População do Japão – 125.507.472
(CIA)
Fonte: The Japan Times - August
13 , 2021
O Ministério da Saúde notificou mais dois novos casos de varíola dos macacos no país, totalizando 11 confirmações da doença. As novas detecções de contaminados pelo vírus monkeypox foram feitas pelo Laboratório Adolf Lutz em São Paulo por meio do método de isolamento viral.
Os dois pacientes são
brasileiros, do sexo masculino, têm entre 36 e 38 anos, são residentes no
estado de São Paulo e com histórico de viagem para a Europa. Os dois apresentam
quadro clínico estável, não tem complicações e estão sendo monitorados pelas
Secretarias de Saúde do estado e do município.
Segundo o ministério, todas
as medidas de contenção e controle da doença foram adotadas imediatamente após
a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de varíola dos macacos, com
o isolamento dos pacientes e rastreamento dos seus contatos.
O Ministério da Saúde, por
meio da Sala de Situação e do Centro de Informações Estratégicas e Resposta em
Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional, segue em articulação direta com o estado
de São Paulo para o monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos.
No momento, o Brasil registra
11 casos confirmados, sendo sete em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois
no Rio de Janeiro. Mais dez casos suspeitos permanecem em investigação. Dois
dos casos confirmados receberam alta e os outros seguem isolados e em
monitoramento. Fonte: Agência Brasil -
Brasília - Publicado em 21/06/2022
O Ministério da Saúde foi notificado sobre o oitavo caso registrado no Brasil do vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos O paciente é um homem de 25 anos, morador de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ele não viajou para o exterior, mas teve contato com estrangeiros.
O caso foi confirmado pelo
Laboratório de Enterovirus do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio, que utilizou o
método de Isolamento Viral para fazer o diagnóstico.
De acordo com informações do
Ministério da Saúde, o paciente está com quadro clínico estável, sem
complicações e é monitorado pelo Instituto Nacional de Infectologia e pelas
secretarias de Saúde do estado e do município.
“Todas as medidas de
contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se
tratava de um caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e
rastreamento dos seus contatos”, informou o Ministério da Saúde, que notificou
a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o caso.
CASOS INVESTIGADOS
Dois oito casos confirmados
no país até o momento, quatro foram em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e
dois no Rio de Janeiro. Há, ainda, seis casos em investigação.
O sétimo caso foi confirmado
na sexta-feira (17), no Rio de Grande do Sul. As cinco pessoas que tiveram
contato com o homem diagnosticado com varíola dos macacos no Rio de Janeiro não
apresentaram sintomas até sábado. Fonte: Agência
Brasil - Rio de Janeiro - Publicado em 20/06/2022
A Organização Mundial da Saúde (OMS) comunicou no sábado (18) que vai suprimir de suas estatísticas a distinção entre países endêmicos e não endêmicos quanto ao vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos. Segundo a organização, a medida pretende facilitar uma resposta unificada ao vírus.
“Estamos eliminando a
distinção entre países endêmicos e não endêmicos, informando sobre os países
juntos sempre que for possível, para refletir a resposta unificada necessária”,
diz o comunicado divulgado neste sábado no site da OMS.
Antes de a doença se espalhar
por diversos países, a varíola dos macacos era considerada endêmica (que
circula o ano todo em um país, com volume esperado de casos e óbitos) em países
da África Central e da África Ocidental. Mas nos últimos meses houve relatos da
doença em diversos outros países não endêmicos, especialmente na Europa, que já
responde por 84% dos casos notificados, segundo a OMS.
Somente neste ano, entre os
dias 1º de janeiro e 15 de junho, disse o órgão, 2.103 casos confirmados da
varíola do macaco foram relatados em 42 países, assim como um caso provável e
uma morte. A OMS, no entanto, considera que o número de casos seja ainda maior.
“É provável que o número real de casos permaneça subestimado. Isso pode ocorrer
em parte devido à falta de reconhecimento clínico precoce de uma doença
infecciosa que se pensava ocorrer principalmente na África Ocidental e Central,
uma apresentação clínica não grave para a maioria dos casos, vigilância
limitada e falta de diagnósticos amplamente disponíveis”, disse a organização.
A varíola causada pelo vírus
hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) causa uma doença mais branda
do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 80. Há duas cepas
endêmicas da monkeypox em circulação no planeta atualmente. A cepa endêmica na
África Ocidental, que tem uma taxa de letalidade de 1% a 3%, é a que tem sido
responsável pelo surto atual em outros países. A outra cepa de monkeypox também
endêmica em alguns países africanos, originária do Congo, é considerada mais
perigosa com taxa de letalidade de até 10%, de acordo com a OMS.
Por enquanto, a OMS avalia a
doença como de risco moderado, por ser a primeira vez que se dão focos de
contágio em países não endêmicos, e muito distantes entre si. No dia 23 de
junho, a organização deve se reunir para avaliar se o surto atual representa
uma “emergência de saúde pública de importância internacional”, escreveu Tedros
Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em sua rede social. A pandemia do
novo coronavírus, por exemplo, foi declarada emergência de saúde pública de
importância internacional pela OMS em janeiro de 2020.
TRANSMISSÃO
A varíola dos macacos é uma
doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e
com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações
sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo
contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies
utilizadas pelo doente.
Não há tratamento específico,
mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a
observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para
pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados,
pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8
anos de idade.
Os primeiros sintomas podem
ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados,
calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas
desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões
genitais.
Para a prevenção, deve-se
evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham
cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo
infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e
sabão ou utilizando álcool gel. Fonte: Agência
Brasil - São Paulo - Publicado em 18/06/2022