sexta-feira, 1 de junho de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2018
O tamanho do prejuízo da greve
Dados
divulgados por 13 segmentos da economia indicam perdas de mais de R$ 50 bilhões
com fábricas paradas, exportações suspensas, vendas adiadas e animais mortos,
entre outros problemas.
No
grupo de setores com maiores perdas estão;
■ Distribuição
de combustível, que deixou de vender o equivalente a R$ 11 bilhões,
■ Químico, com perda de faturamento de US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 9,5
bilhões).
■ A
cadeia produtiva da pecuária de corte deixou de movimentar entre R$ 8 bilhões e
R$ 10 bilhões.
■ Produtores
de aves e suínos contabilizam R$ 3 bilhões em prejuízos, incluindo a morte de
70 milhões de aves e de 20 milhões de suínos, a maior parte por falta de ração.
Mesmo após o fim da greve, a recuperação vai demorar a ocorrer. “O tempo que o
produtor deve levar para se reestruturar é de seis meses a um ano”, calcula o
superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
(CNA), Bruno Lucchi.
■ A Confederação Nacional da Indústria (CNI)
calcula perdas de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,8 bilhões) só com exportações que
não foram concretizadas. Segundo a entidade, 45% das 660 mil empresas do país
estão paradas por falta de matéria prima ou pela dificuldade de enviar os
produtos.
■ A
Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), por
exemplo, calcula em até 10 bilhões de reais os impactos para a cadeia produtiva
de pecuária de corte. Das 109 plantas de produção de carne do país, 107
pararam, e as duas que funcionam operam com menos de 50% da capacidade.
■ A
Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) calculou prejuízo de 2,9
bilhões de reais com obras paradas por falta de concreto
■ A
Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) registrou "mais de 270
voos cancelados" durante a semana de paralisação dos caminhoneiros.
"É estimado um prejuízo diário de mais de R$ 50 milhões, que envolve
cancelamentos, pousos técnicos para reabastecimentos, no shows [passageiros que
não apareceram para embarcar] e atendimento a passageiros que deixaram de
embarcar", informa a associação em nota.
IMPACTO
SOCIAL
O
Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) estimou em 32,5
bilhões de reais o impacto total dos nove dias da crise dos combustíveis para a
economia nacional. A ausência de atividade econômica durante esses dias teria
resultado na perda de 4,7 bilhões de reais em arrecadação de impostos para a
União e para as administrações estaduais e municipais. “A arrecadação
tributária sobre os combustíveis é muito alta. O conjunto de produtos gasolina,
diesel e álcool representa 5% da arrecadação total do país”, diz Gilberto Luiz
do Amaral, coordenador de estudos do IBPT, que calcula em 110 bilhões de reais
a quantidade de impostos
OCIOSOS
Vários
setores não calcularam prejuízos, mas o balanço de suas atividades dá a
dimensão do estrago resultante da greve. “Estamos apavorados”, diz o presidente
executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados),
Heitor Klein. Pesquisa feita com associados da entidade indica que metade dos
300 mil funcionários das empresas do setor está ociosa em razão do
desabastecimento de matérias-primas. Estoques de calçados prontos, equivalentes
a um mês de produção aguardam condições de tráfego para serem despachados aos
lojistas. “Com base no volume de insumos que têm hoje, 85% das empresas só
conseguem trabalhar até sexta-feira”, diz Klein. Com isso, o número de
trabalhadores ociosos poderá chegar a 230 mil.
AUTOMÓVEIS
A
indústria automobilística, que mantém a maioria das 40 fábricas de diversas
marcas paralisadas desde sexta-feira, 25, já deixou de produzir aproximadamente
38 mil veículos. O setor emprega 113 mil funcionários e grande parte está em
casa, sem previsão de retorno.
Ainda
não há falta substancial de carros nas concessionárias, mas o desabastecimento
de peças de reposição começa a se agravar, diz Alarico Assumpção, presidente da
Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
PORTO
DE SANTOS
Com
dez dias com fluxo de caminhões praticamente nulo devido à paralisação dos
caminhoneiros, o porto de Santos tem prejuízos incalculáveis no atual momento e
irreparáveis, segundo o sindicato que representa os terminais portuários do
Estado de São Paulo, o Sopesp.
Somente
para o setor de navegação, os prejuízos chegam a cerca de US$ 100 milhões,
segundo levantamento do Sindamar (Sindicato das Agências de Navegação Marítima
do Estado de São Paulo). Fontes: Gazeta do Povo, El País e Folha de São Paulo - 30/05/2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
Imigrante escala prédio para resgatar criança pendurada em Paris
Um imigrante do Mali foi saudado como herói depois de
escalar a fachada de um prédio em Paris para salvar uma criança pendurada em
uma sacada do quarto andar.
Em menos de um minuto, ele escala a fachada do prédio,
subindo de sacada em sacada, e salva o garoto de quatro anos, enquanto um
vizinho tenta segurar a criança a partir de um apartamento ao lado.
O presidente da França, Emmanuel Macron, convidou Gassama
para um encontro no Palácio do Eliseu nesta segunda-feira para agradecê-lo
pessoalmente.
