sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Origem do Papai Noel

Tudo começou em 1822, quando Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega em Nova Iorque, lançou um poema chamado “Uma visita de São Nicolau” para seus filhos. Ele contou, em forma de poesia, a história do santo que, de acordo com uma tradição bem antiga, distribuía presentes para as crianças. Moore criou algumas características que conhecemos hoje em dia, como o fato dele viajar em um trenó puxado por renas e entrar pelas chaminés. A história foi criada utilizando várias lendas que vieram da Finlândia, da Lapônia etc.

A caracterização de Papai Noel deve-se, em parte, ao cartunista americano  Thomas Nast (1840-1902), que fez uma série de ilustrações do velhinho para o periódico Harper’s Weekly, a partir de 1863. As ilustrações de Nast baseavam-se muito nas descrições contidas no poema "A Visit from Saint Nicholas" de Clement Clark Moore, publicado em 1822.

Em 1931, a Coca-Cola fez uma grande campanha publicitária e usou um Papai Noel com o mesmo estilo do desenhado por Thomas Nast, colocando nele uma roupa vermelha e branca. Isso fez com que essa imagem se popularizasse. A imagem popular do Papai Noel que conhecemos hoje deve-se muito ao artista Haddon Sunblom, que criou ilustrações de Papai Noel para a Coca-Cola todos os anos, de 1931 até 1964.

Origem do Natal

A origem do Natal, além do próprio cristianismo, tem ligação com festivais mesopotâmicos, persas, babilônios e gregos

Embora tradicionalmente a data represente a celebração do nascimento de Jesus, o festejo do Natal precede o próprio Cristianismo. Não há uma data exata definida, mas há relatos históricos de que as comemorações antecedem de 2 a 4 mil anos o nascimento de Jesus. "A origem do Natal é muito vaga", afirma Jany Canela, mestre em educação e graduada em História pela Universidade de São Paulo. "Na verdade, é sabido que muitos rituais e festas do Cristianismo eram originalmente tradições pagãs reunidas de maneira a incorporar também a cultura popular", afirma Jany.

Muitos antes do nascimento de Jesus, um antigo festival na Mesopotâmia, chamado Zagmuk, simbolizava a passagem de um ano para outro. As comemorações duravam 12 dias e a tradição dizia que, por conta do solstício de inverno (que marca a noite mais longa do ano), os monstros do caos ficavam furiosos. Para lutar contra eles, o rei deveria morrer no fim do ano e, ao lado do deus Marduk, ajudá-lo nessa batalha.

Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo. "Os povos antigos sempre realizaram festas de celebração em deferência aos marcos de transição da natureza, como as estações ou períodos representativos de mudanças importantes, entre eles o solstício (em dezembro) e o equinócio (em março)", explica Jany.

Um ritual semelhante, chamado de Sacae, era realizado pelos persas e babilônios. Sob os mesmos pilares da luta contra a escuridão, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres. "Por conta da relação luz/escuridão trazida pela simbologia do solstício, a teoria mais difundida sobre o Natal associa a data a esse período, em que alguns povos passavam a noite em vigília com tochas acesas para garantir que o sol nascesse e imperasse sobre a escuridão", afirma a historiadora.

OS GREGOS: HOMENAGEM A SATURNO: A Grécia antiga também incorporou os rituais estabelecidos pelos mesopotâmios ao celebrar a luta de Zeus contra o titã Cronos. O costume alcançou os romanos, que passaram a realizar a Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com os cálculos do povo, o dia 25 era a data em que o sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.

Durante o dia 25 de dezembro, conhecido como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, não havia trabalho nem aulas e eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares com amigos, além de que as árvores verdes eram ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas para espantar os maus espíritos da escuridão. Um costume comum na Saturnália era visitar os amigos e trocar de presentes. Os presentes eram as sigillaria, pequenas figuras de terracota ou prata ou ainda velas de cera, representando a luz na escuridão

O CRISTIANISMO:Segundo o Cristianismo, Maria deu à luz o filho de Deus, chamado Jesus, em um estábulo em Belém. No dia 25 de dezembro, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura (objeto usado para alimentar os animais). No entanto, a data exata do nascimento é polêmica. Fonte: Fonte: Noticias Terra - 18 de Novembro de 2011

domingo, 15 de dezembro de 2013

Bachelet vuelve a la Moneda

Michelle Bachelet ha vuelto a hacer historia al vencer en las urnas para un segundo mandato. Con el 96% de las mesas escrutadas, la líder de centroizquierda había obtenido un 62,5% de los votos, frente al 37,4% de su rival, Evelyn Matthei. Pero con permiso de la presidenta electa, la otra gran protagonista de la segunda vuelta presidencial que ayer vivió Chile fue la abstención.

