sábado, 7 de julho de 2012

São Paulo é uma cidade agradável para ser viver?



São Paulo ficou na 36° posição das cidades mais agradáveis para se viver. Não concordo muito com essa classificação, São Paulo está entre as 50 melhores cidades do mundo para se viver.

Em média o paulistano gasta 3  horas por dia na sua locomoção. Então a cada 8 dias perde 1 dia para se locomover. Ou  em 1 ano perde 46 dias. Fazendo essa projeção para o período de sua vida de trabalho (40 anos), ele perderá 5 anos.

A maior cidade do país tem poucas áreas verdes urbanas para 11 milhões de habitantes, 2,6 m2/hab contra o recomendado de 12 m2/habitante pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Tem região que tem menos 1m2 /hab de área verde

É uma cidade em que a sensação de violência está em quase toda esquina.

Maior cidade do país, com mais de 11 milhões de habitantes, a cidade de São Paulo registrou 1.023 homicídios em 2011. Para se comparar, em quase 11 anos de guerra os EUA perderam 2.000 soldados.

Seqüestro relâmpago , arrastão em restaurantes,  arrastão durante congestionamento, etc.

Os prédios residenciais em São Paulo lembram os bunkers ou castelos mediáveis  cercados por muros altos, câmeras de segurança, sensores de movimento, cerca elétrica,  e segurança. Para entrar nos prédios tem os famoso chiqueirinhos de segurança. Nos prédios mais finos os carros são revistados pela segurança. Tudo mundo acha normal. Sem sentir a população não percebe que a liberdade individual está sendo substituindo pela câmera de segurança e controles eletrônicos.  

Daqui a pouco será implantado o Sistema de Identificação Automática de Veículos, seria como se fosse o celular do veiculo. Chips eletrônicos serão colocados nos veículos para que possam ser identificados eletronicamente por antenas dispostas nas cidades. Estas antenas irão enviar os dados para centrais de processamento e verificar a situação do veículo analisado. Seremos um Person of Interest

Essa é a cidade agradável para ser viver.

Mujica se responsabiliza por entrada da Venezuela no Mercosul

O presidente do Uruguai, José “Pepe” Mujica, assumiu a responsabilidade por ter apoiado a adesão plena da Venezuela ao Mercosul após a forte polêmica sobre a medida tomada durante a suspensão do Paraguai do bloco, na semana passada. A posição uruguaia foi colocada em xeque, depois de o chanceler Luis Almagro dizer que o país só aceitou a entrada de Caracas no Mercosul por pressões brasileira e argentina.

Apesar das declarações de Almagro, Mujica saiu em defesa do chanceler e disse que a entrada do país de Hugo Chávez no bloco foi aceita depois da análise de “novos elementos políticos” que surgiram em uma reunião com Cristina Kirchner e Dilma Rousseff, na cidade argentina de Mendoza, na sexta-feira passada.

- O político superava em muito o jurídico - disse Mujica ao jornal “La Republica”, afirmando ser ele o responsável e não seu chanceler pela adesão venezuelana.

Mujica ainda confirmou que foi ideia da presidente Dilma uma reunião fechada entre os presidentes do bloco. O governante uruguaio disse que a princípio sugeriu a primeira semana de agosto para a cerimônia oficial de entrada da Venezuela no bloco, mas acabou aceitando a data de 31 de julho.

O presidente ainda lembrou que na reunião da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) alguns países pediram sanções mais duras contra o Paraguai. Mujica, no entanto, disse que a sintonia entre Argentina, Brasil e Uruguai de não afetar o povo paraguaio prevaleceu.

Novas críticas a Franco

Na entrevista, Mujica voltou a fazer críticas à forma como o Senado paraguaio destituiu Fernando Lugo, num impeachment relâmpago. O presidente lembrou que os senadores rejeitaram o apelo dos chanceleres da Unasul que pediram mais tempo de defesa ao ex-bispo.

- Esse mesmo Senado que há cinco anos nega a adesão da Venezuela com argumentos imorais e triviais, agora tira um presidente e o substitui como quem troca de camisa, desconhecendo o pedido de mais de dez chanceleres. Por isso, decidimos não convalidar mais a manobra de quem durante anos ignorou 30 milhões de venezuelanos - disse Mujica.

Defendendo a entrada de Caracas, ele lembrou que o a Venezuela “é mais que um governo, é uma nação irmã exportadora de energia e compradora de comida” e, por isso, não poderia vetar sua adesão ao Mercosul quando fora o Parlamento uruguaio que decidiu aprovar seu ingresso.

