Fenômeno, que teve duração de 10 minutos, aconteceu em Luzerna, Meio-Oeste do Estado. Na Serra, lagos e cascatas congelaramVídeo: Urupema
Fenômeno, que teve duração de 10 minutos, aconteceu em Luzerna, Meio-Oeste do Estado. Na Serra, lagos e cascatas congelaramPassado o primeiro impacto das inundações que destruíram dezenas de cidades em Alagoas e em Pernambuco, a solidariedade e os recursos oficiais deram lugar ao descaso. Numa reportagem exibida no último domingo pelo programa Fantástico, da Rede Globo, o médico Drauzio Varela fez uma síntese dramática do sofrimento enfrentado por milhares de desabrigados, que se amontoam em locais úmidos, tomados pela lama, na maioria das vezes sem acesso a água potável. E fez um alerta que precisa sensibilizar autoridades e políticos em geral: a população das cidades afetadas nos dois estados do Nordeste precisa mais do que agasalhos, cestas básicas e ajuda misericordiosa. Precisa, acima de tudo, e com urgência, de técnicos de saúde pública que disponham de recursos necessários para evitar o agravamento do quadro. Se as providências não forem tomadas logo, o sofrimento de quem já perdeu muito pela força das enchentes pode ter apenas começado.
O alerta mais inquietante de quem tenta fazer o possível para salvar vidas na região é de que o período de incubação de doenças típicas nessas situações está mais ou menos na metade. Isso significa que os casos já registrados tendem a aumentar e que as autoridades sanitárias deveriam se preocupar em mandar mais do que apenas medicamentos para os enfermos. Se não houver a alocação imediata também de recursos humanos para atender os prejudicados, as piores consequências da tragédia poderão não se restringir à perda de familiares, de amigos, da casa, de escolas, de postos de saúde e da infraestrutura, incluindo aí toda a rede de tubulações de esgoto.
Os relatos sobre a situação enfrentada neste momento pelos flagelados revelam a predominância de casos de diarreia, vômitos, infecções respiratórias, desidratação associada a picadas de animais e lesões de pele – todos esses problemas de saúde preocupantes quando ocorrem em massa. Daqui para a frente, se não forem tomadas as devidas providências, o maior risco passa a ser o de doenças potencialmente graves, como a leptospirose, cuja transmissão se favorece pela proliferação de ratos. A ameaça é real, porque os flagelados passam o dia sobre o lodo, além de usar as águas barrentas para fazer a higiene pessoal e para lavar a própria roupa. Em muitas regiões, as crianças chegam a brincar sobre o lixo, por falta de opção, o que tende a agravar ainda mais as consequências na área de saúde pública.
O governo federal, tão preocupado em auxiliar outros países em dificuldades, não pode permitir que os brasileiros sejam negligenciados dessa forma, como se constata no Nordeste. É preciso uma reação imediata, que leve à alocação imediata na área de recursos médicos, capaz de impedir que quem ficou sem nada no plano material acabe se defrontando também com a deterioração da própria saúde, por absoluta falta de iniciativa do poder público.
Fonte: Diário Catarinense - 13 de julho de 2010
Comentário:
Enquanto o nosso Forest Gump, o Contador de história, viajou pelo continente africano, foi seu último giro pela África, antes de deixar o mandato. Foram seis países, em 10 dias de viagem. Até o fim do seu governo, terá ido à África em 11 ocasiões e visitado 24 países diferentes - o presidente brasileiro que mais vezes esteve no continente com pouco mais de 50 países.
E o que fez governo? Quase nada, se não fosse as Forças Armadas, bombeiros, ajuda humanitária, em resgatar, levar mantimentos, amparar os necessitados, sem coordenação. Eles estão perdidos, não há plano de emergência. Criticaram tanto os EUA na tragédia do Haiti com decisões rápidas de emergência. Essa é a diferença entre um país que está preparado para tragédia e outro que pretende durante a tragédia elaborar um plano. Enquanto isso visando a liderança mundial, ter uma voz ativa, o Brasil é uma dos maiores doadores aos países pobres, 5 bilhões de dólares.
