terça-feira, 27 de maio de 2014

USP perde liderança em ranking de universidades da América Latina

Universidade Paulista foi a primeira colocada por três anos consecutivos.

No ranking QS de 2014, porém, ela perdeu o topo para PUC do Chile.

Top 10 do Ranking QS América Latina 2014:

1º) Pontifícia Universidad Católica (Chile)

2º) Universidade de São Paulo (USP/Brasil)

3º) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/Brasil)

4º) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/Brasil)

5º) Universidad de Los Andes (Colômbia)

6º) Universidad de Chile (Chile)

7º) Instituto Tecnológico de Monterrey (México)

8º) Universidad Nacional Autónoma de México (México)

9º) Universidade Estadual Paulista (Unesp)

10º) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

10º) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

13º) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

15º) Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

17º) Universidade de Brasília (UnB)

18º) Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Veja o ranking completo: 

http://www.topuniversities.com/latin-american-rankings

No total, 395 instituições do continente foram avaliadas nesta quarta edição do ranking, e 300 foram classificadas. Foram levados em conta sete critérios: o de maior peso foi a reputação acadêmica de cada universidade, com 30% da pontuação, seguido pela reputação dos graduados no mercado de trabalho. Juntos, esses dois critérios somam 50% da nota.

O número de alunos por professor na sala de aula, a quantidade de publicação por professores, o número de citações por publicação, a proporção de professores com doutorado e a presença digital da instituição constituíram a outra metade da pontuação.

Das 300 instituições classificadas, o Brasil responde por 88: 17 universidades brasileiras estão entre as 50 melhores em 2014, e 56 das 200 mais bem colocadas são do Brasil. Fonte: G1- 27/05/2014 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

FIFA divulga preços dos alimentos nos estádios da Copa

A FIFA divulgou nesta segunda-feira, os preços  dos alimentos que serão vendidos nos estádios durante a realização da Copa do Mundo do Brasil. A curiosidade é a presença de um prato típico de casa sede. No Mineirão, por exemplo, haverá o tradicional feijão tropeiro que custará R$ 15.

O restante do cardápio será padronizado. Haverá sanduíches, cachorre quente, chips, amendoins e chocolate.

Entre as bebidas, serão vendidas cerveja nacional e importante, refrigerantes água e isotônicos.

Comentário: A mineirada comendo feijão tropeiro no estádio? Faltou o  queijinho. Os cariocas bem soft, savoury and sweet biscuit, como sempre com little money in the pocket.

Pelo jeito a farofada nos estádios será grande?

Nós 'tamo' entrando sem óleo nem creme

Precisando a gente se espreme

Trazendo snacks, drinks, pipoca, chocolate

Levando também o radinho, smartphone

Separa um lugar nessa arena

Nós vamos chacoalhar a aldeia

domingo, 25 de maio de 2014

Colombia:Zuluaga gana en la primera vuelta

El 15 de junio Zuluaga y Santos definirán la presidencia

ELECCIONESEl candidato del uribista Centro Democrático, Óscar Iván Zuluaga, ganó la primera vuelta con cerca del 30 % de la votación.

 Óscar Iván Zuluaga se convirtió este domingo en el ganador de la primera vuelta de las elecciones presidenciales de Colombia aunque no obtuvo la mayoría absoluta por lo que deberá enfrentarse en una segunda ocasión con el jefe del Estado Juan Manuel Santos.

Zuluaga redondeó un 30% de los votos, seguido del presidente y candidato a la reelección Juan Manuel Santos, con una cifra cercana al 25 %.

En el tercer lugar se ubicaron Marta Lucía Ramírez, del Partido Conservador, la izquierdista Clara López, del Polo Democrático Alternativo (PDA), y, finalmente, Enrique Peñalosa, de la Alianza Verde.

El escrutinio avanza a gran velocidad, pues en solo una hora desde el cierre de los colegios se ha logrado contar más del 95 % de los votos.

Esta fue una de las campañas más atípicas de la historia pues era la primera vez que un presidente en ejercicio, Juan Manuel Santos, se lanza a buscar un segundo mandato inmediato sin haber cambiado la Constitución en mitad del período. A lo anterior se añade que el primer mandatario lideró simultáneamente a la contienda electoral una mesa de negociaciones con las FARC en Cuba.

Este es un factor fundamental porque Zuluaga basó su campaña en una dura crítica a la negociación del Estado con la guerrilla. Sin embargo, ahora se abre el interrogante: ¿Cómo queda el proceso en La Habana cuando la apuesta de Santos fue su defensa y no le alcanzó para imponerse?

