sábado, 4 de dezembro de 2010

La Abuela

Comovente história da avó que cuida de seu neto com paralisia cerebral.

Impressionante a alegria que resplandece no rosto dessa avó que cuida de seu neto.

De onde ela obtém  tanta energia para passar tantos obstáculos?  Só Deus sabe.

Deve ser a Fé, Esperança e Amor.


 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Wikileaks: Cuba acogió a miembros de las Farc, el ELN y ETA

El documento, enviado el 27 de febrero de 2009, señala que el Gobierno de Cuba permite a miembros de estos grupos "disfrutar de descanso y relajo, así como de recibir cuidados médicos y otros servicios".

Cuba acogió en su territorio a miembros de la banda terrorista ETA y de la guerrilla de las Farc, según uno de los cables enviados por los diplomáticos de Estados Unidos en La Habana a Washington, filtrado por Wikileaks.

Según la filtración de este sitio web al diario El País, Estados Unidos tuvo constancia el año pasado de la presencia de terroristas de ETA y de las Farc en la isla.

Para Estados Unidos, la presencia de los terroristas en la isla no supone en sí un motivo de alarma, pues considera "poco probable que lleven a cabo una operación terrorista", según el cable que firma el jefe de la Oficina de Intereses de Estados Unidos en La Habana, Jonathan Farrar.

El documento, enviado el 27 de febrero de 2009, señala que el Gobierno de Cuba permite a miembros de ETA, de las Farc y del Eln, "disfrutar de descanso y relajo, así como de recibir cuidados médicos y otros servicios".

La nota dice que "las actividades específicas de estos grupos" son desconocidas, pero sí se ha podido "corroborar que los miembros de ETA que asesoran a las Farc han pasado tiempo en Cuba y que, incluso, algunos tienen a familiares en el país".

El cable insiste en que "hay pocas probabilidades de que desarrollen una actividad operacional debido a la necesidad de contar con un santuario seguro".

Más allá, el documento explica que no se ha visto "evidencia" de que La Habana permita a estos "servicios de inteligencia hostiles planear en Cuba operaciones terroristas y en contra de Estados Unidos".

Es sabido en la comunidad diplomática, dice el cable, "que el Gobierno de Cuba está ansioso por evitar dar a Estados Unidos un motivo racional que le permita llevar a cabo operaciones antiterroristas contra ella".

El informe que envió el jefe de la misión diplomática estadounidense habla también de los lazos entre el Gobierno de Cuba y las organizaciones colombianas.

"Los informes indican también que el Gobierno de Cuba tiene influencia en las Farc. El Departamento Internacional del Partido Comunista de Cuba guarda una estrecha relación con el Partido Comunista Clandestino de Colombia (PCC), que sirve como el ala política de las Farc, y en cierto sentido también del Eln", concluye. Fuente: Semana - Jueves 2 Diciembre 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Rio de Janeiro: vive estado de guerra contra o tráfico

Balanço oficial da PM contabiliza 35 mortos no Rio; cem veículos foram queimados

Subiu para 35 o número de mortos em consequência da troca de tiros entre a polícia e os criminosos no Rio de Janeiro, que começou no bairro de São Cristóvão, na zona norte, e terminou na zona portuária, no Santo Cristo. O número foi divulgado na tarde desta sexta-feira (26) no balanço oficial da Polícia Militar.

Pelas informações passadas pela Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, mais seis pessoas morreram ao longo do conflito --quatro na quarta-feira e mais duas na sexta-feira.

Nos seis dias de conflito, a PM diz que foram apreendidas dezenas de armas, granadas, drogas e garrafas de gasolina. Cem veículos foram incendiados, entre eles, vários ônibus.

Na região portuária, os policiais prenderam dois suspeitos com garrafa de gasolina e coquetéis molotov. Em Mesquita, duas pessoas ficaram feridas e duas armas foram apreendidas.

O Rio de Janeiro vive uma guerra contra o tráfico. Hoje, policiais e integrantes das Forças Armadas continuam a ocupação da favelas dominadas pelo tráfico. Policiais civis, militares e federais foram alvos de disparos de traficantes na tentativa de entrar no Complexo do Alemão. As operações em morros e favelas visam acabar com a série de ataques, arrastões e incêndios em veículos.

