sábado, 19 de junho de 2010

Donde está Bachelet?

Parece ser el destino inevitable de los presidentes de la República una vez que dejan La Moneda: crear una fundación. Lo hizo Patricio Aylwin, también Ricardo Lagos y, pese a las dudas iniciales de ella y su entorno, lo terminó haciendo Michelle Bachelet, quien durante la primera quincena de abril lanzará la Fundación Dialoga. Eduardo Frei Ruiz-Tagle no tuvo necesidad de hacerlo: ya había creado una fundación en 1982, aunque en honor a su padre, también ex Presidente. Tras dejar el gobierno, fue su principal centro de operaciones.

Pero ¿por qué todos crean estas instituciones sin fines de lucro?

Tras dejar palacio, no tienen un espacio físico donde desarrollar sus actividades públicas y privadas. Necesitan de un sitio para instalar su escritorio y trabajar, atender a sus invitados, sostener reuniones, recibir correspondencia.

La segunda explicación tiene que ver con el legado: una de las actividades que realizan las fundaciones de los ex presidentes es difundir las obras realizadas en cada uno de sus gobiernos y, a través de diferentes actividades, evitar que se echen rápidamente al olvido. Es por ello que, en cada sede, se puede hallar un completo archivo de sus respectivos períodos presidenciales. Por ejemplo: la corporación de Aylwin, Justicia y Democracia, tiene en su subterráneo un centro de documentación, que pretende ser un referente en los temas de transición. La Fundación Eduardo Frei, en tanto, cuenta con una Casa Museo, que era la vivienda de Frei Montalva. La Fundación Democracia y Desarrollo del ex Presidente Lagos cumple un rol parecido: administra el acceso a los archivos del ex Mandatario, centrándose en su período presidencial.

Otra razón que explica el lanzamiento de fundaciones tiene que ver con una preocupación social y un compromiso ético: el Estatuto de ex Presidentes contempla una serie de beneficios para quienes gobernaron el país, entre ellos fuero y una dieta más gastos de representación que pueden superar los $10 millones. En ese sentido, los ex presidentes han optado por invertir parte de su dinero en crear estas corporaciones sin fines de lucro.

Fundación Dialoga, de Michelle Bachelet, de acuerdo a sus estatutos, tiene como objetivo incidir en la agenda pública a través de talleres de debate e instancias de diálogo social.

Pero los ex mandatarios crean fundaciones también por un asunto práctico: al no tener fines comerciales, poseen una serie de beneficios tributarios a la hora de recibir donaciones y realizar estudios para terceras personas e instituciones. En el caso de que algunos ex jefes de Estado fueran contratados, por ejemplo, para dictar una cátedra, podrían ingresar sus remuneraciones a la fundación y de ese modo tener beneficios tributarios.

Fuente: El Mercúrio - Domingo 4 de Abril del 2010

Comentario: 

Los socialistas son excelentes capitalistas con dinero ajeno. Generalmente prometen al pueblo maravillas y son tocadores de violines clásicos, cogen el gobierno con la mano izquierda y los tocan con la mano derecha.

Chile ex-president visits training base to wish World Cup team good luck. Former Chilean President Michelle Bachelet visited the team's training base near Nelspruit on Tuesday to wish the players good luck before the opening World Cup match against Honduras. She will reportedly watch all three of Chile's matches in the tournament's first round. The Canadian Press- Friday June 12, 2010.

Buona vita???

Sabores inesquecíveis

A culinária pernambucana teve influência indígena, africana e portuguesa. Esta mistura de tradições e culturas resultou em uma culinária rica de sabores, cores e perfumes. Alguns pratos preferidos:

1-Caldinho de Peixe ou Camarão

O caldinho é típico dos bares do Recife. O costume é beber o caldinho bem quente em um copinho pequeno, acompanhado de um copinho de cachaça. Por isso é conhecido também como "Ele e Ela".

