AOL – que há alguns anos chegou a liderar o mercado americano dos provedores de internet – com o objetivo de aumentar sua atuação no setor. Agora, a Verizon pretende unir os negócios da Yahoo! e do AOL.


O acordo não inclui ativos como a participação da Yahoo! no grupo de comércio eletrônico chinês Alibaba nem o Yahoo! Japão. Esses investimentos possuem valor bruto de 40 bilhões de dólares, sendo a fatia mais valiosa da Yahoo. Fonte: Deutsche Welle - Data 25.07.2016

Charlie Parker- The Bird

Apenas 34 anos de vida bastaram para que Charlie Parker, apelidado de "Bird" (pássaro), entrasse para a história como um dos maiores mestres do jazz em uma trajetória interrompida pelo álcool e pela heroína, que o levaram à morte há exatos 60 anos em Nova York. Parker viveu rápido e perigosamente.  
Seu nome está ao lado dos de Louis Armstrong, Miles Davis e Duke Ellington no Olimpo do jazz. Sua obra ainda ressoa vibrante e sua vida inspirou Clint Eastwood para o aclamado filme "Bird" (1988), no qual foi interpretado por Forest Whitaker.

Mas o que fez de Charlie Parker um personagem tão fascinante? Ele nasceu em Kansas City em 29 de agosto de 1920. Como se diz, estava no lugar certo no momento certo. Aos 11 anos, ganhou de presente da mãe, que fez uma grande poupança, um saxofone alto. A ideia era tirar o garoto da tristeza que vivia pelo pai ter abandonado o lar.
Nessa mesma época, ou seja, ainda criança, começou a fumar maconha. Aos 15 se casou e pela primeira vez começou a usar heroína. O casamento durou pouco, mas a dependência, a vida inteira.

Em 1939, já tinha fama no Kansas quando decidiu ir para Nova York.  Ao lado do trompetista Dizzy Gillespie, Parker iluminou esse gênero sincopado e improvisado. Com um toque pessoal, decidiu que era hora de quebrar as regras e foi então que surgiu o "bebop".
O gênero resumia sua vida: um caos que era reconduzido rumo à beleza. Começaram então suas grandes apresentações, como as célebres "Dial Sessions" e suas grandes composições: "Yardbird Suite", "Ornithology" e "Bird of Paradise", que acabou lhe rendendo o merecido apelido.

Mas Parker era uma ave de passagem. O reverso obscuro de seu sucesso passava por clínicas de desintoxicação, quartos de hotel destruídos em plena bebedeira e uma ruína econômica que lhe deu o golpe final, quando sua filha Pree morreu por uma fibrose cística cujo tratamento o artista não pôde pagar.

Charlie Parker faleceu no Standhope Hotel, em Nova York. A autópsia apontou pneumonia, úlcera e um avançado estado de cirrose, somados a um ataque cardíaco. O médico legista, que não sabia de quem se tratava, descreveu o corpo inerte como o de um homem de 50 ou 60 anos, muito mais do que sua real idade. Fonte: G1 -12/03/2015  







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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Chet Baker

Nascido Chesney Henry Baker Jr. em 23 de dezembro de 1929, em Yale, Oklahoma, Chet Baker era filho de Vera Baker e Chesney Henry Baker.
Baker nasceu e foi criado em uma família musical. Seu pai,  era um guitarrista profissional, e sua mãe, Vera, era uma pianista talentosa que trabalhava em uma fábrica de perfumes. Baker começou sua carreira musical cantando em coro de igreja. Aos  treze anos ganhou de  seu pai  um instrumento de metal, trombone, mas foi substituído por um trompete quando o trombone revelou-se demasiado grande.
Iniciou, com apenas 22 anos,  a sua carreira com Charlie Parker quando este estava à procura de um trompetista para acompanhá-lo em sua turnê pelos Estados Unidos e Canadá. O seu sucesso na música não lhe rendeu uma vida segura, por causa do envolvimento com drogas, especialmente com a heroína.
Chet Baker morreu aos 58 anos, em Amsterdã, de forma trágica e misteriosa: na madrugada de 13 de maio de 1988, ao cair da janela do Hotel Prins Hendrik. Fonte: CGN e Wikipédia 