Falar em cena de guerra não é exagero: veículos blindados da Marinha estão sendo usados nas operações. Ontem à noite, o Ministério da Defesa liberou 800 homens para reforçar os trabalhos de combate ao tráfico no Rio. Mesmo assim, os bandidos desafiam as autoridades e continuam impondo tentativas de ataques.

Durante a semana, motoristas foram vítimas de arrastões, foram roubados e tiveram seus veículos incendiados. Virou rotina a interceptação de ônibus por grupos armados que obrigavam os passageiros a descer e ateavam fogo aos veículos.

O cenário de guerra tomou conta da cidade no início da manhã de quinta, numa operação em que soldados do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) puseram em prática uma operação para a ocupação da Vila Cruzeiro, que integra o complexo de favelas da Penha. Seria o local onde, de acordo com a polícia, estaria o comando da onda de ataques organizados pelos criminosos.

Na manhã de quinta, um longo comboio da polícia com sete veículos blindados e carros de assalto da Marinha se deslocava para a Vila Cruzeiro. Ao lado da igreja da Penha, as tropas do Bope se concentraram e recebiam as últimas instruções antes de iniciar a ocupação da Vila Cruzeiro. Simultaneamente, veículos eram incendiados em pontos diferentes da cidade. Um grupo de 200 policiais civis participou de uma ação no Jacarezinho que terminou com nove homens mortos (traficantes, segundo a polícia).

Fonte:UOL Notícias -26/11/2010  

Veja cronologia da violência no Rio de Janeiro

 21 de novembro de 2010 -   Série de arrastões assusta motoristas – O problema vinha sendo atribuído à implantação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e à expulsão de traficantes das favelas. Leia mais

22 de novembro de 2010- Total de mortos: 3  Criminosos queimam carros – os ataques seriam uma represália a uma operação do Batalhão de Irajá na favela Cajueiros, em Madureira, na zona norte. Informações davam conta de que traficantes de duas facções -Comando Vermelho e ADA (Amigos dos Amigos)- teriam se unido para enfrentar a polícia. Leia mais

23 de novembro de 2010 - Total de mortos: 8  Cabine da PM é atacada – Ataques seriam retaliação às UPPs e à transferência de presos para presídios federais. A Polícia Militar inicia uma megaoperação em 18 favelas, por tempo indeterminado. Um bilhete interceptado em outrubro gera a troca de comando no presídio de segurança máxima de Catanduvas (487 km de Curitiba). O plano de ataque às UPPs deveria ser entregue a dois líderes da facção criminosa Comando Vermelho: Marcos Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor, e Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP. s

24 de novembro de 2010 - Total de mortos: 23  Megaoperação - O Bope (Batalhão de Operações Especiais) da PM entrou em quatro comunidades da Penha, zona norte, com sete caveirões. Governo do Rio transfere para Catanduvas oito presos acusados de ordenar ataques. Leia mais

25 de novembro de 2010- Total de mortos: 31  Vila Cruzeiro ocupada - Blindados da Marinha chegam à Vila Cruzeiro na megaoperação que reuniu 250 homens e expulsou cerca de 200 traficantes da favela. Imagens de helicópteros de emissoras de TV mostram o momento em que os bandidos fogem pelo matagal em direção ao Complexo do Alemão e o morro é ocupado pela polícia. O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, comemora o resultado a operação, anuncia novas ações e diz que o objetivo do Estado é retirar território do tráfico. Leia mais

26 de novembro de 2010- Total de mortos: 35*  Exército chega ao RJ - Com 800 homens do Exército, 300 agentes da Polícia Federal, 200 da Polícia Civil e 200 da Polícia Militar, continuam as operações para tentar conter os ataques no Rio de Janeiro.

