domingo, 25 de julho de 2010

Chávez, Uribe y Maradona?

A nadie sorprendió que Hugo Chávez haya roto relaciones con Colombia. Hace tiempo que lo venía anunciando. En un acto de victimización perfecta, adornado con la omnipresencia del popular Diego Maradona, el Presidente venezolano despotricó contra las evidencias presentadas por el gobierno de Colombia, las más contundentes que jamás le hayan presentado sobre su apoyo a la guerrilla de las FARC.

Álvaro Uribe acertó en poner a Chávez en el terreno que menos le gusta, a la defensiva. Es que no lo enfrentó con las armas de la denuncia dialéctica ni con la diplomacia cansina de micrófonos, donde el presidente venezolano intimida con verborragia insultante hasta al más avezado interlocutor, sino que lo confrontó con pruebas en mano: fotos, videos, mapas y declaraciones sobre los "campamentos de verano" que 1.500 guerrilleros tendrían en suelo venezolano para descansar y entrenar a su gente. Y eligió el camino de la diplomacia directa, el escarnio público, en sesión abierta de la OEA a la que reclamó conformar una comisión de verificación.

Si bien Chávez está exultante de romper relaciones, lo que le permite atraer al contrincante a su juego de oratoria polémica, esta vez deberá lidiar con unas evidencias que, veraces o no, lo ponen al descubierto. La carga de la prueba recae sobre él, ya no importa lo que diga, insulte o atropelle, ahora lo que está en juego es la credibilidad de su gobierno. Para zafar del embrollo, tendrá que demostrar que las fuentes colombianas, guerrilleros desmovilizados, no son de fiar o que son mentiras; y eso es muy difícil para un gobierno que perdió credibilidad por expulsar y no permitir en los últimos años que organizaciones de derechos humanos visiten el país, como esta semana denegó el permiso a veedores del gobierno de Chile para que supervisen las elecciones de septiembre próximo.

Así como que no es sorpresa que haya roto relaciones con Colombia por cuarta vez desde el 2005 y que fabrique titulares como hace días, calificando de "trogloditas" a los obispos católicos o anunciado que se adueñará de Globovisión, la única televisora privada que queda con algo de independencia y crítica informativa, lo que fue desconcertante de su anuncio es que lo hizo junto a un jubiloso y cínico Maradona; una escena tan descabellada como si Barack Obama decretara la invasión de Irán acompañado de Tiger Woods.

Que Maradona es amigo de Chávez no es novedad, y que hayan hecho yunta en actos políticos previos en sus respectivos países, tampoco. Pero lo que sí es nuevo es que esta vez Maradona esté mezclando la política con la actividad futbolística; que se haya burlado públicamente del presidente electo de Colombia, Juan Manuel Santos; que se preste al circo de la propaganda política o que pida "consejo a mi amigo Chávez", todo ello a días de aceptar el contrato que ya le ofreció la AFA como técnico nacional de la selección argentina.

Maradona, en esta capacidad, ya no tiene toda la libertad para decir lo que quiere y sobre a quién quiere, ni tampoco para estar jugando a la política partidaria o dejarse tentar por una diputación por parte del matrimonio Kirchner. Debe elegir: una cosa o la otra. Ambas, gobierno o fútbol, son incompatibles. Esa dualidad, entre deporte y política, debería estar proscrita legal y éticamente para aquel que tiene que comandar a un seleccionado que debe representar a un país, no sólo a un sector.

Se puede discutir si Maradona fue o no un buen técnico hasta que terminó su primer ciclo frente a Alemania; se le puede seguir condenando por su vieja adicción a las drogas y a los anabólicos; y hasta por ese estilo de personalidad chavista, chúcara, irreverente y socarrona. Pero lo que no puede estar sujeto a debate es que un seleccionado nacional, a diferencia de la política, tiene que permanecer libre de polarizaciones, divisiones o partidismos.