Paraguai não vai participar do Banco do Sul

Jornais paraguaios anunciaram nesta quarta-feira que o país não vai participar do Banco do Sul por estar suspenso do Mercosul. Segundo uma fonte do Ministério da Fazenda, por causa da sanção, o Paraguai foi suspenso de uma reunião recente para aprovar os fundos e formar o banco regional. No encontro, estariam representantes da Fazenda venezuelana, argentina, brasileira, equatoriana, boliviana e uruguaia.

Ao não participar das atividades do recém-criado fundo, o Paraguai não será levado em conta dentro das operações do banco, que se sustentará com verbas dos países da região. A criação do Banco do Sul foi aprovada em 2009, por Argentina, Brasil, Bolívia, Uruguai, Venezuela e, claro, o Paraguai. A Colômbia não quis participar do projeto. E Peru e Chile atuam apenas como observadores. Fonte: Globo - 4/07/12

Comentário: É o quarteto fossilizado da esquerda. Só paleontólogo consegue decifrar o pensamento enigmático da esquerda.   O mais interessante de tudo,  o trio trapalhão do Mercosul queria impor sanções econômicas ao Paraguai, mas é contra as sanções econômicas impostas pelos EUA  a Cuba.  De vez quando ou constante quando o governo pega a gripe da esquerda, defende o fim do bloqueio econômico a Cuba pelos  EUA. Não existe nem coerência no pensamento enigmático da esquerda fossilizada. Esse trio deveria passar férias na Isla Presidencial.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

As 10 melhores cidades para se viver


O Economist Intelligence Unit (EIU) divulgou um novo ranking listando as 10 melhores cidades do mundo para se viver. A lista, que tem causado debates, traz Hong Kong em primeiro lugar.

Foram analisadas 70 cidades no mundo todo.Para a elaboração do ranking foram considerados sete itens: o espaço verdade; a expansão da cidade; o acesso à natureza; o acesso cultural; a conectividade; o isolamento; e a poluição. Alguns itens são considerados negativos para a vida urbana, como a expansão da cidade, que dificulta bastante a vida e, inclusive, aumenta os custos, como os de transporte. Outros, por outro lado, são positivos, como o espaço verde, que contribui para uma melhora na qualidade de vida.

Veja as 10 cidades mais agradáveis para se viver:


  1. Hong Kong (China)
17. Los Angeles (EUA) 
  1. Amsterdã (Holanda)
18. San Francisco (EUA)
  1. Osaka (Japão)
19. Boston(EUA)
  1. Paris(França)
20. Seul (Coréia do Sul)
  1. Sydney (Austrália)
21. Atlanta (EUA)
  1. Estocolmo (Suécia)
22. Cingapura (Cingapura)
  1. Berlim (Alemanha)
23. Miami(EUA)
  1. Toronto (Canadá)
24. Budapeste(Hungria)
  1. Munique (Alemanha)
25. Lisboa (Portugal)
  1. Tóquio (Japão)
26. Moscou (Rússia )
  1. Roma (Itália)
27. São Petersburgo (Rússia )
  1. Londres (Inglaterra)
28. Atenas (Grécia )
  1. Madri (Espanha)
29. Pequim (China)
  1. Washington, D.C. 
30. Varsóvia (Polônia)
  1. Chicago (EUA)
31. Shangai (China)
  1. New York  (EUA)
32. Shenzhen (China)

América Latina
26º - Buenos Aires (Argentina)
31º - Santiago (Chile),
35º - Lima (Peru)
36° - São Paulo (Brasil)
41°- México (México)
42º - Rio de Janeiro

As dez  piores cidades:
Tehran
Nairobi
Lusaka
Phnom Penh
Karachi
Dakar
Abidjan
Dhaka
Lagos
Harare

Fonte: The Economist Intelligence Unit

 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

México: Peña gana con 7 puntos de ventaja

Peña Nieto obtuvo entre el 37.93 por ciento y el 38.55 por ciento de las preferencias electorales, seguido del candidato del Movimiento  Progresista que integran, PRD, PT y Movimiento Ciudadano,  Andrés Manuel López Obrador, quien registró entre el  30.9 por ciento  y el 31.86 por ciento de las tendencias electorales.

En un lejano tercer lugar, la panista Josefina Vázquez Mota, obtuvo entre el 25.1 por ciento y el 26.03 por ciento, mientras que el candidato del Partido Nueva Alianza, Gabriel Quadri, logró retener el registro de ese partido al contabilizar entre el 2.27 y 2.57 por ciento de la votación.

Conforme a los datos del conteo rápido del IFE, los candidatos presidenciales obtuvieron los siguientes promedios de votación:

Enrique Peña Nieto, 38.5 por ciento; Andrés Manuel López Obrador, 31.5 por ciento; Josefina Vázquez Mota 25.6 por ciento, y Gabriel Quadri de la Torre 2.4 por ciento. Los votos nulos alcanzaron dos por ciento.

