quarta-feira, 22 de julho de 2020

Coronavírus: Situação do Estado de São Paulo até 22 de julho

Coronavírus – COVID 19 – Estado de São Paulo
22/07/2020
21/07/2020


Total de casos acumulados
439.446
422.669
Total de óbitos:
20.532
20.171
Total de casos recuperados
299.647
290.346
Casos recuperados c/alta hospitalar
60.866
59.960



Casos Ativos:


Pacientes atualmente infectados:
119.267
112.152
Pacientes internados - total
13.471
14.074
Internados em UTI
5.416
5.805
Internados em enfermaria
8.055
8.269


Casos Encerrados


Casos com resultados
320.179
310.517
Recuperados
299.647
290.346
Óbitos
20.532
20.171


Casos novos
16.777
6.235
Obitos Novos
361
383
Óbitos/ últimas 24 h
xx
xx
Taxa de letalidade
4,67%
4,77%
Índice de isolamento no Estado
xx
43%
Índice de isolamento na Capital
xx
44%
Taxa de ocupação dos leitos de UTI no Estado de São Paulo
66,5%
66,6%
Taxa de ocupação dos leitos de UTI na Grande São Paulo
64%
64,3%
Municípios afetados
Obs: Total de municípios do Estado - 645
637
637
População do Estado de São Paulo – 45.919.049
Cidade de São Paulo – 12.252.023


Fontes: Portal do Governo- Qua, 22/07/2020 - 17h26
Portal do Governo- Ter, 21/07/2020 - 14h17

Coronavírus: Situação da Itália até 22 de julho

Coronavírus – COVID 19 – ITÁLIA
22/07/2020
21/07/2020
20/07/2020
19/07/2020
Hospitalizados com sintomas
724
732
745
743
Unidade de terapia intensiva
48
49
47
49
Isolamento em casa
11.550
11.647
11.612
11.648
Total positivo atualmente
11.322
12.248
12.404
12.440
Liberado / curado
197.628
197.431
197.162
196.949
Mortes/dia
09
15
13
03
Casos/dia
280
128
190
218
Total de mortes
35.082
35.073
35.058
35.045
Total de casos
245.032
244.752
244.624
244.434
Média de casos/semana
xx
xx
xx
xx
Fontes: Dipartimento della Protezione Civile-Ultimo aggiornamento-22/07/2020 17:00
Dipartimento della Protezione Civile-Ultimo aggiornamento-21/07/2020 17:00
Dipartimento della Protezione Civile-Ultimo aggiornamento-20/07/2020 17:00

Ansa Brasil – 19.07.2020

Coronavírus: Situação do Brasil até 22 de julho

Coronavírus – COVID 19 - BRASIL
22/07/2020
21/07/2020


Casos- total acumulado
2.227.514
2.159.654
Óbitos:
82.771
81.487
Casos recuperados:
1.532.138
1.465.970



Casos- Ativo:


Pacientes atualmente infectados, internados.
612.605
612.197
Em condição Branda/Leve :
600.353
599.953
Em condição séria ou crítica:
12.252
12.244



Casos- Encerrado:


Casos com resultado
1.614.909
1.547.457
Casos Recuperados
1.532.138
1.465.90
Óbitos
82.771
81.487



Casos novos confirmados
67.860
41.008
Óbitos Novos    
1.284
1.367
Óbitos/últimas 24h
272
429
Óbitos em investigação
3.795
3.951
Taxa de letalidade    
3,7%
3,8%
Taxa de mortalidade    
39,4/100mil hab.
38,8/100mil hab.
Taxa de incidência dos casos
1.060/100 mil hab.
1.027,7/100 mil hab.
Municípios afetados
97,4% dos municípios (5.570)
97,4% dos municípios (5.570)
 População – 210.147.125


Fontes: Agência Saúde- Publicado: Quarta, 22 de Julho de 2020, 20h21
Agência Saúde- Publicado: Terça, 21 de Julho de 2020, 19h20
Agência Brasil - Publicado em 22/07/2020 - 19:53
Agência Brasil - Publicado em 21/07/2020 - 20:34
Painel Coronavírus-22/07/2020 18:50; Painel Coronavírus-21/07/2020 19:00