Si Maradona insiste en abrazar la política, sería irresponsable -por más virtudes que pudiera aportar al fútbol- que siquiera se le ofreciera el cargo o que él lo aceptara. Por lo visto, para deleite de los Kirchner y sufrimiento de los argentinos, este no fue el consejo que le dio Chávez. El Universal - CARACAS, domingo 25 de julio, 2010

Chávez rompe relações com Colombia

Na OEA, a Colômbia apresentou provas contundentes da presença das FARC na Venezuela. Chávez respondeu rompendo relações com a Colômbia.

A internet está fazendo mais estragos do que as bombas para os simpatizantes das FARC´s. Imagino que o computador do Raul Teyes, um dos lideres das guerrilhas tem milhares e milhares informações que a Colômbia está  guardando como informações  estratégicas para divulgar conforme seu interesse. A internet cria facilidades, mas registra tudo, e aí que mora o perigo.

Segundo o jornal Universal venezuelano, apareceram 1145 documentos com referências à Venezuela e outro número importante relacionado com pessoas de nacionalidade venezuelana, incluindo antigos funcionários do Governo de Caracas. As evidências foram extraídas do computador de Raul Reyes e de outros guerrilheiros detidos e mortos nos últimos meses, existindo textos e imagens que denunciam a presença de familiares do porta-voz das FARC, Marco León Carlarcá, na Comissão Internacional das FARC e na Coordenadora Continental Bolivariana.

Num amplo trabalho, o jornal divulga ainda informações sobre a presença de guerrilheiros em território venezuelano, revelando coordenadas dos sítios onde se reuniam.

 Veja  o debate no programa “Maria Elvira Live” .

Chavez rompe relaciones con Colombia. (I parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010



Chavez rompe relaciones con Colombia. (II parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010



Chavez rompe relaciones con Colombia. (III parte) "Maria Elvira Live" 07.22.2010


sábado, 24 de julho de 2010

Reencarnação do Bolivar

“Hola mis amigos! Que momentos tan impresionantes hemos vivido esta noche!! Hemos visto los restos del Gran Bolívar!Les digo: tiene que ser Bolivar ese esqueleto glorioso, Dios mio. Bolivar vive Carajo!!” Hugo Chávez

A alma do Bolívar penetrou no Chávez  e ele conversa com ela , naturalmente, sempre que quer.  Lembra muito o filme a Múmia (The Mummy), só falta lançar as dez pragas da America Latina.  Uma delas é o capitão América. Como Bolivar encarnado, recebeu a missão de dar sequência a obra do “libertador”.

Cada vez que ocorre um conflito com ele e um presidente de outro país, Chávez -ou melhor Bolivar- faz uma transferência para o passado e encarna Bolivar no conflito. Vê o Rei Juan Carlos como se fosse o rei Fernando VII e reproduz frases de Bolivar. Vê o presidente Uribe da Colômbia, como se fosse o general Santander, e procura vingar-se do que esse teria feito com Bolívar.

Em 16 de julho de 2010, Hugo Chávez manda exumar corpo do revolucionário Simón Bolívar. O Presidente venezuelano contraria livros e desconfia que Bólivar foi assassinado. Ele acredita que seu herói tenha sido vítima de uma conspiração e tenha morrido assassinado por um general colombiano.  

Índice Big Mac mostra sobrevalorização do real ante o dólar

A revista britânica "The Economist" publica nesta semana mais uma edição de seu tradicional Índice Big Mac, que compara os preços do famoso sanduíche em diversos países para detectar pistas sobre a situação do câmbio em relação ao dólar nas economias pesquisadas. E a notícia não é nada boa para os fãs da rede de fast food:

■ o Big Mac do Brasil aparece na lista como o quarto mais caro do mundo, atrás apenas de Noruega, Suécia e Suíça.

■ comer o sanduíche aqui custa o equivalente a US$ 4,91 (ou R$ 8,71), mais caro que o preço nos Estados Unidos, onde ele custa US$ 3,73 (R$ 6,57).

