sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Tortuga capital do Cerrado

Tortuga é uma cidade do cerrado onde os piratas tem inúmeros trabalhos escusos, propinaduto, sedex da mala preta,  crime do colarinho branco.

Entre os esconderijos/paraísos fiscais contam-se inúmeros, repartições públicas, instiutições políticas,  etc.

A cidade de Tortuga é repleta de trafico de influencia, corrupções.. Esta cidade é o exemplo como se faz o planejamento da corrupção. Ensina que plantando a corrupção dá lucro. É o celeiro da corrupção nesse país.

Dessa cidade os piratas tem ramificações em todos os estados, cobrando pedágios, favores, comissões, etc.

Para ingressar nessa plêiade de especialistas há quatro modalidades; indicações, cargo de confiança,  eleito pelos otários (povo) e concurso, que é o mais concorrido.



 Os cargos mais cobiçados são coletores de propinas, comissariado (comissões), cobrança de pedágio, senatus, deputatu, etc.    

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Las Farc matan a guerrillero que dijo que el grupo insurgente no teníafuturo

Se trata de alias Lucho o ‘el Sordo’, cuyo fusilamiento fue ejecutado por sus propios compañeros, luego que un ‘Tribunal Revolucionario’ lo juzgó y determinó que había traicionado al grupo insurgente.

Así lo informó el comandante del Comando Conjunto del Pacífico, general Jairo Antonio Herazo Marzola, después que sus tropas ocuparon el campamento de dicha columna guerrillera, ubicado en las montañas del municipio de Miranda, departamento del Cauca.

El fusilamiento de ‘Lucho’ se presentó el pasado 17 de octubre, justo antes que los militares irrumpieran en el campamento guerrillero.

El insurgente estaba amarrado de pies y manos cuando lo encontraron. Los militares hallaron en el campamento un acta, en la que se dice que ‘El Sordo’ debía ser ajusticiado y se escribían varias razones que motivaban esta decisión.

Entre los puntos está la sospecha generadas en la columna por la perdida de un dinero. Además, lo acusaban de la fuga de una información.

“Lo otro es el hecho de ponerse hablar de que aquí ya no hay futuro ¿qué quería con esto conseguir bajarnos la moral a los demás? no nos pongamos con cosas de que por que es ‘Lucho’ y lleva 23 años en la guerrilla no hay que fusilarlo, ¿no hay otros guerrilleros de más años que también los han fusilado?”, dice el documento.

El general Herazo dijo que alias El Sordo había ingresado a las filas de las Farc desde que era un niño. Se especializó en explosivos y fue ganando la credulidad ante sus compañeros y el secretariado. Se convirtió en el hombre de confianza del jefe de la columna ‘Leonel Paz’, también apodado ‘Caballo’.

Alias El Sordo era el encargado de reclutar a menores de edad para que militaran en el grupo guerrillero, además de enseñarles todo lo relacionado en el manejo de armas, indicaron las autoridades.

De otro lado, en el campamento también fueron halladas dos mujeres, ambas de 15 años, quienes llevaban entre dos y once meses en las filas de las Farc las cuales no pusieron resistencia al momento de la captura. Las jóvenes fueron enviadas a Bienestar Familiar.

Las dos menores capturadas, integrantes de la Columna móvil Gabriel Galviz, en el momento de la detención portaban dos fusiles AK47, cada una, según el Ejército.En el mismo lugar también fueron incautados computadores, memorias USB y material de guerra. Fuente: El Pais - Miércoles, Octubre 20, 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

França -Trabalhar é coisa do passado

Grégoire mora não muito longe aqui de casa, no 19eme arrondissement de Paris. Tem 38 anos. Em 2005, cansado do “sofrimento psíquico” do trabalho como técnico em informática, resolveu parar de trabalhar. Antes, ganhava 2 mil euros por mês. Nos primeiros dois anos sem fazer nada, ganhou 1,2 mil euros do governo. Hoje, a barbada caiu para 650 mensais. Mas ele segue firme no propósito. Gasta 410 euros no aluguel de um quitinete e passa 90% do seu tempo em casa mesmo, jogando videogame.