Região
22/7/2020
22/7/2020
21/7/2020
21/7/2020
Casos Confirmados
Óbitos
Casos Confirmados
Óbitos
Norte
366.457
11.302
359.638
11.194
Nordeste
735.257
26.296
715.873
26.016
Centro Oeste
192.746
4.079
184.333
3.960
Sudeste
760.498
37.446
735.957
36.815
Sul
172.556
3.648
163.853
3.502
Total
2.227.514
82.771
2.159.654
81.487


terça-feira, 21 de julho de 2020

Coronavírus:OMS: epidemia se estabilizou no Brasil, mas ainda não há tendência de queda

Organização afirma que infecções atingiram platô e, com isso, país tem oportunidade para suprimir o vírus. Mas diretor adverte que é preciso ação das autoridades. "Não há como garantir que a queda vai ocorrer por si."
O diretor de emergências sanitárias da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou nesta sexta-feira (17/07) que a transmissão do coronavírus no Brasil atingiu um platô. Ou seja, o número de novos casos se estabilizou e a curva não está mais subindo como antes.
Segundo Ryan, o país agora tem uma oportunidade para tentar controlar o surto. No entanto, ele advertiu que ainda não há uma tendência de queda em novas infecções e que serão necessárias ações sustentáveis por parte das autoridades.

"O aumento de casos no Brasil não é mais exponencial, atingiu um platô. O vírus não está dobrando na comunidade como era antes, então o aumento não é exponencial", disse.

Segundo ele, o número de novos casos chegou a um platô de 40 mil a 45 mil por dia, sem aumentos como aqueles observados em abril e maio.
Ryan afirmou ainda que o número de reprodução R agora parece estar entre 0,5 e 1,5 no Brasil. A cifra designa o potencial de propagação de um vírus dentro de determinadas condições. Se ele é superior a 1, cada paciente transmite a doença a pelo menos mais uma pessoa, e o vírus se dissemina. Se é menor do que 1, cada vez menos indivíduos se infectam, e o número dos contágios retrocede.

Por outro lado, ele destacou que o país ainda não conseguiu controlar o surto. "Até agora, no Brasil e outros países, é o vírus que está no comando, que está ditando as regras. Nós é que precisamos ditar as regras em relação ao vírus."

"Os números se estabilizaram. Mas o que eles não fizeram foi começar a cair de uma forma sistemática e diária. O Brasil está ainda no meio da luta. E não há maneira de garantir que a queda vai ocorrer por si", disse.

Segundo Ryan, o país deve aproveitar a oportunidade da estabilização no número de novas infecções para suprimir de vez a transmissão. "Há um platô, há uma oportunidade para o Brasil empurrar a doença para baixo, para assumir o controle. Para suprimir o vírus. Para isso, é necessário um conjunto de ações aplicado de forma sustentada."
Mas essa perspectiva parece distante por enquanto. O Brasil segue há dois meses sem um ministro da Saúde. A pasta tem sido ocupada interinamente por um militar sem experiência em gestão da área.
Nesse cenário, o país atingiu na noite de quinta-feira a marca de 2 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus. A nova marca foi ultrapassada menos de um mês depois de o país ter atingido o número de 1 milhão de infectados, em 19 de junho. 

Segundo os dados do Ministério da Saúde, a semana passada teve a primeira diminuição nos novos casos em relação à anterior desde o início da pandemia: foram 262.846 contágios entre 5 e 11 de julho, contra 263.337 nos sete dias anteriores - as estatísticas não levam em conta a subnotificação que caracteriza a crise no Brasil.
Já o número de novos óbitos tem se mantido em um patamar pouco superior a 7 mil por semana desde meados de junho. Até o momento, o Brasil soma pouco mais de 2 milhões de pessoas infectadas e cerca de 76,7 mil mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

A maioria dos países que conseguiram controlar a pandemia, especialmente na Europa, começou a relaxar as medidas de confinamento apenas depois de suas curvas terem saído do "platô", como a Itália, que ainda não experimentou uma possível "segunda onda" de contágios.

Diversas autoridades e instituições de saúde em todo o país, no entanto, alertam que os números reais da doença devem ser maiores em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19 oficialmente notificados. Só está atrás dos Estados Unidos, que acumulam 3,6 milhões de ocorrências e mais de 138 mil mortes. O total de óbitos no Brasil chegou a 76.688, enquanto a taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes é de 36,5. Fontes: Ansa Brasil e Deutsche Welle-17.07.2020