Quando a esquerda chilena critica tanto a direita, quanto ao nível de corrupção, não pode ser rico, lembra muito o cidadão que critica muito para que os demais não tenha tempo para analisá-lo. A Concertacion ficou no poder 20 anos e todos integrantes parecem que eram devotos do São Francisco de Assis, entraram pobres e saíram pobres? Ou só o pobre pode roubar? Pois a esquerda fez o voto da pobreza? Ou político da esquerda chilena é o cidadão acima de qualquer suspeita? A esquerda chilena lembra muito o PT do Brasil, são devotos da pobreza de carteirinha, mas os bolsos estão cheios de riqueza?
O que a esquerda chilena pode comentar desse vídeo?
Cuando la izquierda chilena critica tanto la derecha, cuanto al nivel de corrupción, no puede ser rico, recuerda mucho el ciudadano que critica mucho para que los demás no tenga tiempo para analizarlo. La Concertacion se quedó en el poder 20 años y todos integrantes parecen que eran devotos de San Francisco de Assis, entraron pobres y salieron pobres? O sólo el pobre puede robar? Pues la izquierda hizo el voto de la pobreza? O político de la izquierda chilena es el ciudadano por encima de cualquier sospecha? La izquierda chilena se recuerda mucho el PT de Brasil, son devotos de la pobreza de La tarjeta, pero los bolsillos están llenos de riqueza? Lo que la izquierda chilena puede hacer comentario de ese vídeo?
Saiu o resultado de mais uma avaliação do ensino brasileiro, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Através dos fatores rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e média de desempenho na Prova Brasil (média dos estudantes em língua portuguesa e matemática), as escolas da rede pública são classificadas numa escala de zero a dez.
Embora se considere que tenha tido um avanço, em média, as notas não chegaram a cinco. A intenção é que cheguem a seis até 2022.
Esse índice é aplicado a cada dois anos e não trouxe grandes diferenças do último cálculo. Inclusive, traz um perfil velho conhecido. Além das escolas públicas estarem bem atrás das particulares, as melhores classificadas se concentram nas regiões Sul e Sudeste e as piores no Norte e Nordeste.
Há uma grande diferença entre os primeiros e os últimos lugares. Para se ter uma idéia, considerando-se os primeiros anos do ensino fundamental da rede municipal, a cidade de Cajuru (SP) obteve a nota 8,6, enquanto que o município de Apuarema (BA) conseguiu apenas 0,5. Nem tudo está perdido.
O que será que faz um município diferir tanto de outro na qualidade do ensino? Muitas coisas, a começar pelo visual. Dizem que as aparências enganam. Nesse caso, elas são fiéis.
Escola municipal Profª Aparecida Elais Draibe, em Cajuru, que teve a melhor nota no Ideb
■ Cajuru investe em uniformes com o nome do município, possibilitando uma identificação do aluno com a instituição, colocada como algo importante.
■ As salas são organizadas, favorecendo maior concentração das crianças e aproveitamento da aula. Estudar em um ambiente gostoso é outra coisa.
■ Isso é só perfumaria? Pode até ser. Mas não deixa de indicar o lugar que a educação ocupa nessa cidade, que chega a lhe destinar quase 30% de seu orçamento (o obrigatório é 25%). Portanto, há o investimento financeiro.
■ E ter dinheiro basta? Certamente que não. Ele precisa ser bem aplicado. E foi o que a prefeitura de Cajuru fez. Investe na qualificação e remuneração de seus professores, sem os quais o melhor método de ensino com todo o dinheiro do mundo não faria milagres.
■ Mas os alunos não são eternos desmotivados? Ora, adotou-se um método de ensino reconhecido e funcional, o que ajuda na organização do conhecimento e aprendizagem. Nada de buscar coisas modernas e sem fundamento e sem eficácia comprovadas, deixando professores e alunos ao Deus dará.
■ Não dá para vacilar. Um professor bem orientado, sabendo onde pisa, tem maiores condições de realizar seu trabalho e facilitar a construção do conhecimento pelas crianças. É preciso ter um rumo.
■ Para os que não conseguem acompanhar e apresentam problemas na hora de aprender, a escola oferece reforço escolar. Para outros casos, existe um centro de atendimento educacional. Há portanto toda uma rede na cidade para cuidar de seus alunos.
Os pais, fundamentais na evolução escolar do aluno (e não só a escola), são incluídos. Participam ativamente e têm um contato próximo com os educadores. Não tem segredo. Seria bom que as ações governamentais aprendessem com Cajuru, que apenas fez a lição de casa. E que as autoridades fizessem bom uso da avaliação que serve justamente para orientar ações futuras.