A única despesa diária pelas ruas de Paris é um expresso na cafeteria, onde aproveita para ler os jornais de graça e roubar os saquinhos de açúcar. “Trabalhei durante nove anos”, contou Grégoire à revista descolada Les Inrockuptibles. “Ao final, senti aborrecimento e frustração. Hoje, recuso todas as ofertas de trabalho. O sofrimento ligado ao trabalho era grande demais”.

Trabalhar é coisa do passado. Os franceses não querem mais trabalhar, e, para deixar isso claro, há dois dias estão tomando as ruas de Paris e de outras capitais da França para protestar. O objetivo é barrar a reforma das aposentadorias proposta por Nicolas Sarkozy. A França tem a duração de trabalho regulamentar mais curta da Europa – o pessoal, por aqui, se aposenta aos 60 anos. A conta da previdência, claro, não fecha mais, e o Congresso aprovou nova idade para colocar o pijama: 62 anos. Os franceses ficaram indignados.

Gregóire foi uma das 10 pessoas entre 25 e 40 anos entrevistadas pela Les Inrocks que não se conhecem entre si, mas já integram um movimento: a dos jovens franceses que decidiram preencher as tardes com uma soneca. Esta geração está retratada no livro recém-lançado Libre, Seul et Assoupi (Livre, Sozinho e Sonolento), de Romain Monnery.

As manifestações são para proteger um direito e dizem respeito aos sessentões, pensei eu. Aparentemente, não há maior relação com este fenômeno dos jovens aposentados. Mas talvez só aparentemente. Percebi isso ao tropeçar, entre as milhares de pessoas, em batalhões de adolescentes. As escolas aderiram aos protestos.

Tá aí: trabalhar é coisa moderna demais para a pós-modernidade. E não existe nada mais velho do que a modernidade por aqui. Está lá, escrito na porta de um dos banheiros da Universidade de Sorbonne, os mesmos de maio de 1968, pichado por algum jovem intelectual bastante ocupado: “O trabalho mata”.

Fonte: Diário Catarinense - 20 de outubro de 2010 

Comentário: Entenda o que está em jogo na reforma da previdência

■ Idade mínima para aposentadoria passa de 60 para 62 anos

■ Idade para aposentadoria plena passa de 65 para 67 anos

■ Exceções: Trabalhadores que começaram a vida profissional antes dos 18 anos de idade, profissionais de risco, vítimas acidente ou doença de trabalho

■ Estímulo para contratação de funcionários com mais de 55 anos de idade

■ Aumento de impostos para financiar previdência: um ponto percentual a mais no imposto de renda das faixas mais alta, e um ponto percentual a mais sobre determinadas negociações imobiliárias

■ Equiparação dos setores público e privado, com aumento na contribuição no setor público

■ Melhorar os benefícios para desempregados

■ Melhorar o benefício para mulheres, eliminando redução decorrente do benefício maternidade

■ Objetivo: Equilibrar receitas e despesas do setor até 2018

Fonte: "Le Figaro"

Para os críticos da reforma do governo, aumentar a idade de aposentadoria é mais uma medida para desmontar a tradição de garantias sociais dos franceses, em nome de uma sociedade mais parecida com o capitalismo norte-americano. UOL Notícias - 20/10/2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

NASA-Apollo 11: Restauração de vídeos do pouso na Lua

Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a pousar na Lua, em 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do Presidente John F. Kennedy, que, num discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito. Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar.

Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua. Fonte: Wikipédia

domingo, 17 de outubro de 2010

Eleição presidencial:Big Brother Brasil



Daqui a pouco  começa o debate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), na "RedeTV", às 21h10.

Os temas a serem debatidos são os temas imediatos, lembra muito propaganda de sabão em pó, muita espuma e pouca ação. Os temas da moda: religião, aborto, privatização e Bolsa Família.

Os dois candidatos lembram muito filhos de papais ricos, cada um deles disputando quem oferecerá mais benefícios para a sociedade.

Nenhum deles pede reflexão da sociedade, qual é o futuro do Brasil no mundo?

Eles não apontam os desafios para o País, já apresenta solução de pacote fechado ou tipo marmitex, o que sobra do governo anterior para melhorar.

Quais são os desafios do Brasil no mundo atual? Educação? Tecnologia? Família? Eles não apontam nada.

