domingo, 10 de março de 2019

As cidades com os piores níveis de congestionamento

Se você tivesse que adivinhar a cidade com os piores níveis de congestionamento da América Latina, onde as pessoas perdem 272 horas por ano presas no trânsito, diria o quê? Se pensou em São Paulo, está enganado.
Bogotá, a capital da Colômbia, é a cidade com o pior congestionamento da região, de acordo com o Global Traffic Scorecard, ranking elaborado pela consultoria INRIX. Lá, os motoristas passam, em média, 11 dias dentro do carro a cada ano.
A lista completa das dez cidades com o pior tráfego de veículos é: Moscou, Istambul, Bogotá, Cidade do México, São Paulo, Londres, Rio de Janeiro, Boston, São Petersburgo e Roma.
"A situação geral de congestionamento tem piorado nos últimos anos, principalmente devido ao crescimento em massa da população e a atividade econômica nas grandes cidades", diz Trevor Reed, um dos autores do estudo.
Na América Latina, somam-se a esse fenômeno global as rápidas taxas de urbanização, a alta percentagem de moradias informais, a topografia e a volatilidade financeira. Fonte: BBC Brasil - 8 março 2019

URBAN AREA
2018 Ranking
 (2017) 
Horas perdidas em congestionamento
(2017) 
Velocidade
média no congestionamento
(Km/h 
1 (1)
210 (10)
18
2 (3)
157 (32)
16
3 (2)
272 (1)
11
4 (4)
218 (9)
14
5 (5)
154 (39)
16
6 (6)
227 (6)
11
7 (8)
199 (13)
21
8 (7)
164 (25)
18
9 (9)
200 (12)
18
10 (13)
254 (2)
13
11 (10)
128 (75)
19
12 (11)
154 (38)
16
13 (12)
138 (63)
16
14 (14)
105 (105)
24
15 (16)
154 (40)
18
16 (18)
237 (5)
13
17 (15)
118 (87)
18
18 (21)
202 (11)
13
         Washington, DC
19 (20)
155 (36)
18
20 (19)
164 (26)
16
21 (22)
167 (23)
19
22 (23)
129 (74)
13
23 (24)
138 (64)
19
24 (25)
157 (33)
18
25 (26)
138 (62)
16
  Fonte: The INRIX 2018 Global Traffic Scorecard

OEA calcula que 5.000 venezuelanos deixaram o país a cada dia em 2018

A Venezuela atravessa uma crise de emigrantes e refugiados "sem precedentes na região”, segundo um relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) publicado nesta sexta-feira em Washington. “Em 2018, ao menos 3,4 milhões de venezuelanos, mais de 10% da população do país, fugiram a diferentes destinos da América Latina e do Caribe”, assinala o relatório. São cerca de 5.000 pessoas por dia que abandonaram a Venezuela “em condições de alta vulnerabilidade”.
O relatório prevê mais de cinco milhões de refugiados entre 2015 até o final de 2019, o que significaria um êxodo de uma magnitude comparável às crises em países vítimas de conflitos armados como Síria e Afeganistão.

A organização internacional, criada em 1948 e cujo secretário-geral é Luis Almagro, opositor ao regime de Nicolás Maduro, calcula que 5.000 pessoas fogem a cada dia da violência, da escassez de alimentos e remédios, da hiperinflação e da crise política da nação sul-americana. O relatório, realizado por um grupo de trabalho coordenado pelo opositor David Smolansky e integrado por quatro experientes independentes, afirma que a situação dos refugiados poderia superar os cinco milhões de pessoas até o final de 2019.
Esta cifra de emigrantes venezuelanos no exterior poderia ficar entre 7,5 milhões e os 8,2 milhões para 2020, segundo as estimativas do documento. Superaria, assim, o número de deslocados pela guerra na Síria, que gerou 6,3 milhões de refugiados entre 2011 e 2017.

O principal destino dos emigrantes venezuelanos é a Colômbia, onde chegaram 1,2 milhões de pessoas.
O segundo destino é o Peru (700.000 venezuelanos), e depois estão Chile (266.000), Equador (250.000) e Argentina (150.000).

O Brasil acolheu 100.000 venezuelanos. O fluxo de migrantes se intensificou em fevereiro na fronteira com a cidade de Pacaraima (Roraima). Um total de 600.000 deslocados venezuelanos, segundo o relatório, residem atualmente nos Estados Unidos.  
Smolansky, ex-prefeito do município de Hatillo, considera que o êxodo é provocado pela "falta de comida e remédios, violência generalizada, o colapso econômico... e a violação em massa e sistemática dos direitos humanos".  
A moeda venezuelana se infla a um ritmo de dois milhões por cento ao ano e o salário mínimo caiu a seis dólares mensais. Esta degradação alterou o perfil do venezuelano que deixa seu lar. Já não são ricos molestos pela falta de crescimentos do país; agora são os desfavorecidos, asfixiados pela pobreza e pela falta de mudança no horizonte. Os ricos deixaram a Venezuela como estudantes ou com vistos de trabalho a países como Estados Unidos e Espanha. Fonte: El País - Washington / Madri 9 MAR 2019

sábado, 9 de março de 2019

Persiste falla eléctrica este sábado en 14 estados del país

Ciudadanos reportan que este sábado persiste la falla eléctrica masiva que comenzó el jueves y que se ha prolongado por más de 30 horas, a pesar que el servicio eléctrico fue restituido parcialmente en algunas zonas del país.