El titular del IFE recalcó que los resultados oficiales serán dados a conocer hasta el miércoles luego de que las 300 juntas distritales hagan el conteo de los votos y será el Tribunal Electoral del Poder Judicial de la Federación el que califique la elección y con ello al nuevo presidente de México.

Horas antes, Valdés Zurita recordó que los candidatos que no estén conformes con el resultado, pueden acudir a las instancias institucionales, es decir, en los tribunales electorales creados para ello.

En tanto, con el 30.15 por ciento de las casillas computadas, el Programa de Resultados Electorales Preliminares (PREP) arrojaba  una ventaja de 36.58 por ciento de Peña Nieto, equivalente a cinco millones 388 mil votantes, contra 33.24 por ciento de López Obrador, para cuatro millones 896 mil votantes, para una diferencia de casi tres puntos porcentuales.

Hasta el cierre de esta edición también se registraban alrededor del 2.18 por ciento de votos anulados equivalentes a 322 mil 104 sufragios. Fuente: La Crónica de Hoy - 2012-07-02         

domingo, 1 de julho de 2012

México:elección presidencial

El candidato Enrique Peña Nieto, del Partido Revolucionario Institucional (PRI),  contaba con una ventaja irreversible que lo ubicaba como el ganador de las elecciones a la Presidencia de la República, de acuerdo con encuestas de salida dadas a conocer hasta las 20:00 horas de hoy, que además daban el segundo sitio al abanderado de las izquierdas, Andrés Manuel López Obrador.

El ex gobernador del estado de México obtendría de esta manera una votación de 42%, lo cual le daría el triunfo con al menos 11 puntos por encima de su más cercano  contendiente, el tabasqueño y ex jefe de gobierno capitalino, que se haría de 31% del electorado.

En tercer lugar, con 24% de los sufragios la candidata panista Josefina Vázquez Mota, del Partido Acción Nacional (PAN), mientras que Gabriel Quadri obtendría 3%, logrando así conservar el registro del Partido Nueva Alianza (PANAL).

Desde las 8:00 de la mañana los mexicanos acudieron a las urnas en medio de un clima de tranquilidad, aparentemente dispuestos a regresar al PRI a Los Pinos, luego de 12 años de gobiernos panistas que culminarían con la administración de Felipe Calderón Hinojosa.

Según el Instituto Federal Electoral (IFE) la instalación de casillas para la elección federal superó ya todo precedente histórico, pues se reportó que a media jornada sólo dos, una en Oaxaca y otra en Tamaulipas no se habían instalado.<br />

Más de 79.4 millones de mexicanos fueron convocados para acudir a votar y elegir al próximo Presidente de la República, quien habrá de gobernar de diciembre de 2012 al mismo mes de 2018. Fuente: El Universal, Domingo 01 de julio de 2012

Unesco declara Rio de Janeiro Patrimônio Mundial

A Unesco inscreveu neste domingo, 1, a cidade do Rio de Janeiro como Patrimônio mundial, durante reunião em São Petersburgo, na Rússia. A decisão foi tomada pelo comitê do patrimônio da organização.

Os famosos símbolos como o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor foram os argumentos defendidos pelo Brasil, segundo uma apresentação do comitê técnico da candidatura.

Na apresentação, o Rio é apresentado como uma cidade onde a paisagem urbana se funde com natureza exuberante, o que dá origem a uma "cultura de rua" com grandes espaços abertos, parques públicos e jardins, que são parte da vida cotidiana dos cariocas.Fonte: Estadão - 01 de julho de 2012 

 Comentário: Xi!! Agora os cariocas vão curtir a vida. Menos trabalho mais lazer.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Unasul e Mercosul suspendem a participação do Paraguai

Os membros da União de Nações Sul-americanas (Unasul) decidiram nesta sexta-feira, durante a cúpula extraordinária realizada na Argentina, suspender temporariamente o Paraguai do bloco até a realização de novas eleições no país.

A decisão da Unasul, anunciada pelo chanceler argentino, Héctor Timerman, ao término da reunião presidencial realizada na cidade argentina de Mendoza, complementa a resolução adotada pouco antes pelo Mercosul, que também suspendeu o Paraguai até a realização das eleições previstas para abril de 2013.

Timerman disse que a Unasul está preocupada com o Paraguai e espera que não se repita o que aconteceu com Fernando Lugo em outros países. "É importante deixar um depoimento do que passou".

Mais cedo, o bloco composto por Argentina, Brasil e Uruguai decidiu suspender o Paraguai até as próximas eleições presidenciais, em abril de 2013, mas sem aplicar sanções econômicas ao país.

"O Mercosul suspendeu temporariamente o Paraguai até que seja realizado o processo democrático que novamente instale a soberania popular nesse país", disse Kirchner ao encerrar a reunião.