domingo, 24 de julho de 2016

Cinco anos sem Amy Winehouse

Considerada a "Diva do soul", a cantora britânica Amy Winehouse morreu aos 27 anos vítima de intoxicação por álcool, 23 de julho de 2011. Em 2003, Amy lançou seu primeiro álbum, "Frank", mas estourou mesmo nas paradas de sucesso com o lançamento de seu segundo e, infelizmente, último álbum, "Back to Black", de 2006. Com este álbum, que já vendeu mais de 10 milhões de cópias no mundo todo, Amy recebeu seis indicações para o Grammy 2008, incluindo os quatro principais (Revelação do Ano, Álbum do Ano, Gravação do Ano e Música do Ano) faturando cinco premiações. "Back to Black" é o álbum que traz a famosa "Rehab", talvez a canção mais conhecida de Amy, onde a musa tripudia de seu vício em drogas e álcool: "They tried to make me go to rehab, but I said 'No, no, no'" ("Tentaram me mandar para a reabilitação, mas eu disse 'Não, não, não'"). Fonte: BOL Noticias

































Algas verdes invadem litoral na China

A foto mostra a propagação de algas verdes no mar Amarelo no litoral da cidade chinesa de Quingdao na província de Shandong.










Um garoto brinca  nas algas verdes densas  na praia em Qingdao, província de Shandong,  China Oriental, 18 de julho de 2016. As algas verdes invadiram o litoral na região de Qingdao. A invasão não atrapalhou a chegada de turistas na cidade, apesar dos esforços do governo para limpeza das algas.  
Fonte: China Daily, July 18, 2016




sábado, 23 de julho de 2016

Acessórios inusitados para proteção contra chuva na China

Algumas regiões da China estão com fortes chuvas, inundações. As fotos mostram acessórios que os chineses podem usar para se proteger da chuva.


João Santana diz ter mentido para poupar Dilma

Interrogado pelo juiz Sérgio Moro num dos inquéritos do petrolão, o marqueteiro João Santana admitiu que os US$ 4,5 milhões depositados pelo lobista Zwi Skornicki em sua conta secreta na Suíça referem-se a serviços que prestou à campanha de Dilma Rousseff em 2010. Tudo no “caixa dois”, escondido da Justiça Eleitoral. Reconheceu que mentiu ao afirmar, em depoimento que prestou em fevereiro, que a verba fora amealhada em campanha no exterior. Falseou a verdade para não incriminar Dilma.

“Eu achava que isso poderia prejudicar profundamente a presidenta Dilma”, afirmou Santana. “Eu raciocinava comigo: eu, que ajudei, de certa maneira a eleição dela, não serei a pessoa que vai destruir a Presidência. Nessa época, já iniciava um processo de impeachment. Mas ainda não havia nada aberto. Eu sabia que isso poderia gerar um grave problema, sinceramente, até para o próprio Brasil.”

O juiz da Lava Jato interrogou também Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro do PT. Ela soou como se houvesse combinado o enredo com o marido. Disse que o PT ficara devendo R$ 10 milhões da campanha de 2010. Cobrou a dívida de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, preso em Curitiba. E foi orientada a procurar Zwi Skornicki, representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels. Com atraso de três anos, o pagamento foi feito em parcelas, entre 2013 e 2014.

A exemplo do marido, Mônica também mentira em seu primeiro depoimento. Por quê?, quis saber Sérgio Moro. “O pais estava vivendo um momento muito grave institucionalmente, político… As coisas que estavam acontecendo em torno da presidente Dilma. […] Para ser muito sincera: eu não quis atrapalhar esse processo, não quis incriminá-la, […] eu achava que ia contribuir para piorar a situação do país falando o que realmente aconteceu. E eu acabei falando que foi o recebimento de uma campanha no exterior.”