1 posta pequena mais uma cabeça de peixe ou 250 gr de camarão inteiro
2 tomates, 1 cebola, 3 dentes de alho, 1/2 pimentão, coentro, sal e pimenta batidos no liquidificador.
250ml de leite de coco
3 colheres de sopa de azeite de oliva

Cozinhe o peixe ou camarão em 1 litro de água, junto com os temperos, até que o caldo se reduza a quase a metade. Junte o leite de coco e o azeite e ferva por mais 5 minutos. Retire do fogo, descarte a cabeça do peixe e bata tudo no liquidificador. Se usar o camarão bata tudo no liquidificador e coe em peneira grossa. Volte ao fogo para ferver e sirva imediatamente em canequinhas ou copinhos pequenos.

O caldinho também pode ser de feijão. Neste caso é só bater no liquidificador o feijão já pronto e temperado (de preferência um feijão cozido com carnes defumadas) com bastante caldo, voltar à panela para ferver e servir com uma azeitona dentro de cada copinho.

Obs: É muito gostoso esse caldinho principalmente em noites frias ou curar ressaca de bebida. O caldo é forte, mas quem não gosta, pode diminuir o tempero, principalmente o pimentão, coentro e pimenta.

2-Peixada Pernambucana

Postas grossas de peixe, cozidas junto aos legumes, acompanhadas de pirão feito com o caldo do cozimento. Os bons restaurantes de culinária regional não deixam de ter este prato em seu cardápio.

2 postas grandes de peixe (cavala ou pescada branca)
1 cenoura cortada em quatro
1 chuchu pequeno cortado em quatro
2 batatas cortadas ao meio
1 pimentão em rodelas grossas
2 cebolas em rodelas grossas
2 tomates em rodelas grossas
Coentro picado
Azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
Farinha de mandioca
2 ovos cozidos partidos ao meio

Em um panela larga arrume metade de todos os legumes. Coloque por cima as postas do peixe. Tempere com sal, pimenta, bastante coentro picado e regue com azeite. Faça outra camada com o restante dos legumes, tempere novamente com sal, pimenta, coentro e azeite. Leve ao fogo baixo com a panela tampada e cozinhe por aproximadamente 20 minutos. Arrume os legumes, o peixe e os ovos cozidos em uma travessa aquecida e reserve.

Com o caldo que ficou na panela faça um pirão despejando lentamente a farinha até dar o ponto de um mingau grosso, mexendo sempre até levantar fervura. Sirva imediatamente junto com a peixada e arroz branco.

3-Caldeirada

A caldeirada é uma deliciosa mistura de frutos do mar cozidos com temperos variados e leite de coco. É imperdível experimentar este prato nos bares e restaurantes especializados da cidade. Prove com arroz branco ou só com farinha de mandioca e não dispense uma cerveja  ou um bom vinho branco geladíssimos para acompanhar.

500g de camarão grande limpo
1kg de postas de peixe (pescada, cioba, cavala ou cação)
300g de polvo limpo
300g de ostras
400g de mariscos com a casca
2 cebolas, 4 tomates, 3 dentes de alho e coentro.
1/2 xícara de azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
500ml de leite de coco

Passe no processador ou no liquidificador as cebolas, os tomates, o alho, o coentro, o sal e a pimenta. Numa panela grande refogue os temperos no azeite até começar a dourar. Acrescente os frutos do mar e por cima as postas de peixe. Junte o leite de coco, tampe e cozinhe por aproximadamente 20 minutos, até que tudo esteja macio e os mariscos estejam abertos. Sirva quente com arroz branco.
Bon appétit

sexta-feira, 18 de junho de 2010

As festas juninas são uma homenagem à boa comida

A festa junina chegou ao Brasil nas caravelas portuguesas que ancoraram por aqui há 510 anos. Porém, a comemoração só se tornou o animado São João brasileiro depois de muita influência dos diferentes povos que ajudaram a construir o país. Mistura visível na infinidade de quitutes que fazem sucesso nessa época do ano. Da tradicional pamonha, passando pelo arroz carreteiro do Sul e do cuscuz nordestino, não faltam opções criativas para os festejos. E ao contrário do que muitos imaginam, as comemorações de junho não têm origem cristã.

