quinta-feira, 9 de setembro de 2021
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
segunda-feira, 6 de setembro de 2021
USP segue líder entre latino-americanas no THE World University Rankings
A
USP é a melhor universidade latino-americana, de acordo com o World University
Rankings da consultoria britânica Times Higher Education (THE). O ranking foi
divulgado hoje, dia 1° de setembro, durante o THE World Summit 2021, que
acontece virtualmente entre os dias 1° e 3 de setembro.
Classificada
na mesma posição do ano passado, no grupo de 201-250, a USP se iguala a
instituições como a Universidade de Waterloo (Canadá), Universidade de Surrey
(Reino Unido), Universidade da Coreia (Coreia) e Universidade de Tel Aviv
(Israel). Das cinco categorias de indicadores, a USP ficou entre as 100
melhores instituições do mundo em duas: ensino e pesquisa.
No
topo da lista estão a Universidade de Oxford (1° lugar), o Instituto de
Tecnologia da Califórnia (2º) e a Universidade de Harvard (3°). Das dez
primeiras posições, nove são de instituições norte-americanas.
Ao
todo, o Brasil tem 59 instituições classificadas. A Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) é a segunda brasileira mais bem posicionada, no grupo entre
401-500.
Em
sua 18ª edição, o ranking avaliou mais de 1.600 instituições de ensino superior
de 99 países. A avaliação levou em conta 13 indicadores, agrupados em cinco
categorias: ensino, inovação, internacionalização, pesquisa (volume,
investimento e reputação) e citações (influência da pesquisa).
TIMES
HIGHER EDUCATION: A USP também se destaca em outros rankings divulgados, neste
ano, pela consultoria Times Higher Education. No THE Latin America University,
um ranking dedicado apenas às instituições da América Latina, a USP ficou na 2ª
posição, sendo a brasileira mais bem classificada.
Já no ranking das Universidades das Economias Emergentes, divulgado no dia 9 de março, a USP foi classificada na 13ª posição, mantendo a liderança entre as instituições brasileiras. O ranking avalia as instituições de 48 países considerados emergentes. Fonte: Portal do Governo – Dom, 05/09/2021 - 14h19
|
THE WORLD
UNIVERSITY RANKING 2022 |
||
|
1º |
University of Oxford |
Reino Unido |
|
2º |
California Institute of Technology |
Estados Unidos |
|
3º |
Harvard University |
Estados Unidos |
|
4º |
Stanford University |
Estados Unidos |
|
5º |
University of Cambridge |
Estados Unidos |
|
6º |
Massachusetts Institute of Technology |
Estados Unidos |
|
7º |
Princeton University |
Estados Unidos |
|
8º |
University of California, Berkeley |
Estados Unidos |
|
9º |
Yale University |
Estados Unidos |
|
10º |
The University of Chicago |
Estados Unidos |
|
201-250 |
Universidade de São Paulo (USP) |
Brasil |
|
401-500 |
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) |
Brasil |
domingo, 5 de setembro de 2021
Aumentam casos de covid-19 em escolas nos EUA
Os Estados Unidos vivem uma onda de covid-19 entre crianças. Mais de 1.000 escolas americanas fecharam devido à doença, logo após o retorno às aulas após as férias de verão no hemisfério norte. Milhares de crianças tiveram resultados positivos para o coronavírus, especialmente em estados onde as taxas de vacinação são baixas entre os adultos.
Na primavera no hemisfério
norte, 15% dos casos de covid-19 nos Estados Unidos eram em crianças. Em
agosto, esse número saltou para 22% - e a tendência é de que continue em alta.
Na Flórida, mais de 60
crianças são hospitalizadas diariamente com covid-19. Na Geórgia, uma em cada
duas infecções por coronavírus tem origem em escolas.
Para o pediatra Paul Offit,
do Hospital Infantil da Filadélfia, a irresponsabilidade dos adultos que
decidem não se vacinar está afetando as crianças.
"Como americano, você
não tem o direito de se infectar e sair espalhando o vírus ainda mais. Assim
como você não tem o direito de atropelar uma placa de pare em um
cruzamento", reclama o médico.
POLITIZAÇÃO DA VACINA: Os
Estados Unidos começaram a vacinar em maio crianças e adolescentes com mais de
12 anos. No entanto, nenhum imunizante ainda foi aprovado para menores de 12
anos, o que deixa a faixa etária mais vulnerável a ser prejudicada pelas
pessoas que se recusam a se vacinar.
O país tem abundância de vacinas, inclusive de várias marcas diferentes, mas parte da população se recusa a se imunizar, em grande parte por questões políticas. No entanto, a politização das vacinas está prejudicando crianças.
USO DE MÁSCARA NAS ESCOLAS: O
governador da Flórida, Ron DeSantis, chegou a proibir as escolas de exigirem o
uso de máscaras em sala de aula e até ameaçou diretores com cortes de salários.
A Justiça considerou a decisão descabida.
"Para nós, não se trata
de política, é sobre uma pandemia", afirmou a chefe do distrito escolar de
Miami, Vickie Cartwright.
De acordo com o Centro de
Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), 62% dos maiores de
12 anos já estão totalmente imunizados contra a covid‑19 nos Estados Unidos e
72% já receberam ao menos uma dose de imunizantes contra a covid-19. No entanto,
há várias semanas o país enfrenta uma lenta procura por vacinas.
Os Estados Unidos são o país
do mundo com mais casos e mortes por covid-19, com mais de 648 mil óbitos e
mais de 39,8 milhões de infecções.
Em meio aos esforços para
convencer a população a se vacinar, o secretário de Defesa dos Estados Unidos,
Lloyd Austin, ordenou em agosto a imunização obrigatória e imediata contra a
covid-19 para todos os militares do país. Fonte:
Deutsche Welle – 05.09.2021