Moro questionou Santana e Mônica sobre outros US$ 3 milhões depositados pela Odebrecht na mesma conta mantida pelo marqueteiro na Suíça entre 2012 e 2013. A encrenca é apurada noutro inquérito. E ambos, orientados pelos advogados, disseram que só falarão sobre o tema quando forem marcados os depoimentos relativos ao processo específico. O primeiro-casal da marquetagem negocia acordos de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato. Mônica disse a Moro que desejava falar também sobre os vínculos com a Odebrecht. Mas gostaria de fazê-lo como candidata a beneficiária de compensações judiciais.

A despeito de terem silenciado sobre as verbas de má origem recebidas da maior empreiteira do país, Santana e Mônica foram muito explícitos ao discorrer sobre os porões das campanhas eleitorais. Falaram com tal desembaraço sobre o caixa dois que não restou nenhuma dúvida quanto à utilização do mecanismo em todas as campanhas eleitorais que tocaram —entre elas a a reeleição de Lula, em 2006, e as duas disputas presidenciais vencidas por dilma em 2010 e 2014.

“Não acha que receber esses recursos por fora significa trapaça?”, indagou Moro a Santana. E ele: “Acho que significa, antes de tudo, um constrangimento profundo, é um risco, é um ato ilegal. É preciso rasgar o véu de hipocrisia que cobre as relações políticas e eleitoras no Brasil e no mundo. Não defendo [o caixa dois], sempre relutei.”

Moro insistiu: “Não poderia dizer simplesmente ‘não recebo dessa forma’?” Santana deslizou: “Em tese, sim. Mas quando você vive dentro de um ambiente de disputa, de competição, ambiente profissional, mesmo quando ele é eivado de um tipo de prática que não é a mais recomendável, você termina tendo que ceder. Ou faz a campanha dessa forma ou não faz. Ou vem outro que vai fazer dessa forma. E termina virando isso. Eu acho lamentável, eu me arrependo, sempre lutei contra. Mas sempre fui vencido.”

Ao espremer Mônica, o magistrado recordou que, entre 2006 e 2014, a empresa que ela e o marido utilizam para tocar campanhas eleitorais recebeu legalmente do PT R$ 171 milhões. Tudo sacramentado na contabilidade enviada à Justiça Eleitoral. Com tanto dinheiro, por que diabos ainda era necessário receber verbas por baixo da mesa? A mulher de João Santana alegou que é justamente o alto custo do circo eleitoral que conspira contra a contabilização da bilheteria.

“Os partidos não aceitam que todos os valores sejam registrados”, disse Mônica a Moro. “…Os partidos não querem declarar o valor real que recebem das empresas e as empresas não querem declarar o quanto doam. Nós, profissionais, ficamos no meio disso. Não era uma opção minha, era uma prática não só no PT, mas em todos os partidos.”  Fonte: UOL Notícias - 22/07/2016 

O que diz a presidente afastada Dilma:
''Não autorizei pagamento de caixa dois'', afirma Dilma sobre delação de João Santana
A presidente afastada Dilma Roussef disse estar tranquila em relação às declarações dadas pelo marqueteiro João Santana durante delação premiada. Durante entrevista na manhã desta sexta-feira, à Rádio Jornal, Dilma comentou o áudio divulgado da delação de João Santana e da esposa dele, Mônica Moura, ao juiz Sérgio Moro, que afirmam ter recebido US$ 4,5 milhões de caixa dois por terem trabalhado na campanha presidencial de Dilma em 2010.

"Isso não me preocupa. Não autorizei pagamento de caixa dois a ninguém. Procurei sempre pagar o valor que achava que devia a ele (João Santana). Se houve pagamento de caixa dois, não foi com meu conhecimento", garantiu Dilma.