Parafraseando una expresión muy típica del país andino, «los votantes no están ni ahí». De los 13, 5 millones de ciudadanos con derecho a voto, sólo acudieron a votar 5,2 millones, un 40%. De hecho, durante todo el día en los colegios electorales se repitieron las escenas de vocales aburridos, salas vacías y de aplausos espontáneos a quienes sí se animaron a ejercer su derecho al voto. Fuente: EL Mundo- 15/12/2013

Total de votantes: 5.695.764
Bachelet – 3.468.389
Matthei- 2.111.306
Votos Nulos/Blancos – 116.069
Población nacional: 16 millones 572 mil habitantes (Censo 2012). Padrón electoral: 13 millones 573 mil 088 personas habilitadas.
Abstención - 7.877.324 personas

Comentário:  América Latina es una inmensa  Santa Casa de la Misericórdia, que  tiene la misión de ayudar y cuidar de los pobres y los más  carentes. Miramos el futuro por el  espejo retrovisor.

El  presidente de los EUA definió la educación  superior, principalmente de ingeniería y ciencia como factor estratégico del país para el dominio tecnológico y no como America Latina encara la educación  superior como ascenso social. A Asia también utiliza la educación superior como factor  estratégico.

sábado, 30 de novembro de 2013

País tem 9,6 mi de jovens sem estudar ou trabalhar

Uma população de 9,6 milhões de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham, formada principalmente por mulheres, muitas delas com filhos, é motivo de preocupação quando se observam as condições de vida da população, mostra estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira. A Síntese de Indicadores Sociais 2013, com dados de 2012, mostra que um em cada cinco brasileiros (19,6%) nesta faixa etária não trabalhava nem frequentava escola. Na faixa de 18 a 24 anos, o índice é ainda mais preocupante, de quase um quarto (23,4%).

"Não significa que são encostados ou que são um bando, mas é um fator preocupante porque não é possível que pessoas desta idade não estudem nem trabalhem", diz a técnica do IBGE Ana Saboia. Segundo Ana, os dados não permitem apontar as razões para número tão significativo da chamada "geração nem-nem" (nem estuda nem trabalha), mas, com relação às mulheres a necessidade de cuidar dos filhos é um fator que contribui para não terem atividades produtivas. A proporção de jovens que não vão à escola e não têm emprego se mantém estável, com pequena redução nos últimos dez anos: em 2002, eram 20,2% da população nesta faixa etária.

Os indicadores mostram que 70,3% dos jovens que não trabalham e não estudam são mulheres. Dessas jovens que não têm atividade produtiva, 58,4% tinham pelo menos um filho. A maior parte dos jovens "nem-nem" (38,6%) tem ensino médio completo, ou seja, deveria ter seguido para um curso superior ou ingressado no mercado de trabalho. No outro extremo, um porcentual também alto, de 32,4%, nem sequer completou o ensino fundamental.

O Nordeste é a região com maior proporção de jovens que não estudam nem trabalham, em todas as faixas etárias estudadas. Na faixa de 18 a 24 anos, Alagoas tem nada menos que 35,2% da população que não estuda nem trabalha. Na região metropolitana de Recife, o índice também é preocupante: 31,8% dos jovens de 18 a 24 anos não têm atividade produtiva. Fonte: Estadão - 29 de novembro de 2013

Comentário:Interessante essa população de Nem-Nem não entra na estatística do governo de desemprego.Essa população que a longo prazo  terá aposentadoria do governo é superior um pouco a população da Suécia (9,5 milhões,  PIB-526 bilhões de dólares), é maior do que a população da Finlândia (5,14 milhões, PIB-194 bilhões de dólares)), é maior do que a população da Noruega (  5,09 milhões, PIB-500 bilhões de dólares), Dinamarca (5,6 milhões, PIB-314 bilhões de dólares). É o país do Bem-Estar Social da Miséria. O país tem 17 programas sociais   para baixa-renda.  Enquanto isso, nada de estudar. Pra que estudar? Pra que estudar? pra que estudar? Se tudo o que eu quero o governo me dá...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Maioria das faculdades de Direito não aprova metade dos alunos no Exameda OAB

A maior parte das instituições de ensino de Direito no Brasil não aprovou metade de seus alunos no primeiro exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deste ano, revela o relatório de desempenho das instituições no 10.º Exame de Ordem Unificado, divulgado nesta terça-feira, 29. Entre as instituições com melhor desempenho, estão;

■a Universidade de São Paulo (USP), com 76,84% de aprovados,

■e a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com 71,11% de aprovados.