■ Na China, o Big Mac custa US$ 1,95, o que indicaria que o yuan, apesar da "flexibilização" prometida pelo governo chinês, está desvalorizado em 48%.

■ Entre os países pesquisados, o Big Mac mais barato pode ser comprado na Argentina, onde o sanduíche custa US$ 1,78, o que aponta uma desvalorização de 52% do peso em relação ao dólar.

A partir daí, a revista conclui que o real está sobrevalorizado em 31% em relação ao dólar. A publicação aponta ainda que o Brasil é um dos poucos países emergentes onde o câmbio aparece sobrevalorizado no índice.

Ou seja, levando-se em conta o índice utilizado pela Economist, o dólar deveria atualmente estar cotado em R$ 2,33. A revista considera que o ideal é que o sanduíche custe o mesmo que nos Estados Unidos.

"O real do Brasil é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros. A economia do hambúrguer sugere que o real está sobrevalorizado em 31%", diz a revista.

Lembrando que câmbios mais baixos tornam as exportações mais baratas, a revista afirma que a Ásia continua sendo o lugar mais barato para comer o sanduíche.

A "Economist", no entanto, admite que o Índice Big Mac não é uma ferramenta precisa para analisar o câmbio, e outros fatores, como preço de aluguéis e salários, influenciam no valor do sanduíche.

A seguir o preço do Big Mac em  alguns países;

Austrália - R$ 7,16 - $ 3,98

Canadá - R$ 7,14 - $ 3,87

Turquia - R$ 6,89 - $ 3,83

Grã-Bretanha - R$ 6,60 - $ 3,67

Japão -  R$ 6,30 - $  3,50

Emirados Árabes - R$ 5,38 - $ 2,99

México - R$ 4,50 - $ 2,50

África do Sul - R$ 4,42 - $ 2,46

Egito - R$ 4,28 - $ 2,38

Rússia - R$ 4,21 - $ 2,34

Fonte: Globo Online - 23/07/2010

Comentário:

Em São Paulo, comida por quilo é muito mais barato do que comer em fast food em geral.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

La Policía colombiana asegura que varios etarras se entrenaron enVenezuela

Integrantes de la banda terrorista ETA se han entrenado en técnicas guerrilleras en visitas realizadas a campamentos de las FARC en Venezuela, así lo asegura la Policía colombiana en una noticia transmitida por Radio Caracol.

Dicha emisora, citando fuentes de inteligencia de la Policía de Colombia, agrega que además de los integrantes de ETA, a los campamentos de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), también acudían delegados de ONG de distintos países, entre ellos Dinamarca.

Las autoridades colombianas, según la misma fuente, señalan que al llegar a Maracaibo, Venezuela, los visitantes son recibidos por guerrilleros y un representante de la Guardia Nacional venezolana y la brigada XI del Ejército de ese país. "Esos uniformados los acompañan a los campamentos pasando dos controles de seguridad de las autoridades y cinco de la guerrilla en donde hay hombres armados y uniformados", señaló la radio.

Aseguran que cuando los integrantes de las FARC salen a hacer compras fuera de la zona protegida, visten camisetas rojas para que las autoridades no los detengan.

La conexión latinoamericana

Desde hace años, autoridades de distintos países, han denunciado los nexos entre las FARC y organizaciones como ETA y con el IRA, de Irlanda, entre otras. Colombia ha presentado este jueves ante la OEA fotografías, vídeos con audio y entregó coordenadas para sustentar su denuncia de presencia de jefes guerrilleros de las FARC y el ELN en Venezuela. La respuesta del gobierno del presidente venezolano, Hugo Chávez, fue romper relaciones con Colombia.