No discurso de abertura da cúpula, Cristina afirmou lamentar "os fatos de conhecimento público" no Paraguai --ou seja, a destituição do presidente Fernando Lugo na última sexta (22)--, e a consequente ausência do país do encontro de hoje.

Por outro lado, disse que precisava esclarecer a posição de seu governo sobre a questão paraguaia, segundo ela, "para evitar qualquer tipo de distorção e manipulação".

De nenhum modo propiciaremos nem aceitaremos sanções econômicas contra o Paraguai", disse Cristina. "As sanções econômicas nunca são pagas pelo governo, mas pelo povo."

Nos dias anteriores à cúpula, bastidores indicavam que a presidente argentina pressionava pela aplicação de sanções econômicas contra o Paraguai. Já Brasil e Uruguai defendiam a imposição de punições apenas políticas.

A recomendação dos chanceleres, adotada após reunião ontem, é que a suspensão do país do Mercosul seja prorrogada, possivelmente até a realização de novas eleições, em 2013. Daí o "esclarecimento" de Cristina.

REAÇÃO

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, José Félix Fernández, afirmou que a decisão do Mercosul de suspender o país do bloco carece de "validade formal e legal", e "deplorou" a incorporação da Venezuela.

"A decisão é ilegal, ilegítima e viola o devido processo. Não tem validade moral e material. No Paraguai não houve uma ruptura da ordem democrática, ela está em plena vigência. Os direitos e as liberdades continuam garantidos".

Em entrevista coletiva, Fernández acrescentou que a continuidade do país no Mercosul dependerá do "povo paraguaio", assim como de uma reflexão do Executivo do presidente Federico Franco, e anunciou que seu Governo "promoverá" as ações que forem necessárias para deixar "sem efeito" a suspensão.

"Todas as decisões que dite o Mercosul sem a representação do Paraguai não têm e não terão validade jurídica e não obrigarão o país". Fonte: Folha de São Paulo - 29/06/2012

Comentário: A velha camarada América do Sul, a esquerda patológica, reunida na Isla Presidencial. É o Lost Político, o continente perdido. É a Atlântida,  a civilização da esquerda. A história da esquerda vai até onde restam vestígios identificados pela paleontologia  política, curiosamente, é a partir daí que a esquerda se torna mais retrógrada e enigmática. 

Cada país tem seu rito  para cassação de mandato de um presidente, conforma  a Constituição. No caso do Paraguai é mais um processo político do que um processo que tem de cumprir todos os ritos constitucionais e jurídicos. É mais um processo simbólico de perda de confiança. Lembra muito a moção de censura do parlamento quando então o parlamento não confia mais no presidente e respectivo primeiro-ministro, obrigando-o a renunciar junto com todo o seu gabinete.

O que diz a constituição do Paraguai

DEL JUICIO POLITICO

ARTICULO 225 -        DEL PROCEDIMIENTO

El Presidente de la República, el Vicepresidente, los ministros del Poder Ejecutivo, los ministros de la Corte Suprema de Justicia, el Fiscal General del Estado, el Defensor del Pueblo, el Contralor General de la República, el Subcontralor y los integrantes del Tribunal Superior de Justicia Electoral, sólo podrán ser sometidos a juicio político por mal desempeño de sus funciones, por delitos cometidos en el ejercicio de sus cargos o por delitos comunes.

La acusación será formulada por la Cámara de Diputados, por mayoría de dos tercios. Corresponderá a la Cámara de Senadores, por mayoría absoluta de dos tercios, juzgar en juicio público a los acusados por la Cámara de Diputados y, en caso, declararlos culpables, al sólo efecto de separarlos de sus cargos, En los casos de supuesta comisión de delitos, se pasarán los antecedentes a la justicia ordinaria.

A cassação do presidente obedeceu ao artigo, na Câmara de Deputados por 76 votos contra apenas um, aprovou o início do processo. No Senado por 39 votos a favor e somente quatro contrários foi aprovada a remoção ou afastamento do presidente. Na Constituição do Paraguai não se usa o  termo impeachment.

No caso do Brasil o processo poderá durar até cinco anos. O caso do Collor foi um julgamento político, em que ele tinha minoria do Congresso, com passeata na rua, PT na oposição, etc.. A corrupção no governo de Lula foi muito maior do que no governo de Collor, mas o que aconteceu? Nada. Com maioria no Congresso, com as entidades estudantis mamando no dinheiro público,  a economia em ascensão, com emprego, etc.

Tem de respeitar a Constituição de cada país. Se a Câmara e o Senado julgaram que o presidente Lugo não tinha mais confiança e aprovou sua remoção, temos de respeitar a decisão do país. O resto é pura ideologia da esquerda patológica. Como vai a democracia cubana?