Entre os 124.914 inscritos nessa edição do exame, 120.944 estiveram presentes na primeira fase. O número total de aprovados foi de 33.954, um percentual de 28,07% de aprovação (calculado com base no número de candidatos presentes no exame). Em 20 anos, o número de cursos de Direito saltou de 200 para 1.300. O Brasil tem mais faculdade de Direito que o restante do mundo junto. Fonte: Estadão - 29 de outubro de 2013

Comentário: O curso de direito virou um curso profissionalizante. É um curso teoricamente fácil, o estudante ou algum profissional faz com intuito de obter um título superior com finalidade  profissional; procura de emprego, concurso público, cargo que exige curso superior. Os EUA  têm 202 Escolas de Direito.

sábado, 26 de outubro de 2013

Festa de professores com com gogo boys, garotas em gaiolas e tequila

A tradicional festa em homenagem ao Dia dos Professores em Caçapava organizada pela prefeitura na última sexta-feira gerou polêmica nas redes sociais e entre pais de alunos e será alvo de questionamentos da Câmara.

Isso porque o que era para ser um simples baile dançante se transformou em uma festa com dançarinos sem camisa e garotas em gaiolas, tudo regado a doses de tequila. Na plateia, professoras e professores se soltaram e participaram da festa.

O baile aconteceu no Clube da Nestlé, no bairro Jardim Caçapava e, segundo relatos, começou às 23h e terminou depois das 4h.

Estiveram presentes o prefeito Henrique Rinco (PSDB), o vice-prefeito e secretário de Saúde Jairo Junqueira, além do secretário de Educação, Sidnei Sanita.

Segundo informações do governo, Rinco participou apenas da solenidade oficial, antes de começar o baile.

Um funcionário do clube, que não quis se identificar, afirmou que a festa foi organizada pela prefeitura, que teria contratado a banda Mala Direta, de Rio Claro (PS) e o bufê.

Gogo boys.

Uma professora que também não quis ser identificada disse que a Secretaria de Educação disparou por e-mail um convite para que as escolas elaborassem as listas com o nome dos professores interessados e seus respectivos acompanhantes, caso houvesse interesse.

Segundo ela, também foi a secretaria quem entregou os convites dos acompanhantes em cada escola, dois dias antes da festa, que contou com cerca de 350 pessoas.

Após um discurso do prefeito e o estouro de uma champanhe, os dançarinos entraram.

“O secretário de Educação disse que tinha uma surpresa para todos. Eu me espantei com o que vi”, disse a professora, referindo-se à dança com homens de sunga que colocavam tequila na boca dos participantes da festa. “Acho que se alguém quer ir a uma boate com shows desse tipo que vá sozinha, por conta própria. Entendo que não era o local nem o momento adequado para isso”, completou.

O presidente da Câmara, Paulo Lanfredi (PRB), afirmou que pedirá explicações ao governo. “Queremos descobrir o valor gasto e porque trouxeram este conjunto para tocar na festa. Isso quebrou a moral da educação na cidade. Está todo mundo revoltado”. Fonte: O Vale - October 25, 2013

Comentário: É o dia dos professores. É uma data comemorativa da classe de professores. O dia não é para uma festinha privada e sim uma comemoração pública e de significado histórico. Em 15 de outubro de 1827, o decreto imperial, trata da primeira Lei Geral relativa ao Ensino Elementar. Este decreto, outorgado por Dom Pedro I, veio a se tornar um marco na educação imperial, de tal modo que passou a ser a principal referência para os docentes do primário e ginásio nas  províncias. A Lei tratou dos mais diversos assuntos como descentralização do ensino,  remuneração dos professores e mestras, ensino mútuo, currículo mínimo, admissão de professores e escolas das meninas.

Não fica bem  para classe de professores. Talvez o significado de baile atual é diferente de outrora. Educação, exemplo para as crianças, jovens, etc. não significa nada. A famosa frase do de Júlio César é tão atual; À mulher de César não basta ser honesta, tem que parecer honesta. O professorado não sabe o significado de coisa pública. Todos erraram, os professore e o governo municipal.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Geração do diploma lota faculdades, mas decepciona empresários

Nunca tantos brasileiros chegaram às salas de aula das universidades, fizeram pós-graduação ou MBAs. Mas, ao mesmo tempo, não só as empresas reclamam da oferta e qualidade da mão-de-obra no país como os índices de produtividade do trabalhador custam a aumentar.