Quais são os valores da nossa sociedade que fazem que o País seja diferente dos demais? Eles não evocam os valores intangíveis que formam uma Nação? Integridade, Pessoas, Responsabilidade, Patriotismo, Família, etc.  

Não chama a atenção da sociedade, principalmente para os mais jovens,  que o sucesso depende de trabalho duro e honesto. Existem valores do passado, parece-me que estão perdidos na nossa sociedade, tais como; honestidade, lealdade, fidelidade, patriotismo, que são ecos do passado bem distante e são verdadeiros. São esses valores que se movem uma grande Nação, nenhum deles toca nesses valores.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. “Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo. “ Bertold Brecht

Zelaya: Masacre de Los Horcones

Hace 35 años ocurrió uno de los crímenes más horrendos en la historia del agro.

El movimiento campesino conmemoró el 25 de junio 35 años de la masacre de Los Horcones, una de las matanzas más crueles que registra la historia del agro hondureño.

Eran las grandes luchas por la reivindicación social, por conseguir tierras para suplir una de las necesidades básicas del campesinado hondureño: la subsistencia.

En plena época de siembra, los terratenientes trataban de impedir la invasión de sus tierras, mientras los campesinos se movilizaban colectivamente para recuperarla, para lo cual contaban con líderes que luchaban estoicamente y con algunos sacerdotes identificados con estas luchas.

La matanza tuvo como principales protagonistas a las Fuerzas Armadas, al mismo gobierno de Juan Alberto Melgar Castro y terratenientes de la zona, entre ellos Manuel Zelaya Ordóñez en cuya hacienda, Los Horcones, aparecieron enterrados los 14 cadáveres.

Previo a la captura de los campesinos tuvieron lugar grandes movilizaciones, se tomaron los juzgados de varias ciudades, se realizaron concentraciones masivas, interrumpción del tráfico en las carreteras y se anunció una marcha nacional para el 25 de junio de 1975.

Los campesinos de todo el país se concentrarían en Tegucigalpa pero el gobierno de Melgar Castro ordenó detenerlos.

El 24 de junio, los campesinos de Olancho pernoctaron en Juticalpa y pasaron la noche en el Centro de Capacitación Santa Clara, el siguiente día, a las 10:00 de la mañana, un grupo de escolares, dirigido por el profesor Guillermo Ayes Mejía, llegó a exigir la desocupación del edificio.

La acción del maestro era acompañada por agentes del Departamento de Investigación Nacional (DIN), que vestidos de civil entraron al edificio, sacaron violentamente a los que se encontraban adentro y los llevaron a la hacienda Los Horcones donde los torturaron y mataron.

Por órdenes del teniente Benjamín Plata, quien dirigía el operativo, también asesinaron a los testigos que habían observado el hecho, según la comisión que investigó el caso.

Los cuerpos de las víctimas fueron lanzados a un pozo malacate, que fue dinamitado con el fin de que no quedara rastro de la acción militar.

Del crimen, los tribunales de justicia encontraron culpables al mayor José Enrique Chinchilla, subteniente Benjamín Plata y a los terrantenientes Manuel Zelaya Ordóñez y Carlos Bahr, quienes fueron remitidos a la Penitenciaría Central. Sin embargo, salieron libres en 1980 favorecidos por un indulto otorgado por el gobierno.

Los muertos fueron idenficados como padre Casimiro Cypher, padre Iván Betancourt, Máximo Aguilera (padre del dirigente de la Democracia Cristiana, Lucas Aguilera), Lincoln Coleman, Bernardo Rivera, Francisco Colindres, Fausto Cruz, Roque Ramón Andrade, Arnulfo Gómez, Ruth A. Mayorquín, María Elena Bolívar, Alejandro Figueroa, Juan Benito Montoya y Óscar Ovidio Ortiz.

El 25 de junio el Padre Iván Betancourt y Ruth García salieron de Tegucigalpa hacia Catacamas. Habían ido a encontrar a la mamá del sacerdote Doña Felisa Betancourt que venía a visitarle de Colombia.

Una barbarie

Según el informe del gobierno al llegar a Los Horcones el Mayor Chinchilla ordenó a tres elementos del DIN que interrogaran a los detenidos llevados de Juticalpa, luego fueron asesinados.