Festa junina tem origem pagã

– É uma festa pagã e muito popular, que celebra a colheita dos alimentos. Esse tipo de evento é fundamental,pois é quando as pessoas agradecem o que há de mais  importante: a boa comida – explica o professor Ricardo Maranhão, doutor em história.

Quando os padres católicos decidiram incorporar a festa junina ao calendário cristão, escolheram São João porque era o santo com o dia (24 de junho) mais próximo ao solstício de verão, que, no Hemisfério Norte, ocorre em 21 de junho e era celebrado nas festas pagãs.

No Brasil, o alimento que está em evidência nessa época do ano é o milho. A sempre generosa cultura brasileira ainda abre espaço neste período do ano para alimentos que não têm nenhuma origem particular, como o cachorro-quente, o churrasquinho e a maçã-do-amor.Fonte: Jornal de Santa Catarina – 18 de junho de 2010

CURAU DE  MILHO VERDE

Rende 4 porções

Ingredientes

● 2 latas de milho verde

● 3/4 xícara (chá) de leite

● 1/2 xícara (chá) de açúcar

● Canela em pó a gosto

Preparo

1. Bata no liquidificador o milho com o leite.

2. Passe pela peneira e leve ao fogo até engrossar.

3. Distribua em potinhos e leve à geladeira até gelar bem. 

4. Polvilhe a canela e sirva.

Morreu José Saramago

bligo-Saramago.jpgJosé Saramago, Nobel da Literatura em 1998, faleceu hoje aos 87 anos na sua casa na ilha espanhola de Lanzarote


Filho e neto de camponeses sem terra, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, se bem que o registo oficial mencione, como data do nascimento, o dia 18.


Seus pais emigraram para Lisboa quando ele não perfizera ainda dois anos de idade.


A maior parte da sua vida decorreu portanto na capital, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas, e às vezes prolongadas, as suas estâncias na aldeia natal.


José Saramago foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1998. Deixa uma vasta obra onde se incluem géneros distintos.


Publicou o seu primeiro livro em 1944 e esteve quase duas décadas sem voltar a publicar. Em 1966 reaparece no panorama literário com um conjunto de poemas.


Conquistou leitores, prémios e distinções em todo o mundo. Uma das suas obras, 'Ensaio sobre a Cegueira' foi adaptado ao grande ecrã pela mão do realizador brasileiro Fernando Meireles. Em Portugal, os seus textos constam nos programas oficiais de Língua Portuguesa nos liceus.


A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor. Em Fevereiro de 1993 passou a dividir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago de Canárias (Espanha).


Criou a Fundação José Saramago, que ocupa a Casa dos Bicos por cedência da Câmara Municipal de Lisboa.


O seu último livro, 'Caim', publicado em 2009 suscitou uma forte polémica, com figuras ligadas à Igreja Católica indignadas com a forma como Deus era apresentado nesta visão da Bíbilia.