Porém, sem a valorização real da educação e a clareza de seu sentido, fica difícil ensinar e aprender.
Fonte: G1- 08/07/2010
Comentário:
O que a cidade de Cajuru, fez com a educação, adotou um método de ensino reconhecido e funcional, o que ajuda na organização do conhecimento e aprendizagem. Nada de buscar coisas modernas e sem fundamento e sem eficácia comprovadas, deixando professores e alunos ao Deus dará. Na educação não há necessidade de inventar e sim buscar melhoria contínua na educação, baseada em resultados concretos.
O líder cubano Fidel Castro reapareceu em público na quarta-feira (7) passada, em um centro científico de Havana, em sua primeira saída conhecida desde dezembro passado, segundo fotos divulgadas neste sábado (10) em sites ligados ao governo cubano.
Com o tradicional agasalho esportivo, Fidel, de 83 anos, afastado do poder desde julho de 2006 por problemas de saúde, aparece em bloguerosrevolucion.ning.com em fotos ao lado de trabalhadores do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNIC), que ele mesmo fundou, em 1965.
"Hoje tivemos a honra de receber Fidel em uma visita surpresa ao centro (...) Está magro, mas bem, e segundo nosso diretor continua muito lúcido", revela no "Blogueros e correspondentes da revolução" a pessoa que tirou as fotos.
Fonte: G1-11/07/2010
Comentário:
Quando o camarada Fidelov morrer, vão dizer que foi envenenado pelos americanos. É complô dos americanos. Vão descobrir traidores cubanos. Tudo mundo sabe que comunista não morre, é eternizado. Se as múmias do Egito fossem comunistas estariam vivas.
Imagino, após Fidelov falecer seu corpo será embalsamado e colocado na principal Praça de Havana. O poder dará essa "glória" post-mortem. E os souvenirs terão aos milhares, CD´s com os discursos, santinhos, bandeiras, máscara mortuária, retrato, etc.
O bolivarianov Chávez inaugurará um busto do Fidelov na principal praça de Caracas, e nosso amigo Lulanov, como é muito esperto, apenas colocará uma placa em qualquer lugar, prédio, rua, ponte, viaduto etc. No Chile inaugurará no Museu da Memória e dos Direitos Humanos,a ala do Fidelov, como emérito defensor dos direitos humanos.
A adoração do mi camarada Fidelov será completo. É o ultimo ícone dos comunistas, depois estarão órfãos, desamparados, etc. O sonho socialista é como o Titanic.
Em um país onde tudo, exceto a escova de dente é propriedade do Estado, agora os pobres coitados dos cubanos sentirão a realidade, terão de trabalhar, procurar empregos, tomar iniciativas, pois eles vivem num imenso zoológico social e político.
A primeira invasão capitalista será sem armas será do McDonald´s, os cubanos conhecerão o que é um BigMac, vão deixar de sonhar com comida. Imagino o Fidelov escutando nas profundezas da câmera mortuário a musiquinha do McLanche feliz. A invasão capitalista começou.
O músico Paulo Moura, 77, morreu no fim da noite desta segunda-feira na Clínica São Vicente, no Rio. Segundo a instituição, ele tinha linfoma (câncer do sistema linfático) e estava internado desde 4 de julho.
Clarinetista e saxofonista, Moura era considerado um dos principais nomes da música instrumental no Brasil e tocou com Ary Barroso, Dalva de Oliveira e Elis Regina, entre outros.
O músico nasceu em 1933, em São José do Rio Preto (interior de São Paulo) e começou a estudar música aos nove anos, incentivado pelo pai e irmãos -- também músicos. Aos 11 anos, começou a tocar no conjunto de seu pai - Pedro Moura - em bailes populares. Em 1947, se mudou para o Rio de Janeiro com a família. Gravou seu primeiro disco, "Moto Perpetuo", em 1956.
Moura ganhou o primeiro Grammy Latino para Música de Raiz com o trabalho "Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas", em 2000. E foi indicado novamente ao Grammy em 2008, na categoria Melhor CD Instrumental, como disco "Para cá e Pra Lá".
Seu último trabalho foi o CD AfroBossaNova, lançado em julho do ano passado. Em 2009, ele também fez shows na Tunísia e no Equador.
Fonte: Folha Ilustrada - 13/07/2010