El pasado mes de marzo el juez de la Audiencia Nacional Eloy Velasco expresó en un auto que había indicios de cooperación entre el Gobierno venezolano y la alianza terrorista entre ETA y las FARC. La revelación generó una agria polémica y tenso las relaciones diplomáticas entre España y Venezuela. Fuente: El Mundo - 23/07/2010

Venezuela admite presença das Farc no país, mas nega apoio

O embaixador da Venezuela na OEA (Organização dos Estados Americanos), Roy Chaderton, reconheceu nesta sexta-feira que há guerrilheiros colombianos no país, mas negou apoio aos rebeldes e afirmou que as Forças Armadas venezuelanas não apenas combatem a guerrilha, como já entregaram membros capturados à Colômbia.

"Entregamos guerrilheiros, mas isto não se registra e nem se recorda [...] Tivemos soldados de nossa guarda caídos em combate [contra os guerrilheiros]", afirmou Chaderton à Rádio Caracol.

Nesta quinta-feira, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, rompeu relações diplomáticas com a Colômbia, depois que essa apresentou provas --fotos, vídeos e coordenadas-- em reunião da OEA de que há 87 acampamentos das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) em cidades venezuelanas.

O governo de Álvaro Uribe acusa Chávez de ser leniente quanto à presença dos guerrilheiros.

Chaderton voltou a acusar o governo Uribe de defender um "realismo mágico midiático" e de apresentar um cenário que não tem relação com a realidade.

"Quando as Farc violam a fronteira é porque as forças de segurança da Colômbia não souberam defender seu Estado [...] Não devemos pagar por isso em termos de escândalos midiáticos", disse o embaixador, voltando a dizer que as fotos exibidas de guerrilheiros em praias e casas não provam que seja território venezuelano.

O embaixador explicou ainda o motivo de não querer, como pede a Colômbia, que organismos internacionais verifiquem as provas e chequem nos locais apontados se há efetivamente guerrilheiros. Ele afirmou que já houve duas iniciativas semelhantes no passado: em uma não encontraram nada e na outra não completaram a busca porque o acampamento estava em território colombiano.

"Quando há iniciativas que nós consideramos de má fé e que buscam favorecer os Estados Unidos, nós não entramos no jogo", disse o diplomata, voltando a acusar o governo Uribe de se submeter a vontade de Washington.

FORA EUA

Diante da resistência de Caracas com os EUA, o Brasil já articula formas de retirar o país da mediação da crise. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, Brasília quer levar a discussão para da OEA para a Unasul (União de Nações Sul-Americanas), órgão do qual os Estados Unidos não são membros.

A ideia é evitar que a participação americana desequilibre as negociações para pró-Colômbia e anti-Venezuela.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou ainda na quinta-feira para Chávez, propondo a troca. Após a conversa, Chávez anunciou que pediu ao Equador (que ocupa a Presidência da Unasul) uma reunião de emergência.

O Brasil, afirma a reportagem, acha melhor convocar a Unasul após a posse do novo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, no próximo dia 7. Apesar de ser sucessor do popular Uribe, Santos adotou um discurso de aproximação com Caracas e, diante da crise, disse que manteria o silêncio como "sua melhor contribuição".

Em sua entrevista à rádio, Chaderton elogiou o silêncio de Santos e disse que sua reação foi reconhecida como positiva por Chávez.

Durante a campanha eleitoral colombiana, Chávez chegou a alertar que a vitória do ex-ministro de Defesa e sucessor de Uribe podia gerar uma guerra e que seria extremamente difícil restabelecer as relações bilaterais sob seu governo.

Santos, contudo, adotou um discurso de reaproximação e diálogo e chegou a minimizar as acusações de Uribe sobre os vínculos entre Chávez e as Farc. O venezuelano mudou de tom e disse que espera retomar as conversações com o país vizinho depois da posse de Santos. Ele afirmou que não irá na posse por questões de segurança.

CORTE INTERNACIONAL

Enquanto os países latino-americanos trabalham para mediar a crise, a Colômbia estuda levar a denúncia de que a Venezuela abriga guerrilheiros para a Corte Penal Internacional (CPI).