Obras publicadas


Poesias


- Os poemas possíveis, 1966


- Provavelmente alegria, 1970


- O ano de 1993, 1975


Crônicas


- Deste mundo e do outro, 1971


- A bagagem do viajante, 1973


- As opiniões que o DL teve, 1974


- Os apontamentos, 1976


Viagens


- Viagem a Portugal, 1981


Teatro


- A noite, 1979


- Que farei com este livro?, 1980


- A segunda vida de Francisco de Assis, 1987


- In Nomine Dei, 1993


- Don Giovanni ou O dissoluto absolvido, 2005


Contos


- Objecto quase, 1978


- Poética dos cinco sentidos - O ouvido, 1979


- O conto da ilha desconhecida, 1997


Romance


- Terra do pecado, 1947


- Manual de pintura e caligrafia, 1977


- Levantado do chão, 1980


- Memorial do convento, 1982


- O ano da morte de Ricardo Reis, 1984


- A jangada de pedra, 1986


- História do cerco de Lisboa, 1989


- O Evangelho segundo Jesus Cristo, 1991


- Ensaio sobre a cegueira, 1995


- A bagagem do viajante, 1996


- Cadernos de Lanzarote, 1997


- Todos os nomes, 1997


- A caverna, 2001


- O homem duplicado, 2002


- Ensaio sobre a lucidez, 2004


- As intermitências da morte, 2005


- As pequenas memórias, 2006


- A Viagem do Elefante, 2008


- O Caderno, 2009


- Caim, 2009


Fonte: UOL Noticias, Diário de Noticias e Correio da Manhã– Portugal, Lisboa, 18/06/2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Festa Junina - Pudim de Milho Verde

Faz esse Pudim de Milho Verde que vai causar um grande impacto com todos, é realmente uma delícia!!

Ingredientes

1½ xícara (chá) de leite;
1 lata de milho verde;
1 lata de leite condensado;
3 ovos inteiros (menos a casca!!);
2 colheres (sopa) de amido de milho (Maizena®);
1 colher (café) de essência de baunilha (mas se não tiver, nem faz tanta falta assim!!);
2 colheres (sopa) de açúcar.

Modo de preparo
bata no liquidificador o leite com o milho verde já escorrido (abrindo a lata do milho verde, vai ter, além do milho, uma aguinha… joga essa aguinha fora que além de ser ruim, não serve pra nada, só pra conservar o milho!);
passe por uma peneira, o bagaço jogue fora e o líquido devolva para o liquidificador… convém passar uma água no copo do liquidificador, porque senão vão ficar casquinhas do milho;
aí acrescente o leite condensado, os ovos, o amido de milho, a baunilha e o açúcar;
bata tudo muito bem;
caramele uma forma e coloque a mistura do liquidificador, levando para cozinhar em banho-maria por mais ou menos 50 minutos, ou até que espetando uma faca, ela saia limpa;
depois de cozido, leve à geladeira de um dia para o outro, desenforme e sirva!

Definição: Caramelar uma forma é derreter açúcar e colocar nela… se o procedimento parece complicado, dá pra passar calda de caramelo, dessas de colocar no sorvete, na forma que dá certo também.

Dica: Pra fazer pudim precisa de tipo uma panela especial… é uma forma com furo no meio e uma panela que caiba a forma… aí coloca água na panela, deixa ferver, coloca o pudim na forma, coloca a forma na panela e deixa lá cozinhando no vaporzinho. Fonte: Culinária Masculina

Festa Junina - Bolo de milho verde

Ingredientes

1 xícara (chá) de óleo

5 ovos

1 lata de milho verde

1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo

1 1/2 xícara (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de fermento em pó

Preparo

1. Bata no liquidificador o óleo, os ovos e o milho verde por cerca de 10min.

2. Peneire a farinha com o açúcar e fermento.

3. Junte aos poucos a mistura batida mexendo delicadamente.

4. Unte e enfarinhe uma fôrma retangular média, coloque a massa e leve para assar em forno médio (180°C) por 25 a 30min.

5. Corte em quadradinhos e sirva.

Rende 8 porções

Fonte: Jornal de Santa Catarina -17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Junho é tempo de festa em todo o Nordeste



Anarriê, anavantu, puxa o fole sanfoneiro!! Assim os nordestinos se comunicam nas quadrilhas juninas durante as comemorações em homenagem a São João nos nove estados da região, no mês de junho. Os três santos católicos (Antonio, João e Pedro) são reverenciados de forma fervorosa do primeiro ao último dia do mês da Bahia ao Maranhão.