Ao todo, cem veículos foram queimados e mais de 30 pessoas foram mortas, segundo a Polícia Militar. Extraoficialmente, seriam mais de 40 mortos. A polícia encontra duas toneladas de drogas na Vila Cruzeiro, além de armas, munições, coletes, entre outros. Leia mais

Fonte:  UOL Notícias -26/11/2010

Comentário: Os filmes Tropa de Elite 1 e 2 retratam o mundo do tráfico. De um lado o fornecedor (traficante) e de outro uma parcela da sociedade carioca consumidora de drogas. Essa parcela consumidora tem muita influência na mídia, isto é, formadora de opinião e modismo. São a classe média, os artistas  e os intelectuais que buscam o estado de nirvana através das drogas.

Circula na internet desde 2007 um artigo com várias versões que retrata muito bem esse problema e não há como confirmar o autor.

Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília , critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas.

Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro".

"Eles ajudaram a destruir o Rio".

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro.
Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.  
Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.

Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.
Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou.
Onde há demanda, deve haver a necessária oferta.

E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.
Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa-lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.

São doentes os que consomem.
Não sabem o que fazem.
Não têm controle sobre seus atos.
Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.
Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas
três últimas décadas venham a público assumir:
"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes."

Fonte: Jornal de Brasília


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Fantástico Paul McCartney no Brasil






Porto Alegre – 7 de novembro

Quando Sir Paul McCartney pisou no palco do Estádio Beira-Rio, às 21h10 de domingo,  7 de novembro, elegante como um nobre britânico, as 50 mil pessoas presentes pareciam não acreditar que estavam diante de uma lenda da música. Mais do que isso, não sabiam como reagir frente a uma figura que carrega na própria história o legado de gerações e o peso de ser uma das personalidades mais famosas e carismáticas ainda vivas. Sensível e entregue ao que faz, Paul olhou admirado a multidão de brasileiros ansiosos pela sua voz e não demorou a distribuir sorrisos.

São Paulo – 21 de novembro

Poucos nomes na música têm tanto cuidado com suas canções quanto Paul McCartney. O preciosismo de manter a originalidade, os timbres e a alma de suas composições é a resposta de seu respeito à obra. Paul celebra a música e canta cada canção como uma vitória. Assim se viu na noite deste domingo (21) em São Paulo, num Estádio Morumbi lotado: ao final de cada execução, o ex-Beatle levantava os braços, seu baixo ou guitarra em um ato de triunfo. Para as 64 mil pessoas que estavam no local, era a glorificação de um vínculo sagrado.

Em menos de dez minutos do início do show, o clássico de 1963 "All My Loving" já rasgava a noite no Morumbi como a primeira de uma série de obras-primas com as quais McCartney formou uma conexão histórica com o público em quase três horas de show. "Drive My Car", "And I Love Her", "Eleanor Rigby", "Blackbird", "Yesterday", "Ob-La-Di, Ob-La-Da", "Back in the U.S.S.R.", "Day Tripper" e a furiosa versão de "Helter Skelter" foram trilha sonora para revisar uma memória musical gloriosa do legado de uma das maiores bandas do mundo.

Eleger o melhor momento do show pode soar como ousadia num repertório tão apurado, mas uma das sequências que mais comoveu o público foi iniciada com a dobradinha "A Day in the Life" e "Give Peace a Chance", quando a plateia levantou balões brancos pelo estádio, surpreendendo McCartney. "Let It Be" veio em seguida emocionante como um hino para a transição explosiva de "Live and Let Die", emoldurada por fogos de artíficios. A série terminou com "Hey Jude" e um coro estendido de "na na na na".

Quase tudo se repete de um show para outro nessa turnê. O que não se repete é a experiência de cada um em estar à frente de um dos maiores nomes da história da música. Há quem diga que 2010 terminou neste domingo na saída do Estádio Morumbi.

São Paulo - segunda-feira – 22 de novembro

O segundo e último show de Paul McCartney em São Paulo começou na segunda-feira (22) com cerca de 20 minutos de atraso no Estádio Morumbi e com abertura diferente da apresentada no domingo (21) no mesmo local. Debaixo de chuva, o ex-Beatle começou o show com "Magical Mystery Tour", seguida de "Jet" e "All My Loving". Uma segunda canção que não foi tocada no show anterior já foi incluída neste repertório: "Got to Get You Into My Life".