Era natural que de los resultados finales de este domingo, se haga una profunda reflexión al proceso de negociación con la guerrilla. Un apoyo masivo a la reelección de Santos constituiría un mandato inequívoco de la ciudadanía para continuar con las conversaciones. Al contrario, como ocurrió, el mensaje de los votantes está orientado a un endurecimiento a las condiciones y ritmos de esa mesa de diálogos.

El rumbo de la política de paz no era lo único en juego en las elecciones de este domingo. Los comicios también definen el pulso más intenso de la política contemporánea en Colombia: Juan Manuel Santos versus Álvaro Uribe. La campaña del 2014 pasará a la historia como la única en que el inmediato antecesor y mentor del presidente en ejercicio no sólo se lanzó a la oposición sino también regresó a la arena política como cabeza de lista al Senado.

Uribe, quien aún mantiene una favorabilidad mayor del 55 % dentro de los colombianos, construyó el Centro Democrático, segunda fuerza política tras las elecciones al Congreso de marzo y principal bloque opositor.

El expresidente se convierte así en el gran elector de Colombia. Ganó la presidencia de Colombia hace 12 años, luego repitió hace 8, se convirtió en el mentor de Santos, cuando éste arrasó en las urnas hace 4, y ahora se apunta otra victoria con Zuluaga. Fuente: Semana - 25 mayo 2014

Os corcundas de smartphone

Uma nova geração toma conta das ruas. Não tem gênero nem idade, mas compartilha a mesma obsessão e uma maneira distinta de ver o mundo: por meio das telas de seus telefones. São os corcundas de smartphone, um grupo numerosíssimo que faz a Humanidade “evoluir” mais um passo: da posição ereta para a curvada. Dentro de casa, em ruas, restaurantes, bares, shows, ônibus, trens e até ao volante, eles estão por toda parte. E o mais alarmante: especialistas garantem que estão todos doentes física e socialmente.

 O problema é que o grau de intensidade desse uso é tão grande que a pessoa não consegue se concentrar em outra coisa além do celular - alerta a socióloga e professora da Universidade Metodista de São Paulo Luci Praun.  O uso que se faz do aparelho não está ligado ao espaço que a pessoa frequenta. Então, ela vai mesmo para outro mundo.

Luci, no entanto, não concorda com a tese de que essa geração vive mais no mundo virtual. Essa não é a questão, segundo ela. Na maior parte do tempo, as pessoas estão, pelo telefone, relacionando-se com aqueles que fazem parte de seu convívio social. Então, por que o smartphone mesmo?

Em minha tese de doutorado pesquisei amplamente a questão da influência dos telefones celulares no cotidiano das pessoas - conta Sandra Rúbia da Silva, doutora em Antropologia Social e professora de Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (RS). - Meus entrevistados diziam que não conseguiam viver sem o telefone celular, que o aparelho havia mesmo se tornado uma parte de seu corpo.

Para Sandra, esse tipo de obsessão gera, sim, uma alienação social, na medida que as pessoas facilmente se desligam de conversas no mundo real para checar mensagens e notificações nas redes sociais. Tanto Sandra quanto Luci acreditam que a questão é a falta de foco, que afeta tanto as relações interpessoais como o trabalho e a educação.

 Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC), diz que ainda não há comprovação científica do fato, que é muito recente, mas o comportamento, principalmente das crianças, está modificando a curvatura natural das pessoas.

 Esse é um problema que estamos antecipando. A flexão do pescoço com os ombros enrolados para a frente está deixando a coluna mais reta, afirma Montenegro. E é essa curvatura a responsável por amortecer os impactos e estabilizar o corpo. Sem ela, acabamos modificando a anatomia dos discos intervertebrais.

Se, antes, a preocupação eram as bolsas femininas e as mochilas das crianças na escola, a corcunda gerada pelo uso excessivo de smartphones representa um desafio bem maior para a saúde pública. O desgaste começa no músculo, vai para as articulações e termina no osso.

Especialista em RPG, a fisioterapeuta do Instituto Cohen de Ortopedia Nathassia Orestes ressalta o reduzido tamanho dos telefones como algo negativo. Quanto menor o aparelho, maior a curvatura para enxergar o que está escrito nele. Fonte: Globo - 04/05/14

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Brasil é 54º de 60 países em competitividade

Pelo quarto ano seguido, o Brasil perdeu competitividade no cenário internacional. O país ficou no 54º lugar em uma lista de 60 países no Índice de Competitividade Mundial da escola suíça IMD. Há quatro anos, o país ocupava a 38ª posição.

"Este ano não só perdemos em relação aos outros países como tivemos perda absoluta", diz Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral, responsável pelos dados do Brasil na pesquisa. "Foi nosso pior desempenho. Desde 1996, nunca estivemos no último quartil do relatório [entre os 25% piores]."