La falla eléctrica se registra en los estados como Anzoátegui, Barinas, Sucre, Carabobo, Distrito Capital, Mérida, Miranda, Monagas, Nueva Esparta, Portuguesa, Táchira, Vargas y Zulia a las 7:30 am.

El Metro de Caracas se mantiene afectado por la falla de electricidad y hasta el momento el servicio se encuentra suspendido. Durante la tarde del jueves se registró un apagón en todo el territorio nacional, debido a una avería en el en la generación ubicada en el Guri, estado Bolívar.

El suministro fue restituido por más de una hora y media en algunas zonas de Caracas, pero los ciudadanos reportaron que en esas mismas localidades no tenían luz desde las 4:30 pm. Fuente: El Nacional-09 de Marzo de 2019 

Apagão de grandes proporções deixa Venezuela sem eletricidade

Perto das 17h da quinta-feira (18h em Brasília), a Venezuela ficou sem luz e assim continuou durante horas. Às escuras. À meia-noite, boa parte do país continuava sem fornecimento de eletricidade. A capital, Caracas, era uma cidade fantasma. Somente os prédios com geradores próprios, especialmente os hotéis, iluminavam um pouco uma cidade de mais de seis milhões de habitantes.

Um apagão de grandes proporções que também deixou mais de 20 Estados sem luz, entre eles Miranda, Barquisimeto, Táchira ou Carabobo. O serviço telefônico, tanto de voz como de dados, também foi afetado, e o metrô da capital – uma infraestrutura fundamental em pleno momento da volta dos trabalhadores para casa – interrompeu as viagens, obrigando milhares de pessoas a buscar meios alternativos de transporte ou caminhar quilômetros até suas casas.

O corte de energia também afetou o aeroporto de Maiquetía e o tráfego entre o litoral e o distrito metropolitano de Caracas. Os funcionários da imigração tiveram de operar de forma manual, sem acesso aos bancos de dados, e as informações sobre voos e conexões foram interrompidas.

A origem do apagão está em Guri (Estado de Bolívar), uma das maiores hidrelétricas da América Latina, atrás apenas de Itaipu (entre o Brasil e o Paraguai). Fonte: El País - Caracas 8 MAR 2019 - 12:43          


segunda-feira, 4 de março de 2019

As maiores economias do mundo: Projeção do PIB de 2018

Ranking
País/Economia                   
PIB (Nominal) (billions of $)
PIB per capita (Nominal) ($)
Continente
1
United States
20,412.87
62,152
North America
2
China
14,092.51
10,088
Asia
3
Japan
5,167.05
40,849
Asia
4
Germany
4,211.64
50,842
Europe
5
United Kingdom
2,936.29
44,177
Europe
6
France
2,925.10
44,934
Europe
7
India
2,848.23
2,135
Asia
8
Italy
2,181.97
35,914
Europe
9
Brazil
2,138.92
10,224
South America
10
Canada
1,798.51
48,466
North America
11
Russia
1,719.90
11,947
Europe
12
Korea
1,693.25
32,775
Asia
13
Spain
1,506.44
32,559
Europe
14
Australia
1,500.26
59,655
Oceania
15
Mexico
1,212.83
9,723
North America
16
Indonesia
1,074.97
4,052
Asia
17
Netherlands
945.33
55,185
Europe
18
Turkey
909.89
11,114
Asia
19
Saudi Arabia
748.00
22,65
Asia
20
Switzerland
741.69
86,835
Europe
21
Argentina
625.92
14,044
South America
22
Poland
614.19
16,18
Europe
23
Taiwan Province of China
613.30
25,977
Asia
24
Sweden
600.77
58,345
Europe
25
Belgium
562.23
49,272
Europe
26
Thailand
483.74
6,992
Asia
27
Austria
477.67
53,764
Europe
28
Norway
443.25
82,711
Europe
29
Islamic Republic of Iran
418.88
5,086
Asia
30
United Arab Emirates
411.83
39,484
Asia
31
Nigeria
408.61
2,108
Africa
32
Ireland
385.14
80,641
Europe
33
Israel
373.75
42,115
Asia
34
South Africa
370.89
6,459
Africa
35
Denmark
369.76
63,83
Europe
36
Malaysia
364.92
11,237
Asia
37
Hong Kong SAR
364.78
48,829
Asia
38
Singapore
349.66
61,767
Asia
39
Philippines
332.45
3,095
Asia
40
Colombia
327.98
6,581
South America
41
Pakistan
324.73
1615
Asia
42
Finland
289.56
52,422
Europe
43
Bangladesh
285.82
1,734
Asia
44
Chile
280.27
15,087
South America
45
Egypt
253.25
2611
Africa
46
Czech Republic
251.58
23,75
Europe
47
Portugal
248.89
24,237
Europe
48
Romania
245.59
12,575
Europe
49
Vietnam
240.78
2,546
Asia
50
Peru
231.57
7,199
South America

World
87,505
11,727

Esse ranking é baseado na projeção pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) de abril de 2018 para o ano de 2018. Data 09 Jun 2018