"Se conseguirmos estabelecer isso, e temos informação de que os guerrilheiros se refugiam na Venezuela e as autoridades não fazem nada, e pelo contrários os apoiam, pois então poderíamos já consolidar o que vai ser a denúncia para a Corte Penal Internacional", disse o procurador-geral da Colômbia, Guillermo Mendoza Diago.

Ele disse ter recebido das mãos do governo colombiano uma pasta em que estão documentados ao menos 60 ataques cometidos por guerrilheiros das Farc contra moradores colombianos e depois refugiados na Venezuela.

Até o momento, o governo de Uribe não se pronunciou oficialmente sobre a decisão de Chávez.

ACUSAÇÃO

Nesta quinta-feira, em sessão extraordinária da OEA, a Colômbia exibiu fotos, vídeos e testemunhos que provariam a presença de ao menos 87 acampamentos e 1.500 guerrilheiros protegidos em solo venezuelano.

O embaixador da Colômbia no órgão, Luis Alfonso Hoyos, afirmou que os acampamentos não são novos "e continuam se consolidando". "Não são [apenas] casas. São ao menos 87 estruturas completamente armadas em território venezuelano".

Em seu discurso, que também contou com fotos e imagens aéreas, Hoyos se concentrou nas informações sobre quatro localidades, que abrigariam os acampamentos nomeados Ernesto, Berta, Bolivariano e Jesus Santrich, situados 23 quilômetros para dentro do território venezuelano.  Fonte: Folha de São Paulo - 23/07/2010

Vídeo:

Feito por jornalista espanhol a procura da presença da FARC na Venezuela e os próprios militares venezuelanos entrevistados confirmam sua presença e conhecem os locais


terça-feira, 20 de julho de 2010

Por dentro iPhone4

Pesquisadores no Vale do Silício abriram o revestimento de um iPhone4 no mês passado e começaram a analisar seus componentes, tentando descobrir a identidade dos principais fornecedores da Apple. Esses "relatos de desmonte" oferecem um vislumbre do processo manufatureiro da empresa.

O que revelou a análise mais recente é que a parte menor dos custos da Apple vem de Shenzhen, onde operários montam itens como microchips vindos da Alemanha e Coreia do Sul, chips de fabricação americana que recebem sinais de Wi-Fi ou celular e mais de cem outros componentes.

Mais de uma dúzia de chips de circuito integrado são responsáveis por cerca de dois terços do custo de produção de um único iPhone4, segundo a firma de pesquisas iSuppli, da Califórnia, que divulgou o relatório sobre o desmonte do aparelho.

A Apple paga à Samsung cerca de US$ 27 pela memória flash e US$ 10,75 para fabricar seu processador de aplicativos (desenhado pela Apple), e uma fabricante alemã chamada Infineon recebe US$ 14,05 por telefone por seus chips que transmitem e recebem ligações e dados.

A parte eletrônica custa muito menos. O giroscópio, uma novidade do iPhone4, foi produzido pela STMicroelectronics, de Genebra, e acrescentou US$ 2,60 ao custo do aparelho.

De acordo com a iSuppli, o custo total dos materiais -os componentes usados na montagem final- de um iPhone vendido a US$ 600 é US$ 187,51.

As partes menos caras do processo são a manufatura e a montagem. Estas frequentemente são feitas no sul da China, onde operários recebem menos de US$ 1 por hora para soldar, montar e embalar produtos para marcas globais famosas. Fonte: Folha de São Paulo - 19 de julho de 2010

Comentário:

Antigamente um produto “Made in USA” ou “Made in Japan ou “Made in Europe” era um produto confiável, com qualidade e com segurança, agora, temos de tomar cuidado com as fontes de origem dos produtos (alimentos, brinquedos, eletrônicos, etc), pois acabou a era da produção verticalizada da empresa, sendo substituída por uma cadeia de fabricantes terceirizados (custo menor) que produz determinado produto para a empresa detentora da patente ou da comercialização. Não existe controle total das etapas de fabricação do produto, pois a cadeia de fornecedores é muito grande e diversificada.