O estudo é publicado desde 1989 e baseia-se na análise de dados estatísticos relativos a mais de 300 indicadores e em pesquisas de opinião com 4.000 executivos. No Brasil, de 1.000 executivos procurados, 100 responderam ao questionário.

Segundo Arruda, o desempenho do Brasil reflete a deterioração dos números da economia e também a percepção da classe empresarial.

"Pesou muito a perda de participação do Brasil no comércio internacional, diante da nossa falta de capacidade de exportar. Mantivemos a capacidade de compra das famílias, mas estamos deixando de ser um player global", diz Arruda.

Este ano, o Brasil ficou na última posição no indicador Taxa de Comércio Internacional pelo PIB. E na penúltima posição no indicador Exportação de Produtos pelo PIB.

Como ponto a favor do país Arruda destaca o tamanho da economia.

"Apesar da queda relativa em 2014, o tamanho da economia doméstica (7ª posição no indicador consumo das famílias), a atração de investimentos diretos (7ª posição) e o emprego (6ª posição) são dados de destaque para o Brasil. Esses resultados positivos são significativos, mas, sozinhos, já não sustentam o crescimento do sétimo maior PIB do mundo", diz Arruda.

Na avaliação do professor da Fundação Dom Cabral, o que mais pesou para o mau desempenho do país foi a perda de eficiência empresarial, resultante da combinação de baixo crescimento do PIB com crescimento do emprego de menor valor agregado.

"Não geramos emprego de alto valor e estamos perdendo exportação de produtos de maior tecnologia. O emprego e o consumo doméstico crescem, mas a riqueza não cresce na mesma proporção." Fonte: Folha de São Paulo - 22 de maio de 2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Europa: É só abrir a próxima porta

Interessante esse  vídeo, realça o uso da tecnologia. A rede ferroviária da França, SNCF, uma das redes de ferrovias mais importantes da Europa, usa a tecnologia para mostrar como está tão próxima dos demais países da Europa, dizendo só abrir a porta, todos os países estão próximos. Vídeo bem feito e imaginativo.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

De onde vem o dinheiro da Copa?

1) Quanto custará a Copa no Brasil?
A previsão atual do comitê organizador é que sejam investidos em obras relacionadas a Copa um total de R$ 28,1 bilhões.

Aí estão incluídos os projetos que vão desde obras de infraestrutura básica, como aeroportos e corredores exclusivos para ônibus, até gastos diretamente ligados ao torneio de futebol.

Do total, R$ 7,5 bilhões serão gastos em estádios; R$ 8,9 bilhões em obras de mobilidade urbana; R$ 8,4 bilhões em aeroportos e R$ 1,9 bilhão em segurança. O restante será investido em desenvolvimento turístico, portos e telecomunicações.

Tais obras fazem parte do que o governo chamou de "Matriz de Responsabilidade" da Copa.

2) Foi a Copa mais cara da história?
A comparação entre países é complicada por uma série de razões, como explicou para a BBC Brasil Holger Preuss, Professor de Economia do Esporte na Universidade Johannes Gutenberg-University, na Alemanha, que estudou o impacto econômico das duas últimas Copas.

Para começar, nem sempre os governos realizadores dos eventos disponibilizam seus gastos. "E mesmo que o façam, a prestação de contas não é padronizada, o que dificulta a comparação", diz Preuss.

Recentemente, a Rússia anunciou que seus gastos para o evento de 2018 devem ficar em mais de R$ 35 bilhões, por exemplo – e no caso russo, a lista de projetos também inclui obras de infraestrutura básica e mobilidade urbana.

"De fato, é preciso muito cuidado para evitar uma comparação entre maçãs e bananas", concorda o especialista em Gestão, Marketing e Direito no Esporte Pedro Trengrouse, da FGV. "Muitas dessas obras só foram catalisadas pela Copa. Não há dúvida de que precisávamos de mais aeroportos, por exemplo. Só o aeroporto de Atlanta, nos EUA, tem mais fingers (passarelas móveis usadas para o embarque de passageiros) do que todos os aeroportos do Brasil juntos".

É claro que isso não quer dizer que os custos de algumas obras específicas não possam ser contestados – nem que não haja exageros de gastos, irregularidades ou superfaturamento em algumas, ou muitas, delas.

3) Quem paga pelas obras da Copa?
bligo-CopaMundoBrasil1.jpgCerca de um terço do valor das obras (R$ 8,7 bilhões) está sendo financiado por bancos federais – Caixa Econômica Federal, BNDES e BNB (Banco do Nordeste do Brasil).

