sábado, 3 de julho de 2021

Coronavírus: EUA aplicam quase 330 milhões de doses de vacinas

 Os Estados Unidos (EUA) administraram 329,9 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 no país na manhã deste sábado (3) e distribuíram 383,6 milhões de doses, informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês).

Esses números estão acima das 328,8 milhões doses aplicadas e das 382,6 milhões doses entregues até 2 de julho.

A agência disse que 182,1 milhões de pessoas receberam pelo menos uma dose, enquanto 156,9 milhões pessoas estão totalmente vacinadas.

A contagem do CDC inclui vacinas de duas doses da Moderna e da Pfizer/BioNTech, bem como a vacina de dose única da Johnson & Johnson. Fonte: Agência Brasil - Publicado em 03/07/2021 - 17:39  

sexta-feira, 2 de julho de 2021

OMS diz que variante Delta já está em 98 países

 A variante Delta, predominante em Portugal, já está presente em 98 países, anunciou hoje (2) a Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando que o mundo está diante de um "período muito perigoso da pandemia" de covid-19.

"A Delta foi detectada pelo menos em 98 países, propagando-se rapidamente em países com baixa e com alta cobertura de vacinas", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, em entrevista coletiva virtual partir de Genebra.

Segundo ele, o mundo enfrenta atualmente um "período muito perigoso da pandemia", com "cenas terríveis de hospitais superlotados" em países com baixa cobertura de vacinação e com a variante Delta, detectada inicialmente na Índia, a "continuar a mutação", o que requer uma avaliação constante com ajustes na resposta de saúde pública.

O representante da OMS adiantou que pediu aos líderes mundiais para trabalharem em conjunto, no sentido de garantir que, em julho de 2022, 70% da população mundial estejam vacinados contra o SARS-CoV-2.

"Essa é melhor maneira de controlar a pandemia, de salvar vidas e de levar à recuperação econômica global, evitando que as variantes conseguiam se disseminar", defendeu Tedros Adhanom, reiterando o objetivo de, em setembro deste ano, ter 10% da população do mundo já vacinada, o que permite proteger os trabalhadores da saúde e os grupos mais vulneráveis.

Para incrementar a vacinação global, o líder da OMS adiantou que estão sendo criadas novas instalações de produção em várias partes do mundo, mas que esse objetivo pode ser acelerado com a partilha de conhecimento e de tecnologia por parte das empresas farmacêuticas.

Nesse sentido, Tedros Adhanom disse que desafiou a BioNTech, a Pfizer e a Moderna a partilharem o conhecimento para "poder acelerar o desenvolvimento de novas produções" de vacinas.

Na mesma entrevista, a epidemiologista Maria Van Kerkhove, responsável técnica da resposta da OMS à covid-19, considerou que a organização "não tem uma bola de cristal para fazer previsões" sobre quanto tempo ainda demorará a pandemia. Lembrou que, neste momento, existem quatro variantes de preocupação - Alpha, Beta, Gama e Delta -, que também estão em circulação em Portugal.

"A trajetória das variantes em cada país depende dos planos que estão sendo implementados", afirmou a especialista, ao destacar a necessidade de manter a vigilância, a testagem, o isolamento dos casos, a quarentena dos contatos e uma boa taxa de vacinação, assim como as medidas de proteção individual.

"Todos esses fatores são parte da equação sobre quando essa pandemia vai acabar".

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.957.862 mortes em todo o mundo, resultantes de mais de 182,5 milhões de casos de infecção, segundo balanço recente da agência AFP.

Em Portugal, morreram 17.108 pessoas e foram confirmados 884.442 casos de infeção, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China. Fonte: Agência Brasil - Publicado em 02/07/2021  

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 1 de julho de 2021

 

Coronavírus: Situação do Brasil até 1 de julho de 2021

 

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Coronavírus: Ministério confirma primeira morte da variante delta no Brasil

 Uma mulher grávida, de 42 anos, tornou-se a primeira paciente a morrer no Brasil com diagnóstico da variante delta do novo coronavírus, confirmou hoje (27) o Ministério da Saúde. A vítima tinha vindo do Japão para Apuracana, no norte do Paraná, onde morreu em 18 de abril.

Segundo o ministério, a gestante teve resultado negativo para covid-19 no teste de RT-PCR antes de embarcar para o Brasil. No entanto, a vítima começou a apresentar problemas respiratórios em 7 de abril, dois dias depois de chegar ao país. A paciente refez o teste, com resultado positivo.

Oito dias após a confirmação do diagnóstico, em 15 de abril, a gestante foi internada. Logo depois de passar por uma cesariana de emergência em 18 de abril, por causa do agravamento do estado de saúde, a mulher morreu. Nascido com 28 semanas de gestação, o bebê fez o teste para a doença, com resultado negativo.

A paciente morta está na origem do primeiro caso de transmissão comunitária no Paraná da variante delta, identificada na Índia. Uma idosa de 71 anos foi infectada pela filha, que era amiga da gestante e tinha ido visitá-la.

A idosa já teve alta. Como a filha, que teve contato com a gestante, só fez o teste de antígeno, não foi possível traçar o sequenciamento genético do vírus. Fonte: Agência Brasil – Brasília- Publicado em 27/06/2021 

OBS: Nomes das variantes do coronavírus:

Alpha: B.1.1.7 é a variante detectada pela primeira vez no Reino Unido;

Beta: B.1.351 é a variante identificada pela primeira vez na África do Sul;

Gamma: P.1 é a variante detectada pela primeira vez no Brasil, em Manaus;

Delta: B.1.671.2 é a variante identificada pela primeira vez na Índia.