Interrogar para el DIN significaba aplicar todo tipo de torturas que iba desde golpes, patadas, toques eléctricos, la capucha, arrancar uñas y otras crueles prácticas.

Mientras tanto, el padre Iván Betancourt era también sometido a interrogatorio, en el cual rindió declaraciones sobre actividades subversivas realizadas en compañía de otros religiosos.

Después del interrogatorio, Betancourt también fue asesinado. Para evitar que quedaran testigos, asesinaron a las señoritas Ruth García Mallorquín y María Elena Bolívar. Fuente: El Heraldo: 27.06.10 

Comentario: Manuel Zelaya, padre del ex-presidente de Honduras,  Manuel Zelaya. El lado obscuro de la familia Zelaya los bolivarianos nada mencionan. Si fuera un direitista sería llamado de asesino

Los 33-Lições do mundo subterrâneo

Luis Urzúa Iribarren, o último mineiro a ser resgatado, teve papel fundamental na sobrevivência de seus 32 companheiros

Desafios cruzaram o caminho do chileno Luis Urzúa Iribarren, 54 anos, muito antes de ele ficar soterrado a cerca de 700 metros de profundidade com outros 32 mineiros em Copiapó. Foram mudanças drásticas impostas pelo destino, que ajudaram a construir um homem de espírito forte e de comando. – Luis teve que assumir responsabilidades muito cedo – destacou a mãe, Nelly Iribarren, 78 anos, em entrevista ao jornal chileno Las Últimas Notícias.

Era uma referência ao episódio que marcou a vida de Urzúa aos 17 anos. A morte do padrasto – responsável por sua formação –, o obrigou a assumir a condição de chefe de família, ajudando na criação dos cinco irmãos mais novos. Como o pai também já tinha morrido, se tornou “o homem da casa”.

Por isso, antes mesmo do primeiro bilhete chegar à superfície, indicando que os homens confinados na mina San José estavam vivos, não foi difícil para Nelly imaginar o filho dando ordens, racionando comida e distribuindo tarefas, por que “ele é assim: mandão e organizado”. Os conhecimentos de resgate subterrâneo e de primeiros socorros, além dos 31 anos de experiência em mineração, também fizeram familiares acreditar que Urzúa buscaria uma forma de tirar os colegas do subterrâneo.

Nascido na cidade de Vallenar e topógrafo de formação, o mineiro foi descrito pelas autoridades chilenas e por integrantes da agência espacial americana, a Nasa, como um líder natural, sem o qual o resgate não teria acontecido. Especialista no tema, o conferencista, coach e escritor brasileiro Marco Fabossi – autor do livro Coração de Líder, concorda:

– O papel do líder é justamente ajudar a concentrar e convergir todo o trabalho para o resultado. Nesse caso, a liderança foi um fator que contribuiu muito para que as coisas terminassem como terminaram.

Na condição de responsável pelo grupo, ele fez todos acreditarem que eram capazes de, coletivamente, vencer os obstáculos, avalia Paulo Roberto Motta, professor titular da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

Casado e pai de um filho, Urzúa estava na condição de chefe de turno quando o acidente ocorreu. Foi o primeiro a falar com o exterior quando a sonda de comunicação chegou.

– Estamos bem, esperando que nos resgatem – disse ao ministro de Mineração chileno, Laurence Golborne.

Não foi apenas por causa da função que exercia que o topógrafo se transformou em líder do grupo. Foram as atitudes frente à situação adversa que o alçaram a essa condição:

– O cargo é uma posição, a liderança é um processo de interação – explica o professor da FGV.

Com os relatos da experiência emergindo à medida que os resgatados começaram a dar entrevistas, sabe-se agora que houve momentos de tensão. Urzúa apresentou o que considera o seu antídoto para as discordâncias: a democracia.

Do mundo subterrâneo, é uma lição referendada pelo mundo real. Marco Fabossi afirma que “a unanimidade nunca vai acontecer”. Segundo ele, exemplos positivos dados pelo líder e a conversa de uma forma clara e direta – o chamado feedback do mundo corporativo – são ferramentas capazes de ajudar a dissolver possíveis conflitos – aqui e lá. Fonte: Diário Catarinense - 17 de outubro de 2010