Boa parte desses empréstimos é tomada pelos próprios governos estaduais, sozinhos ou em parcerias com o setor privado (PPPs), embora alguns empréstimos também sejam contraídos por entes privados (como os R$ 400 liberados pelo BNDES para o Corinthians construir o Itaquerão).

Além disso, as obras da Matriz de Responsabilidade da Copa também consumirão R$ 6,5 bilhões do orçamento federal e R$ 7,3 bilhões de governos locais (estaduais e municipais). Dos R$ 28,1 bilhões, apenas R$ 5,6 bilhões serão recursos privados (que se concentram principalmente nos aeroportos).

4) E pelos estádios?
Os bancos federais financiaram cerca de metade dos R$ 7,5 bilhões gastos em arenas para a Copa. Apenas R$ 820 milhões foram financiados com recursos privados (segundo valores da CGU, que diferem um pouco de um levantamento do Tribunal de Contas da União). O restante dos recursos foi aportado por governos locais, principalmente estaduais. Na Alemanha, Preuss conta que os recursos públicos financiaram apenas um terço dos 1,5 bilhão de euros gastos em estádios.

Segundo o secretário federal de Controle Interno da Controladoria-Geral da União, Valdir Agapito, dos 12 estádios, 4 são públicos e foram, ou estão sendo construídos ou reformados pelos governos estaduais (Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e Cuiabá – apesar de o Maracanã, no Rio, estar prestes a ser entregue para exploração pelo setor privado), 5 estão a encargo de esquemas de Parcerias Publico Privadas, ou PPPs, (Salvador, Natal, Fortaleza, Recife e Belo Horizonte) e 3 são privados (Curitiba, Porto Alegre e São Paulo).

5) Como os governos pretendem recuperar esse dinheiro?
No caso das PPPs, os estádios serão entregues para exploração pelo setor privado, e o retorno que obtiverem com jogos e uso dessas estruturas em shows e grandes eventos seria usado para ajudar a pagar os empréstimos aos bancos federais.

Os três estádios públicos serão administrados pelos próprios Estados. Ainda há dúvidas sobre a rentabilidade de algumas arenas em capitais menos populosas no longo prazo. O medo é que elas se tornem "elefantes brancos". A rentabilidade das concessões ao setor privado para os Estados também é contestada por alguns movimentos da sociedade civil.

6) Como a Fifa lucra com o evento?
A Fifa lucra com os contratos de transmissão dos jogos, de marketing e com os patrocinadores. Ela tem seis patrocinadores fixos (Adidas, Coca-Cola, Emirates, Hyundai, Sony e Visa) e contratos exclusivos para a Copa (no caso do Brasil, já são 14).

Além disso, a entidade não precisa pagar impostos no Brasil - privilégio também garantido em outros Mundiais.

"A Fifa faz uma festa privada e se você quiser que essa festa seja na sua casa, precisa aceitar as condições da entidade", diz Preuss. "A verdade é que ela não está comprometida com o desenvolvimento econômico dos países que sediam as Copas. A princípio é uma entidade sem fins lucrativos, mas cujo compromisso é com a promoção do esporte – e particularmente do futebol - no mundo."

7) Quanto foi comprometido em isenção fiscal?
Aprovado em 2010, o Regime Especial de Tributação para Construção e Reforma de Estádios da Copa, programa conhecido como Recopa, garante a desoneração de impostos como IPI, PIS/ Pasep e Cofins, além de tarifas de importação, na aquisição de equipamentos e contratação de serviços para a construção de estádios do mundial.

De acordo com uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União), porém, as isenções de impostos federais concedidas às construtoras responsáveis pelos estádios da Copa somariam R$ 329 milhões.

No caso das isenções para a Fifa, estima-se que o total desonerado ficaria em torno de R$1 bilhão. Fonte: BBC Brasil- 27 de junho, 2013

Comentário: Segundo dados da Folha de S.Paulo,  o país não cumpriu nem metade daquilo que se comprometeu a fazer para o Mundial em relação a Matriz de Responsabilidade (obras de infraestrutura e mobilidade urbana). Das 167 intervenções anunciadas, apenas 68 estão prontas, ou 41%. Outras 88 (53%) ainda estão incompletas ou ficarão para depois da Copa. Onze obras foram abandonadas e não sairão do papel. Apenas 10% das obras estão concluídas – a maior parte está incompleta. O Brasil foi escolhido em 30 de outubro de 2007 para ser a sede da Copa do Mundo. Teve tempo suficiente para executar o projeto, mas é um país de apenas de festa, carnaval e futebol. Não leva nada a sério.É o país festeiro, arroz de festa.