As festas juninas são do chamego, do aconchego, do xodó, da sanfona, do triângulo, da zabumba e de mil outras expressões que só são ouvidas no nordeste. É como se fosse um Natal fora de época, onde as pessoas compram roupas, calçados, perfumes e deixam suas cidades com destino ao interior dos estados em busca de alegria e descontração.

Assim, surgem rivalidades saudáveis como a de Caruaru e Campina Grande que disputam o simbólico título de maior São João do mundo. Cada uma possui programações com mais de trinta dias de festa.

Caruaru se declara a capital do forró e possui um belo espetáculo que une o tradicional ao moderno com as apresentações dos fogueteiros, bacamarteiros e forrozeiros do passado e da atualidade. Campina Grande tem o trem do forró e o casamento coletivo realizado em pleno dia dos namorados.

Aliás, o título de maior São João do mundo é reivindicado por todos os nordestinos.

Na Bahia, os moradores da terra garantem que há festa nos 417 municípios. No entanto, alguns festejos se destacam. Amargosa, Cruz das Almas, Senhor do Bonfim e Salvador, bem como em alguns municípios de regiões como o Recôncavo, a Chapada Diamantina e o Litoral têm festa, principalmente na semana do dia 24 de junho.

As prefeituras das cidades que fazem grandes festas garantem um retorno de R$ 20 milhões para cada R$ 1 milhão investido.

Em Sergipe, não é diferente com o Forrocaju e o Arraiá do Povo, ambos realizados na capital. Os eventos garantem quase um mês de animação ao som da sanfona, do triângulo e da zabumba. Cidades como Estância e Areia Branca também arrebentam com a boca do balão e têm festas de fazer inveja às cidades de grande porte.

No Rio Grande do Norte, a cidade de Assu alia as comemorações religiosas com as batidas do forró. O ponto alto da festa ocorre na Praça São João Batista com direito a shows musicais, procissões e apresentações de quadrilhas. Mossoró também tem festa com forró até o dia clarear.

De todos os estados nordestinos, os festejos juninos mais diferentes são, sem dúvida, os realizados no Maranhão. Lá, os eventos se concentram no centro e na periferia de São Luís, onde o forró dá espaço ao Bumba-meu-Boi. Personagens como o próprio boi, o dono da fazenda, o vaqueiro, os caboclos e os escravos ganham vida nas ruas da cidade, principalmente entre os dias 23 e 26 de junho.

Sabores juninos

Licor, quentão e bebidas à base de vodca e aguardente, sem esquecer da boa e velha cervejinha, são os maiores sucessos entre os foliões de festas juninas espalhados por todo o nordeste.

Em Caruaru e Campina Grande, o quentão faz mais sucesso. A bebida e feita à base de cachaça e pimenta e também é levada ao fogo. Em alguns casos, a aguardente é substituída por vinho ou conhaque.

Na Bahia, a preferência maior é pelos licores que são produzidos a partir das frutas nativas. O de jenipapo é o mais requisitado, mas há também licor de passas, menta e maracujá à venda em Salvador e no interior. O local de concentração maior da produção de licor no estado é o Recôncavo, principalmente nos municípios de Santo Amaro e Cachoeira.

Em Senhor do Bonfim, os drinks feitos com vodca como coquetéis de fruta, capetas, entre outros são bastante servidos para amenizar o friozinho que faz em pleno sertão, no mês de junho.

As comidas típicas também são bastante disputadas no São João. Os campeões na preferência popular são o amendoim cozido, os bolos de fubá e de tapioca, a pamonha, a canjica e o pé-de-moleque. A carne seca, acompanhada de farofa e macaxeira fazem parte até do café dos nordestinos.

Em Caruaru, as comidas são produzidas em tamanho gigante e as filas para degustação normalmente reúnem centenas de pessoas. Assim é o São João do Nordeste, um espetáculo de cores, luzes e sabores. Fonte: UOL Viagem – 04/06/2010