
quinta-feira, 11 de março de 2021
quarta-feira, 10 de março de 2021
Coronavírus: Ocupação de UTIs está em nível crítico em 25 capitais
A ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) para covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS) está em “situação extremamente crítica", com 15 capitais superando os 90%, aponta a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Pesquisadores do Observatório
Fiocruz Covid-19 publicaram na terça-feira, edição extraordinária do boletim
que acompanha a evolução da pandemia no país para alertar sobre o agravamento,
que vem causando recordes de mortes desde fevereiro. Ontem, pela primeira vez,
a média diária de mortes em sete dias ultrapassou 1,5 mil casos.
O boletim aponta que 25 das
27 capitais brasileiras estão com a taxa de ocupação no patamar considerado
zona de alerta crítico, com mais de 80% dos leitos ocupados. Na maior parte
dessas cidades, a ocupação passou dos 90%. Belém e Maceió, apesar de estarem na
zona de alerta intermediário, apresentam ocupação de UTIs acima de 70%.
Estavam na zona de alerta
crítico segundo dados coletados em 8 de março:
Porto Velho (100%), Rio Branco (99%), Manaus (87%),
Boa Vista (80%),, Macapá (90%), Palmas (95%),
São Luís (94%), Teresina (98%), Fortaleza (96%),
Natal (96%), João Pessoa (87%), Recife (85%),
Aracajú (86%), Salvador (85%), Belo Horizonte (85%),
Vitória (80%), Rio de Janeiro (93%), São Paulo (82%),
Curitiba (96%), Florianópolis (97%), Porto Alegre (102%),
Campo Grande (106%), Cuiabá (96%),
Goiânia (98%) e Brasília (97%).
ESTADOS: Quando a análise se
concentra nas unidades federativas, 20 estão com a ocupação de UTIs acima de
80%, sendo 13 delas com mais de 90% das vagas preenchidas por pacientes graves
de covid-19. A ocupação é maior em Rondônia, Acre, Tocantins, Ceará, Rio Grande
do Norte, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do
Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.
Os pesquisadores avaliam que
o quadro atual aponta para a sobrecarga e o colapso de sistemas de saúde e
reforçam que é necessário ampliar e fortalecer as medidas de prevenção à
transmissão da doença, com distanciamento físico e social, uso de máscaras e
higienização de mãos.
"Nos municípios e estados que já se encontram próximos ou em situação de colapso, a análise destaca a necessidade de adoção de medidas de supressão mais rigorosas de restrição da circulação e das atividades não essenciais. Além disso, é necessário o reforço da atenção primária e das ações de vigilância, que incluem a testagem oportuna de casos suspeitos e seus contatos", afirma a Fiocruz. Fonte: Fonte: Agência Brasil - Publicado em 09/03/2021
terça-feira, 9 de março de 2021
domingo, 7 de março de 2021
sexta-feira, 5 de março de 2021
Coronavírus: Variante brasileira representa 4,3% dos novos casos na Itália
A variante brasileira do coronavírus Sars-CoV-2 já corresponde a 4,3% dos novos casos detectados na Itália, segundo uma pesquisa divulgada na segunda‑feira (2) pelo Instituto Superior da Saúde (ISS) do país europeu.
A projeção é resultado de um
estudo que analisou o sequenciamento genético de 1.239 amostras do vírus
provenientes de pessoas diagnosticadas com RT-PCR em 18 de fevereiro. Essa é a
primeira vez que o ISS estima o nível de disseminação da variante P.1 na Itália,
e os dados serão atualizados periodicamente.
Segundo o instituto, a
difusão da variante brasileira ocorre em quatro regiões fronteiriças no centro
e no centro-norte da península: Úmbria (36,2% dos novos casos), Toscana
(23,8%), Lazio (13,2%) e Marcas (7,9%). Também foram detectados contágios pela
P.1 em outras duas regiões: Campânia, no sul, com 2,3%, e Emilia-Romagna, no
norte, com 2%.
O estudo do ISS não registrou
casos da variante brasileira nas outras 14 regiões da Itália.
"Recomendamos continuar a vigilância genética para estimar a
transmissibilidade relativa da P.1, considerando sua clara expansão geográfica
a partir do epicentro na Úmbria para o Lazio e a Toscana", diz o
instituto.
O presidente do ISS, Silvio
Brusaferro, alertou ainda que é preciso "intervir cirurgicamente"
para evitar que a variante brasileira continue se espalhando. "É
importante que sejam adotadas medidas o mais restritivas possível",
acrescentou.
Ainda de acordo com a
pesquisa, a variante britânica já corresponde a 54% dos novos casos do
Sars-CoV-2 na Itália, enquanto a sul-africana apresenta índice de 0,4%. Na
primeira semana de fevereiro, a prevalência da variante britânica era de 17,8%,
o que mostra como ela rapidamente se tornou predominante na Itália.
Todas essas três variantes
aparentam ser mais transmissíveis que o vírus original, porém estudos ainda
estão em curso para avaliar sua capacidade de evadir a imunidade propiciada por
infecções anteriores ou vacinas.
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Coronavírus – COVID 19 -
ITÁLIA |
03/03/2021 |
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Total positivo atualmente |
437.421 |
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Liberado / curado |
2.440.218 |
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Mortes |
98.635 |
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Total de casos |
2.976.274 |
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Vacinas aplicadas |
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1ª Dose |
4,65 milhões |
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2ª Dose |
1,47 milhão |
Fontes: Ansa Brasil - 14:00, 03 Mar 2021; Elaborazione e gestione dati a cura del Dipartimento della Protezione Civile- 03/03/2021