A decepção do mercado com o que já está sendo chamado de "geração do diploma" é confirmada por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos.

"Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria", diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.

RECÉM-FORMADOS QUE NÃO SABEM ESCREVER UM RELATÓRIO OU FAZER UM ORÇAMENTO: Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem ou têm dificuldades de se adaptar às regras de ambientes corporativos.

"Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas", diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, grupo do qual faz parte a Companhia de Talentos, uma empresa de recrutamento. "Surpreendentemente, terminamos com vagas em aberto."

Outro exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower.

De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.

É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Apesar da desaceleração da economia, os níveis de desemprego já caíram para baixo dos 6% e têm quebrado sucessivos recordes de baixa.

BAIXA PRODUTIVIDADE: Produtividade da industria aumentou apenas 1,1% na última década, segundo a CNI

Mas segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulgado nesta semana, os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% desse contingente de desempregados.

"Mesmo com essa expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem", explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

Causas

TRÊS CAUSAS PRINCIPAIS PARA A DECEPÇÃO COM A "GERAÇÃO DO DIPLOMA": Especialistas consultados pela BBC Brasil apontam três causas principais para a decepção com a "geração do diploma".

1-A principal delas estaria relacionada a qualidade do ensino e habilidades dos alunos que se formam em algumas faculdades e universidades do país.

"Ocorre que a explosão de escolas superiores não foi acompanhada pela melhoria da qualidade. A grande maioria das novas faculdades é ruim", diz Pastore.

Para se ter a medida do desafio que o Brasil têm pela frente para expandir a qualidade de seu ensino superior, basta lembrar que o índice de analfabetismo funcional entre universitários brasileiros chega a 38%, segundo o Instituto Paulo Montenegro (IPM), vinculado ao Ibope.

Na prática, isso significa que quatro em cada dez universitários no país até sabem ler textos simples, mas são incapazes de interpretar e associar informações. Também não conseguem analisar tabelas, mapas e gráficos ou mesmo fazer contas um pouco mais complexas.

POSTURA E EXPERIÊNCIA: 2-A segunda razão apontada para a decepção com a geração de diplomados estaria ligada a “problemas de postura” e falta de experiência de parte dos profissionais no mercado.

“Muitos jovens têm vivência acadêmica, mas não conseguem se posicionar em uma empresa, respeitar diferenças, lidar com hierarquia ou com uma figura de autoridade”, diz Marcus Soares, professor do Insper especialista em gestão de pessoas.

 “Entre os que se formam em universidades mais renomadas também há certa ansiedade para conseguir um posto que faça jus a seu diploma. Às vezes o estagiário entra na empresa já querendo ser diretor.”

'TRADIÇÃO BAICHARELESCA: 3-Por fim, a terceira razão apresentada por especialistas para explicar a decepção com a “geração do diploma” estaria ligada a um desalinhamento entre o foco dos cursos mais procurados e as necessidades do mercado.

De um lado, há quem critique o fato de que a maioria dos estudantes brasileiros tende a seguir carreiras das ciências humanas ou ciências sociais - como administração, direito ou pedagogia - enquanto a proporção dos que estudam ciências exatas é pequena se comparada a países asiáticos ou alguns europeus.

 “O Brasil precisa de mais engenheiros, matemáticos, químicos ou especialistas em bioquímica, por exemplo, e os esforços para ampliar o número de especialistas nessas áreas ainda são insuficientes”, diz o diretor-executivo da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico. Do outro lado, também há críticas ao que alguns veem como um excesso de valorização do ensino superior em detrimento das carreiras de nível técnico.Fonte: BBC Brasil-  9 de outubro

Comentário: Quase metade dos estudantes das redes pública e privada termina o Ensino Médio com o mesmo conhecimento de um aluno de oitava série. Foi isso que concluiu uma pesquisa federal que avaliou os estudantes do Ensino Médio no estado de São Paulo. Pela pesquisa, quase metade dos alunos do terceiro ano teve notas inferior ao patamar fixado como mínimo para a oitava série pela Secretaria Estadual de Educação.

Eles estão prestes a entrar na faculdade, mas na prática não entendem muita coisa do que leem e do que escrevem. O Brasil criou o shopping center da educação. Os estudantes passeiam,  fingem que estudam e os professores fingem que ensinam. Saem das universidades com diploma de ignorância relativa.