Desde seu lançamento, em março, a nova temporada da turnê "Up and Coming" já foi vista por mais de 500 mil pessoas nos últimos meses. No Brasil, os shows seguem o mesmo repertório, composto por cerca de 36 músicas que somam aproximadamente 2h30 de duração. A banda que acompanha Paul no palco tem Paul Wickens no teclado, Brain Ray no baixo e guitarra, Rusty Anderson na guitarra, e Abe Laboriel Jr na bateria.

Números

Em Porto Alegre – 50.000 pessoas

Em São Paulo – domingo – 64.000 pessoas

Em São Paulo- segunda-feira – 64.000 pessoas

Fonte: UOL Música – 22 e 23/11/2010  

Comentário: O que faz a música, unir gerações e gerações.

Jovem morre de overdose de cafeína

Um britânico de 23 anos de idade morreu por overdose de cafeína, noticiou o site da revista “Time”. Michael Lee Bedford teria consumido em excesso pó de cafeína comprado por meio da internet.

Pode-se consumir o estimulante tomando café, bebidas energéticas, refrigerantes ou comendo chocolate. Bedford ingeriu pó “às colheradas” durante uma festa. Quando morreu, em abril, tinha em seu organismo o equivalente a 70 latas de energético, revela necrópsia divulgada nesta quarta-feira (3/11/2010).

Segundo Eric Braverman, médico ouvido sobre o caso, uma dose letal de cafeína equivaleria a 10 mil miligramas, ou 100 xícaras de café – desde que consumidas em um curto período.

Em setembro, ainda segundo o site, um americano do estado do Kentucky acusado de assassinar a esposa alegou como defesa o fato de estar “intoxicado por cafeína”, que havia consumido excessivamente bebidas energéticas e pílulas para emagrecer. O exagero o teria deixado “mentalmente instável”, levando-o a confessar um crime que não havia cometido.Fonte: G1, em São Paulo - 03/11/2010 

Comentário: No século XVI, Paracelso dizia: "Tudo é veneno, nada é veneno. Depende da dose".

domingo, 21 de novembro de 2010

Ser buen o mal alumno no es cuestión de pobreza

En el sur de Bogotá está el mejor colegio y muy cerca, uno de los de más bajo desempeño en el Icfes.

A un poco más de 20 cuadras de distancia están el mejor colegio en las pruebas Saber 11 del país -que miden las competencias básicas de los estudiantes de grado once- y uno que lleva cuatro años continuos con bajo desempeño en los exámenes de Estado.

Aunque el primero es privado y el otro oficial, ambos se ubican en el sur de Bogotá, sus estudiantes son de estrato bajo, no cuentan con laboratorios ni aulas modernas y están rodeados de inseguridad y venta de droga.

Pero para ser los mejores no hay que tener los mayores recursos ni las instalaciones más 'bonitas'. Basta con trazarse metas y hacer todo lo posible por cumplirlas.

La diferencia, sin duda, la hacen la actitud de los docentes, de los estudiantes y de los propios padres de familia.

Exitosos: Objetivo: cupo en las mejores 'U'

El Liceo Campo David, institución privada que funciona hace 24 años en el barrio Santa Lucía, tiene un solo patio para 650 alumnos, aulas estrechas y recursos pedagógicos limitados. Sin embargo, obtuvo este año el mejor promedio en las pruebas Saber 11 y desde el 2003 ha estado clasificado en la categoría 'muy superior'.

El 72,5 por ciento de sus bachilleres en los últimos cinco años ha ingresado a la Universidad Nacional y 19 han sido becados por la Universidad de los Andes.

"Los formamos con la meta de abrirse campo en las mejores universidades. Les exigimos con afecto e involucramos a la familia en su proyecto educativo", afirma el rector Henry Romero Vivas.

"Nuestros maestros nos motivan a alcanzar los objetivos trazados", dice Laura Guerrero, alumna de grado once.

Los preparan para tener éxito. "Los sueños de los alumnos se convierten en sueños institucionales... ingresar a la educación superior se logra con excelentes resultados", indica Teresa Melo García, vicerrectora académica.

Diana Palacios, presidenta de la Asociación de Padres de Familia del colegio, reconoce que los docentes animan a sus estudiantes a rendir académicamente y "los padres estamos acompañando a nuestros hijos en esta meta", añade.