O resgate ocorreu na noite de sábado, em uma rua no norte de
Paris.Gassama contou que estava andando quando viu uma multidão olhando para
cima na frente de um prédio. Em uma entrevista à emissora francesa BFMTV, disse
que, quando viu a criança pendurada na sacada, "não pensou, apenas salvou
o menino". Fonte: G1 Mundo - 28/05/2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Elecciones por la presidencia de Colombia
Mapa: Duque ganó en 23 departamentos; Petro se quedó con 4
de la Costa
Iván Duque, el candidato del Centro Democrático, se
convirtió este domingo en el gran ganador de la primera vuelta en las
elecciones por la presidencia de Colombia, al obtener 7’567.448 votos en el
país y en el exterior, en donde también obtuvo el primer lugar. Esa cifra le
alcanzó para alzarse con el triunfo en 23 de los 32 departamentos, siete más de
los que su partido conquistó en las elecciones de 2014. Fuente: El Tiempo - 28
de mayo 2018 , 06:47 a.m.
domingo, 27 de maio de 2018
Burt Bacharach
Burt Bacharach é um
pianista e compositor norte-americano. Nos anos 50 e começo dos 60 ele foi o
pianista e maestro de Marlene Dietrich. Ele se juntou ao letrista Hal David e
outros para escrever várias canções populares nos anos 60 e 70.
A música de Bacharach tem sido interpretada por diversos
cantores famosos, incluindo, os Beatles, os Carpenters, Aretha Franklin, Jack
Jones, Tom Jones, Dusty Springfield, Luther Vandross, e especialmente Dionne Warwick.
Ele teve um total de 52 sucessos emplacados no "Top
40". Além disso, muitas das suas canções foram adaptadas por artistas de
jazz da época, como Stan Getz e Wes Montgomery. Fonte: Wikipédia
sábado, 26 de maio de 2018
Países com a gasolina mais cara e mais barata do mundo
OS
MAIS BARATOS
Segundo
a consultoria Global Petrol Prices;
■
Venezuela é o país com a gasolina mais barata no mundo, entre 167 países e
territórios analisados em seu mais recente relatório semanal, divulgado em 9 de
janeiro.
A R$
0,04 cada litro, a gasolina continua a ser incrivelmente barata na Venezuela,
país que enfrenta um difícil momento econômico, com inflação galopante. O país
tem as maiores reservas petrolíferas comprovadas do planeta.
■
Arábia Saudita, o país com a segunda maior reserva de petróleo do mundo e 13º
no ranking de menores preços, paga-se 54 vezes mais do que na Venezuela, mas o
preço continua bem baixo: R$ 2,16 por litro.
■ A
gasolina também é muito barata no Irã (R$ 1,02/litro) e no Sudão (US$
1,24/litro), dois grandes produtores na Ásia e na África, respectivamente, e no
Kuwait (US$ 1,27/litro).
São
países que acabam comprometendo recursos fiscais para subsidiar a gasolina para
seus cidadãos, porque, ao vendê-la a preços baixos internamente, renunciam a
receitas que seriam obtidas na exportação de petróleo de acordo com os preços
internacionais.
OS
MAIS CAROS
Talvez
seja mais surpreendente a lista dos países onde a gasolina é mais cara.
■
Hong Kong, onde o litro custa R$ 7,73 segundo a Global Petrol Prices, ou seja,
194 vezes mais do que na Venezuela. Entre os motivos para o preço recorde,
estão os impostos, o alto custo de imóveis e outros gastos operacionais..
■ Na
segunda posição está a Islândia (R$ 7,70/litro), nação em que impostos e a
consciência ambiental ajudam a explicar por que é tão caro encher o tanque no
país.
■
Mais intrigante ainda é o país em terceiro lugar: a Noruega, onde se paga R$
7,44 por litro. O surpreendente é que a nação é um dos grandes produtores e
exportadores de petróleo do mundo.
Graças
a suas jazidas no mar do Norte, o país está entre os 20 principais produtores
do planeta. Mas, em vez de subsidiá-lo, criou restrições que tornam muito caro
ter um automóvel privado, em prol de políticas que incentivam o transporte
público. Suas exportações de petróleo alimentam o Fundo Soberano da Noruega,
usado para diversificar sua economia, tendo em vista o dia em que as reservas
se esgotarão.
■ A
mesma lógica se aplica à Holanda (R$ 7,11/litro), em quarto lugar, seguido por
Mônaco e Dinamarca, com um preço de R$ 7,04/litro.
■
Israel, o nono país com a gasolina mais cara do mundo (R$ 6,82/litro), por sua
vez, é um país que aplica impostos altos na gasolina vendida nos postos e
produz muito pouco petróleo, dependendo majoritariamente de importações.
■ A
Grécia, sétimo país mais caro, entrou na lista depois de se ver obrigada a
aumentar tributos a fim de ajustar suas finanças e cumprir as rigorosas
condições impostas por seus credores para obter empréstimos.
■ O
Brasil ocupa a 91ª posição do ranking, com um preço médio de R$ 4,30 por litro,
o mesmo valor cobrado atualmente na África do Sul.
COMPOSIÇÃO
DO PREÇO
De
acordo com a Petrobras, o preço da gasolina vendida ao consumidor final nos
postos de combustível é composto por três parcelas: uma parte do produtor ou
importador, tributos do governo e o lucro do revendedor. No Brasil, esse lucro
equivale às margens brutas de distribuição e dos postos revendedores de
gasolina.
A
Petrobras afirma que 29% do preço final da gasolina comum vendida nos postos é
apenas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O lucro
dos postos equivale a apenas 9% do valor final do combustível.
A
maior fatia do valor é definida pela própria Petrobras - 34%. Há ainda 16%
destinados à Cide e PIS/Pasep e Cofins, recolhidos pela União, além de 12%
equivalente ao valor correspondente ao etanol anidro, misturado à gasolina.
Os
tributos federais são cobrados como um valor fixo por litro - o de Pis/Cofins,
por exemplo, é de R$ 0,7925 por litro de gasolina; a Cide, de R$ 0,10 por
litro.
O
ICMS, por sua vez, é um percentual sobre o preço de venda - ou seja, cada vez
que ele sobe, os Estados recolhem mais impostos. Fonte: BBC Brasil - 25 de maio
de 2018
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