Desmotivación: 'Hay padres que poco se preocupan'

Lamentable es la historia de la Institución Educativa Distrital República de México, ubicada en el barrio México, sur de Bogotá. Se fundó en 1963 y tiene 1.250 estudiantes por jornada. El plantel fue clasificado en la categoría inferior en los resultados de las pruebas Saber 11 de este año y en los tres anteriores ha tenido bajo desempeño.

La baja motivación por el estudio, familias poco interesadas por el rendimiento de sus hijos -no asisten a reuniones-, desnutrición, permisividad y descomposición familiar son algunos factores que influyen en estos resultados, según las orientadoras Alba Pulido y Haidy Beltrán.

"Estamos revisando el modelo pedagógico para mejorar la comprensión y el aprendizaje. Trabajamos para que los alumnos aprendan pero ellos no lo quieren hacer y los padres tampoco se preocupan por esto", dice Asunción Perilla, coordinadora académica de la jornada tarde.

"Nuestro bajo rendimiento se debe a que los profesores no nos prepararon bien", asegura Jessica Lee.

Este año, 16 alumnas se han convertido en madres. En muchos casos los docentes han tenido que acudir a Bienestar Familiar para que los padres "hagan algo" por los problemas de indisciplina y bajo desempeño de sus hijos.

Lino Montenegro, docente de filosofía, responsabiliza al decreto 230 -ya derogado y en el que sólo el 5 por ciento de los alumnos podía perder el año- por el desinterés de los jóvenes en el estudio, pues varios pasaban el año perdiendo seis materias.

Datos desalentadores

45% de los colegios con bajo desempeño

Esta semana, el Instituto Colombiano para la Evaluación de la Educación (Icfes), dio a conocer que el 51 por ciento de los colegios oficiales del país y el 32 por ciento de los privados (más de 10 mil evaluados) obtuvieron un bajo rendimiento en las pruebas Saber 11.

"La evaluación implica hacer procesos de recolección de información para tomar decisiones acertadas oportunamente. Los maestros se han olvidado de enseñar por estar llenando informes", dice Rosa Julia Guzmán, directora de la Maestría en Pedagogía de la U. de La Sabana.

53 % son colegios privados con alto desempeño

El 20 por ciento de los planteles oficiales están en las categorías de alto rendimiento (fueron evaluados 6.684 oficiales).

1.389 planteles evaluados en Bogotá por el Icfes

Entre 2009 y 2010, la proporción de instituciones ubicadas en la categoría 'alto' rendimiento bajó seis puntos porcentuales. Fuente: El Tiempo -  20 de Noviembre del 2010

Dilma adotou os três porquinhos

Os “três porquinhos” de Dilma Rousseff foram nomeados oficialmente pela presidenta eleita nesta sexta-feira, 19 de novembro, mas a brincadeira com Antonio Palocci, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo começou no mês passado, durante a campanha eleitoral. Hoje, ao discursar na reunião do Diretório Nacional, Dilma arrancou risadas da platéia ao batizá-los de três porquinhos. A presidenta eleita contou que o apelido era visto como uma crítica, mas passou a usá-lo porque era mais prático.

“Cícero é José Eduardo Cardozo,

Prático é Antonio Palocci e

Heitor é José Eduardo Dutra.

Essa foi a definição dada por Cardozo, a respeito da declaração de Dilma Rousseff de que seus coordenadores de campanha - que agora integram o grupo de transição - são os "três porquinhos".

Origens

Na história, os três saíram de casa e precisaram construir as suas próprias moradias. Cícero era o mais preguiçoso e construiu uma casa de palha, Heitor de madeira e Prático, uma mais estruturada. Quando o Lobo Mau, o quarto personagem do desenho, destrói a casa dos dois primeiros, estes fogem para a casa de Prático. O lobo não consegue derrubar a casa de Prático, tenta descer pela chaminé e foge ao descobrir que à sua espera estava uma panela para queimar a sua cauda.

Questionado por jornalistas, nesta sexta, sobre quem seria o “lobo mau” na história dos três porquinhos de Dilma, Cardozo deu apenas um meio sorriso e desconversou. Fonte: G1 e Último Segundo - 19/11/2010